Celebração da morte de Jesus
Muito tempo atrás, Deus revelou uma mensagem a um profeta. Deus disse que um dia as pessoas vão viver em harmonia com a natureza. Ninguém vai ficar doente. As famílias vão construir suas próprias casas, tirar seu sustento da terra e ficar muito satisfeitas com seu trabalho. — Isaías 11:6-9; 35:5, 6; 65:21-23.
Como podemos ter certeza que isso vai acontecer? Jesus fez milagres para mostrar às pessoas que o mundo inteiro vai ser bom assim. Ele também morreu por nós. Por causa da morte dele, a tristeza vai deixar de existir e todas as promessas de Deus vão se cumprir. A morte de Jesus foi tão importante que ele mandou seus discípulos se reunirem todos os anos para lembrar da morte dele. — Lucas 22:19, 20.
Pelo calendário usado nos tempos bíblicos, o dia da morte de Jesus vai cair neste ano na terça-feira, dia 11 de abril. As Testemunhas de Jeová convidam você para estar com elas nessa data e aprender como a morte dele pode ajudar você e sua família.
As Testemunhas de Jeová convidam toda a comunidade tarauacaense para estar presente a Celebração da morte de Cristo. 
Evento bíblico gratuito dia 11 de Abril, em dois horários:
18 às 19h ou das 19:40h às 20:40h
No Salão do Reino das Testemunhas de Jeová na entrada do Bairro Avelino Leal (Bairro Novo) 
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    “Israel não sairá ileso”, declara líder iraniano após bombardeios

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    O líder supremo do Irã, aiatolá Ali Khamenei, fez um pronunciamento nesta sexta-feira (13/6) e prometeu retaliação contundente a Israel, após uma série de ataques aéreos contra instalações estratégicas iranianas. “Israel não sairá ileso”, declarou o clérigo, que classificou a ofensiva como um “crime” que trará um “destino doloroso” ao Estado judeu.

    Neste momento, duas cidades israelenses, Tel Aviv e Jerusalém, estão sob bombardeio intenso. A informação foi confirmada pelas forças israelenses, via X.

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    A operação militar israelense iniciou na noite dessa quinta-feira (12/6) e deixou pelo menos 80 mortos, entre eles alguns dos principais comandantes das Forças Armadas iranianas e cientistas ligados ao programa nuclear do país.

    Segundo o governo israelense, os bombardeios tinham como alvo centros de desenvolvimento nuclear e unidades do sistema de mísseis balísticos da República Islâmica.

    Entre os mortos estão o general Mohammad Bagheri, chefe do Estado-Maior iraniano, e o general Hossein Salami, comandante da Guarda Revolucionária Islâmica — unidade responsável pelas operações externas do regime, incluindo apoio a grupos como Hamas, Hezbollah e Houthis.

    Também foi morto Esmail Qaani, líder da Força Quds, braço de elite que articula ações com movimentos islâmicos estrangeiros.

    Em resposta imediata, Khamenei nomeou novos comandantes. O general Abdolrahim Mousavi, até então chefe do Exército, assumiu o Estado-Maior, enquanto o comando da Guarda Revolucionária passou a ser exercido por Mohammad Pakpour, antigo líder das forças terrestres do mesmo braço militar.

    Ofensiva

    A ofensiva, que mobilizou cerca de 200 caças israelenses, é considerada a maior já registrada contra o Irã desde a guerra com o Iraque nos anos 1980. Explosões foram registradas em várias partes da capital Teerã, mergulhando a cidade em uma noite de caos e pânico.

    Segundo fontes militares citadas pelo jornal Haaretz, o Irã respondeu com o lançamento de mais de 100 drones contra Israel. Muitos deles foram interceptados por forças de defesa aérea da Jordânia e da Arábia Saudita, enquanto outros foram abatidos por navios da Marinha israelense no Mar Vermelho.

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