Celebração da morte de Jesus
Muito tempo atrás, Deus revelou uma mensagem a um profeta. Deus disse que um dia as pessoas vão viver em harmonia com a natureza. Ninguém vai ficar doente. As famílias vão construir suas próprias casas, tirar seu sustento da terra e ficar muito satisfeitas com seu trabalho. — Isaías 11:6-9; 35:5, 6; 65:21-23.
Como podemos ter certeza que isso vai acontecer? Jesus fez milagres para mostrar às pessoas que o mundo inteiro vai ser bom assim. Ele também morreu por nós. Por causa da morte dele, a tristeza vai deixar de existir e todas as promessas de Deus vão se cumprir. A morte de Jesus foi tão importante que ele mandou seus discípulos se reunirem todos os anos para lembrar da morte dele. — Lucas 22:19, 20.
Pelo calendário usado nos tempos bíblicos, o dia da morte de Jesus vai cair neste ano na terça-feira, dia 11 de abril. As Testemunhas de Jeová convidam você para estar com elas nessa data e aprender como a morte dele pode ajudar você e sua família.
As Testemunhas de Jeová convidam toda a comunidade tarauacaense para estar presente a Celebração da morte de Cristo. 
Evento bíblico gratuito dia 11 de Abril, em dois horários:
18 às 19h ou das 19:40h às 20:40h
No Salão do Reino das Testemunhas de Jeová na entrada do Bairro Avelino Leal (Bairro Novo) 
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    Manifestantes realizam protesto contra o PL da Devastação em São Paulo

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    Centenas de pessoas foram às ruas neste sábado (7), na Marcha pelo Clima, em São Paulo. Os manifestantes partiram do Museu de Arte de São Paulo Assis Chateaubriand (Masp) e seguiram até a Favela do Moinho, que recentemente foi palco de atos de repressão por parte de agentes de segurança pública, com tentativas de remoção forçada de moradores.

    A principal pauta que motivou o protesto foi a aprovação, no Senado Federal, na penúltima semana de maio, do Projeto de Lei (PL) 2.159/2021, que estabelece um novo marco legal para o licenciamento ambiental no Brasil. O texto, que tramitou durante mais de duas décadas no Congresso Nacional, foi aprovado na Casa com 54 votos favoráveis e 13 contrários, e acende um alerta vermelho para ambientalistas pelo fato de relaxar regras em diversos cenários.




    Manifestantes protestam contra o PL 2.159 – Paulo Pinto/Agência Brasil

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    O PL, por exemplo, faz com que os órgãos competentes deixem de exigir licenciamento ambiental para liberar atividades que supostamente não ofereçam risco ambiental e as executadas sob a justificativa de serem uma questão de soberania nacional ou de calamidade pública. Também ficam dispensados de licenciamento empreendimentos agropecuários para cultivo de espécies de interesse agrícola, além de pecuária extensiva, semi-intensiva e intensiva de pequeno porte. A ministra do Meio Ambiente e Mudança do Clima, Marina Silva, classificou a proposta aprovada de inconstitucional.

    No protesto da capital paulista, manifestantes caminhavam agitando bandeiras com frases como “Não tem planeta B” e sob o som de palavras de ordem a exemplo de “Eu nunca vi, eu quero ver a reforma agrária no Brasil acontecer”. Em um dos discursos, uma das líderes participantes do ato afirmou que “não há mais o que fazer senão parar o aquecimento global”.

    Outra liderança lembrou a tragédia desencadeada por conta das operações da empresa Braskem em Maceió e o papel do agronegócio, enfatizado por ela como “totalmente destrutivo, irresponsável e ligado à maior bancada do Congresso Nacional”. A Braskem levou diversos bairros da capital alagoana ao limite, provocando sua evacuação, como resultado da  extração de sal-gema nesses locais, caso grave que gerou grande repercussão e a criação de uma comissão parlamentar de inquérito (CPI) no Senado.




    Manifestantes seguiram do Masp até a Favela do Moinho – Foto: Paulo Pinto/Agência Brasil

    Para a covereadora Nathalia Santana, integrante da bancada feminista, o texto, que ficou conhecido como PL da Devastação, pelas consequências que é capaz de provocar, evidencia o negacionismo climático presente no Senado e na Câmara dos Deputados.

    “O PL vai colocar em risco todas as populações urbanas e rurais, incluindo populações indígenas, quilombolas. É importante destacar a zona urbana no debate sobre a proposta para a gente conseguir popularizar a pauta ambiental e conectar a devastação com a vida real das pessoas”, afirmou.

    Uma pesquisa recente mostra que a principal forma de as pessoas confirmarem as mudanças climáticas é a observação de seu impacto no dia a dia.

    “Porque significa que as favelas vão ficar mais quentes, a gente vai ter os nossos territórios e a nossa água contaminados, vai ter mais escassez hídrica nas favelas. Então, a gente precisa falar na linguagem do povo, sem palavras academicistas e que estão na boca dessa luta ambientalista que, por muitas vezes, acaba sendo classista e branca, não colocando a perspectiva de gênero, classe e raça no debate”, complementou Nathalia Santana, que é engenheira ambiental e negra.

    “A marcha é um grito de urgência não só pelo futuro como pelo presente”, sintetizou ao microfone a deputada federal Sâmia Bomfim (PSOL-SP).

     




    Ato em São Paulo contra o chamado PL da Devastação – Foto: Paulo Pinto/Agência Brasil

    A aposentada e ativista Sol Teixeira, que atua hoje nas articulações do Movimento Nacional pelo Fim da Exportação de Animais Vivos, chama a atenção para a exploração de animais, elemento que faz parte do agronegócio, e para a necessidade de os direitos dos animais também serem tratado com seriedade, assim como os direitos humanos.

    Para ilustrar a tortura a que se sujeitam bovinos, ela ressalta os que são enviados ao exterior e são submetidos a choques elétricos e outras formas de controle pela dor, ficando confinados em embarcações, em situação insalubre e cruel. Muitos deles, menciona, sofrem fraturas, feridas infeccionadas e sobrevivem, até chegar ao destino, em meio a fezes, enquanto outros não resistem e morrem no percurso.

    “Na verdade, quem enriquece? Os pecuaristas, um grupo muito pequeno. E, se a gente for fazendo todo um desdobramento, os pastos, a monocultura, o veneno [agrotóxicos], a gente chega à devastação.”

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