Celebração da morte de Jesus
Muito tempo atrás, Deus revelou uma mensagem a um profeta. Deus disse que um dia as pessoas vão viver em harmonia com a natureza. Ninguém vai ficar doente. As famílias vão construir suas próprias casas, tirar seu sustento da terra e ficar muito satisfeitas com seu trabalho. — Isaías 11:6-9; 35:5, 6; 65:21-23.
Como podemos ter certeza que isso vai acontecer? Jesus fez milagres para mostrar às pessoas que o mundo inteiro vai ser bom assim. Ele também morreu por nós. Por causa da morte dele, a tristeza vai deixar de existir e todas as promessas de Deus vão se cumprir. A morte de Jesus foi tão importante que ele mandou seus discípulos se reunirem todos os anos para lembrar da morte dele. — Lucas 22:19, 20.
Pelo calendário usado nos tempos bíblicos, o dia da morte de Jesus vai cair neste ano na terça-feira, dia 11 de abril. As Testemunhas de Jeová convidam você para estar com elas nessa data e aprender como a morte dele pode ajudar você e sua família.
As Testemunhas de Jeová convidam toda a comunidade tarauacaense para estar presente a Celebração da morte de Cristo. 
Evento bíblico gratuito dia 11 de Abril, em dois horários:
18 às 19h ou das 19:40h às 20:40h
No Salão do Reino das Testemunhas de Jeová na entrada do Bairro Avelino Leal (Bairro Novo) 
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    Lula e o biruta que se acha Napoleão Bonaparte

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    Os jornalistas petistas estão preocupados com Lula. Parece que o presidente da República resiste a admitir a realidade sobre si próprio e sobre o mundo no qual vive. Não entende por que a sua aprovação desabou.

    Ele ainda acha que o seu gogó populista tem o apelo de vinte anos atrás e não compreende que as redes sociais são muito mais efetivas do que comício para pobre.

    Claro que a idade pesa na compreensão das mudanças que ocorrem conosco e à nossa volta, mas pesa bem mais o congelamento da nossa autoimagem no período em que se experimentou o auge. Ou seja, a negação de aceitar as novas condições objetivas com as quais se tem de lidar. É demonstração de certa alienação.

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    Longe de mim dizer que Lula está maluco — maluco é o eleitor brasileiro que vai com o primeiro que lhe aparece pela frente —, mas quem se enxerga maior do que sempre foi ou se vê do tamanho que já tem mais lembra o biruta que se acha Napoleão Bonaparte.

    O aspecto interessante é que, no final da sua vida, nem Napoleão Bonaparte se achava Napoleão Bonaparte durante todo o tempo.

    Um dos primeiros biógrafos do corso, Stendhal conta que, ao visitar Napoleão no exílio em Elba, um admirador se surpreendeu com a tranquilidade com a qual ele suportava a mudança do seu destino. Ao manifestar a sua supresa, o visitante ouviu a explicação:

    “É porque todo mundo ficou, acho, mais surpreso do que eu. Não tenho opinião muito boa sobre os homens e sempre desconfiei da sorte; além disso, gostei pouco do poder; meus irmãos foram muito mais reis do que eu. Eles tiveram os prazeres da realeza, eu não tive quase nada além dos deveres”, disse o ex-imperador da França.

    Ainda assim, Napoleão Bonaparte insistiu em voltar a reinar e seria exilado outra vez, agora em Santa Helena, por ter cometido erros de governo idênticos aos do seu primeiro reinado — erros que lhe foram mais fatais do que a batalha de Waterloo, segundo Stendhal.

    Não importa o grau de consciência sobre nós próprios e sobre o mundo que nos cerca, as nossas reprises são sempre ruins.

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