Celebração da morte de Jesus
Muito tempo atrás, Deus revelou uma mensagem a um profeta. Deus disse que um dia as pessoas vão viver em harmonia com a natureza. Ninguém vai ficar doente. As famílias vão construir suas próprias casas, tirar seu sustento da terra e ficar muito satisfeitas com seu trabalho. — Isaías 11:6-9; 35:5, 6; 65:21-23.
Como podemos ter certeza que isso vai acontecer? Jesus fez milagres para mostrar às pessoas que o mundo inteiro vai ser bom assim. Ele também morreu por nós. Por causa da morte dele, a tristeza vai deixar de existir e todas as promessas de Deus vão se cumprir. A morte de Jesus foi tão importante que ele mandou seus discípulos se reunirem todos os anos para lembrar da morte dele. — Lucas 22:19, 20.
Pelo calendário usado nos tempos bíblicos, o dia da morte de Jesus vai cair neste ano na terça-feira, dia 11 de abril. As Testemunhas de Jeová convidam você para estar com elas nessa data e aprender como a morte dele pode ajudar você e sua família.
As Testemunhas de Jeová convidam toda a comunidade tarauacaense para estar presente a Celebração da morte de Cristo. 
Evento bíblico gratuito dia 11 de Abril, em dois horários:
18 às 19h ou das 19:40h às 20:40h
No Salão do Reino das Testemunhas de Jeová na entrada do Bairro Avelino Leal (Bairro Novo) 
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    EUA vetam resolução de conselho da ONU para cessar-fogo em Gaza

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    Os Estados Unidos (EUA) vetaram nessa quarta-feira (4) projeto de resolução do Conselho de Segurança da Organização das Nações Unidas (ONU) que exigia “cessar-fogo imediato, incondicional e permanente” entre Israel e os militantes do Hamas em Gaza. Além disso, estabelecia acesso desimpedido à ajuda humanitária em todo o enclave devastado pela guerra.

    Os outros 14 países do conselho votaram a favor da minuta, uma vez que o enclave, de mais de 2 milhões de pessoas, enfrenta crise humanitária e a ajuda só tem chegado após Israel suspender bloqueio de 11 semanas no mês passado.

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    “Os Estados Unidos foram claros: não apoiaríamos nenhuma medida que não condenasse o Hamas e não exigisse que o grupo islâmico se desarmasse e saísse de Gaza”, disse Dorothy Shea, embaixadora interina dos EUA na ONU, ao conselho antes da votação, argumentando que isso também prejudicaria os esforços liderados pelos EUA para intermediar um cessar-fogo.

    Washington é o maior aliado e fornecedor de armas de Israel.

    A votação do Conselho de Segurança ocorreu no momento em que Israel avança com uma ofensiva em Gaza, encerrando trégua de dois meses em março. Autoridades de saúde de Gaza afirmam que os ataques israelenses mataram 45 pessoas nessa quarta-feira, enquanto Israel disse que um soldado morreu nos combates.

    A embaixadora do Reino Unido na ONU, Barbara Woodward, criticou as decisões do governo israelense de expandir as operações militares em Gaza e restringir severamente a ajuda humanitária como “injustificáveis, desproporcionais e contraproducentes”.

    Israel rejeitou os pedidos de um cessar-fogo incondicional ou permanente, dizendo que o Hamas não pode permanecer em Gaza. O embaixador de Israel na ONU, Danny Danon, disse aos membros do conselho que votaram a favor do projeto: “Vocês escolheram o apaziguamento e a submissão. Escolheram um caminho que não leva à paz. Apenas a mais terror”.

    O Hamas condenou o veto dos EUA, descrevendo-o como demonstração da preferência “cega da administração dos EUA” por Israel. O projeto de resolução do Conselho de Segurança também exigia a libertação imediata e incondicional de todos os reféns mantidos pelo Hamas e outros.

    *(Reportagem adicional de Menna Alaa El Din)

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