Celebração da morte de Jesus
Muito tempo atrás, Deus revelou uma mensagem a um profeta. Deus disse que um dia as pessoas vão viver em harmonia com a natureza. Ninguém vai ficar doente. As famílias vão construir suas próprias casas, tirar seu sustento da terra e ficar muito satisfeitas com seu trabalho. — Isaías 11:6-9; 35:5, 6; 65:21-23.
Como podemos ter certeza que isso vai acontecer? Jesus fez milagres para mostrar às pessoas que o mundo inteiro vai ser bom assim. Ele também morreu por nós. Por causa da morte dele, a tristeza vai deixar de existir e todas as promessas de Deus vão se cumprir. A morte de Jesus foi tão importante que ele mandou seus discípulos se reunirem todos os anos para lembrar da morte dele. — Lucas 22:19, 20.
Pelo calendário usado nos tempos bíblicos, o dia da morte de Jesus vai cair neste ano na terça-feira, dia 11 de abril. As Testemunhas de Jeová convidam você para estar com elas nessa data e aprender como a morte dele pode ajudar você e sua família.
As Testemunhas de Jeová convidam toda a comunidade tarauacaense para estar presente a Celebração da morte de Cristo. 
Evento bíblico gratuito dia 11 de Abril, em dois horários:
18 às 19h ou das 19:40h às 20:40h
No Salão do Reino das Testemunhas de Jeová na entrada do Bairro Avelino Leal (Bairro Novo) 
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    Gatos protegem outros felinos “amigos” e não “parentes”; entenda

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    Diferente dos cães e dos humanos, os gatos têm uma organização social única, e isso influencia diretamente em seu comportamento protetor. Segundo a médica veterinária Giovana Mazzotti — especializada em felinos —, o instinto de proteção nos gatos não está ligado a parentesco, mas sim à afiliação — um vínculo social semelhante à amizade entre humanos.

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    “Os gatos podem viver de forma solitária ou em colônias. Quando vivem sozinhos, não demonstram nenhum tipo de proteção a outros gatos, mesmo que sejam mãe, pai ou irmãos”, explica Mazzotti. Já os que vivem em grupo estabelecem laços com indivíduos que consideram parte da colônia, e são esses que eles estão dispostos a proteger.

    Dentro dessas colônias, os gatos não apenas defendem outros felinos com quem convivem, mas também o território em que vivem. Extremamente territorialistas, eles usam todos os sentidos para reconhecer o que é familiar ou não — principalmente o olfato. “O cheiro é a principal forma de identificação entre eles. Por isso, um gato pode estranhar um companheiro que volta do veterinário, por exemplo”, detalha a veterinária.

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    Os gatos são bastante territorialistas

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    As fitas chamam a atenção dos felinos

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    Os bichanos podem viver em harmonia

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    Oferecer brinquedos interativos deixam o pet entretido

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    Essa sensibilidade olfativa explica por que mudanças sutis, como um perfume novo ou um banho, podem causar rejeição ou conflito entre gatos que, antes, conviviam bem. Tudo o que foge ao cheiro da colônia é interpretado como ameaça.

    E quando sentem que alguém do grupo está em perigo, a reação varia de acordo com o temperamento do animal. “Tem gato que bufa, mostra as garras, corre atrás ou até ataca. Outros se escondem. Isso depende do nível de afiliação e da personalidade de cada indivíduo”, explica Mazzotti.

    Mesmo entre machos, quando castrados, a afiliação pode acontecer. “Eles escolhem quem são seus amigos. Não importa o grau de parentesco, o que conta é a convivência e o vínculo construído”, conclui a especialista.

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