Celebração da morte de Jesus
Muito tempo atrás, Deus revelou uma mensagem a um profeta. Deus disse que um dia as pessoas vão viver em harmonia com a natureza. Ninguém vai ficar doente. As famílias vão construir suas próprias casas, tirar seu sustento da terra e ficar muito satisfeitas com seu trabalho. — Isaías 11:6-9; 35:5, 6; 65:21-23.
Como podemos ter certeza que isso vai acontecer? Jesus fez milagres para mostrar às pessoas que o mundo inteiro vai ser bom assim. Ele também morreu por nós. Por causa da morte dele, a tristeza vai deixar de existir e todas as promessas de Deus vão se cumprir. A morte de Jesus foi tão importante que ele mandou seus discípulos se reunirem todos os anos para lembrar da morte dele. — Lucas 22:19, 20.
Pelo calendário usado nos tempos bíblicos, o dia da morte de Jesus vai cair neste ano na terça-feira, dia 11 de abril. As Testemunhas de Jeová convidam você para estar com elas nessa data e aprender como a morte dele pode ajudar você e sua família.
As Testemunhas de Jeová convidam toda a comunidade tarauacaense para estar presente a Celebração da morte de Cristo. 
Evento bíblico gratuito dia 11 de Abril, em dois horários:
18 às 19h ou das 19:40h às 20:40h
No Salão do Reino das Testemunhas de Jeová na entrada do Bairro Avelino Leal (Bairro Novo) 
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    Juíza bloqueia proibição de Trump à entrada de estrangeiros em Harvard

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    Uma juíza distrital em Boston bloqueou a proibição do governo de Donald Trump de estudantes internacionais de Harvard entrarem nos Estados Unidos, depois que a universidade da Ivy League argumentou que a medida era ilegal. O pedido de bloqueio foi feito pela instituição à magistrada Allison Burroughs.

    O argumento utilizado por Harvard é de que Trump violou a lei federal ao não comprovar as alegações de que estudantes estrangeiros representavam uma ameaça à segurança nacional.

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    “A Proclamação nega a milhares de estudantes de Harvard o direito de vir a este país para buscar seus estudos e perseguir seus sonhos, e nega a Harvard o direito de ensiná-los. Sem seus estudantes internacionais, Harvard não é Harvard”, destacou a instituição em um documento apresentado à juíza.

    A universidade também argumentou que a alegação relativa à segurança nacional era falha, pois a proibição não impedia as mesmas pessoas de entrar no país, de forma geral, apenas as proibia de entrar para estudar em Harvard.

    Harvard alterou o processo anterior, que havia sido aberto em meio a uma disputa mais ampla com o presidente republicano, para contestar a proibição que Trump emitiu na quarta-feira (4/6) em uma proclamação.

    Conflitos com Harvard

    A porta-voz da Casa Branca, Abigail Jackson, chamou Harvard de “um viveiro de agitadores antiamericanos, antissemitas e pró-terroristas”, alegações que a escola havia negado.

    “O comportamento de Harvard colocou em risco a integridade de todo o sistema de vistos para estudantes e visitantes de intercâmbio dos EUA e corre o risco de comprometer a segurança nacional. Agora, a instituição deve enfrentar as consequências de suas ações”, alegou Jackson em um comunicado.

    De acordo com a Casa Branca, Harvard teria fornecido dados considerados insuficientes ao Departamento de Segurança Interna (DHS) sobre atividades suspeitas envolvendo estudantes estrangeiros. O relatório cita apenas três casos reportados pela instituição, número que o governo considera baixo diante da quantidade de alunos internacionais presentes no campus.

    A suspensão deveria durar inicialmente seis meses, mas pode ser prorrogada. A proclamação de Trump também orienta o Departamento de Estado a considerar a revogação de vistos acadêmicos ou de intercâmbio de quaisquer estudantes de Harvard que atendam aos critérios da sua proclamação.

    A decisão marcou um novo capítulo no embate entre o governo Trump e a universidade. Em 29/5 , o Departamento de Segurança Interna havia sinalizado a intenção de suspender a certificação de Harvard no Programa Federal de Estudantes e Visitantes de Intercâmbio, processo necessário para receber estudantes estrangeiros.

    No entanto, ações judiciais impediram que essa medida fosse adiante. Agora, Trump utiliza uma ordem executiva, instrumento com força de lei, para implementar a proibição, mas que também já foi bloqueada.

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