Celebração da morte de Jesus
Muito tempo atrás, Deus revelou uma mensagem a um profeta. Deus disse que um dia as pessoas vão viver em harmonia com a natureza. Ninguém vai ficar doente. As famílias vão construir suas próprias casas, tirar seu sustento da terra e ficar muito satisfeitas com seu trabalho. — Isaías 11:6-9; 35:5, 6; 65:21-23.
Como podemos ter certeza que isso vai acontecer? Jesus fez milagres para mostrar às pessoas que o mundo inteiro vai ser bom assim. Ele também morreu por nós. Por causa da morte dele, a tristeza vai deixar de existir e todas as promessas de Deus vão se cumprir. A morte de Jesus foi tão importante que ele mandou seus discípulos se reunirem todos os anos para lembrar da morte dele. — Lucas 22:19, 20.
Pelo calendário usado nos tempos bíblicos, o dia da morte de Jesus vai cair neste ano na terça-feira, dia 11 de abril. As Testemunhas de Jeová convidam você para estar com elas nessa data e aprender como a morte dele pode ajudar você e sua família.
As Testemunhas de Jeová convidam toda a comunidade tarauacaense para estar presente a Celebração da morte de Cristo. 
Evento bíblico gratuito dia 11 de Abril, em dois horários:
18 às 19h ou das 19:40h às 20:40h
No Salão do Reino das Testemunhas de Jeová na entrada do Bairro Avelino Leal (Bairro Novo) 

Masp é investigado pela venda de cavaletes originais de Lina Bo Bardi

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O Museu de Arte de São Paulo (Masp) está sendo investigado pelo Instituto do Patrimônio Histórico Nacional (Iphan) pela venda de cerca de 20 cavaletes originais da artista Lina Bo Bardi, feita ao longo dos últimos três anos. O órgão federal, que tombou o museu e suas peças, afirma não ter sido comunicado sobre as transações.

A venda iniciou-se em 2022, como plano de levantar fundos diante das restrições impostas pela pandemia. Os 20 cavaletes originais, do período entre 1968 e 1996, foram oferecidos pelo valor de R$ 75 mil cada. Outros cinco ainda estão à venda pelo mesmo valor na própria loja do museu.

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Lina Bo Bardi foi uma arquiteta modernista responsável pelo projeto do Museu de Arte de São Paulo (Masp)

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Os cavaletes originais, segundo responsáveis pela curadoria do museu, já não estavam em condições de serem expostos

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Foi solicitada uma réplica dos cavaletes de Bo Bardi que preservasse esteticamente o conceito da arquiteta

Reprodução/Metro Arquitetos

Segundo o Masp, as peças já não estavam adequadas para serem exibidas segundos “padrões museológicos atuais”, quebrando com facilidade. Por conta disso, a administração do espaço solicitou réplicas modernizadas em 2015 que “respeitassem a concepção original de Bo Bardi”. Os cavaletes originais foram então oferecidos a patronos do museu e, em seguida, ao público geral.

Em nota ao Metrópoles, o Iphan afirma que não foi comunicado sobre essas transações e defende que todo o patrimônio do museu é tombado em nível federal, fato que não necessariamente impede a comercialização das peças. “Ressalta-se que, em regra, a comercialização de acervos tombados privados não é proibida, já que o tombamento não incide sobre o direito de propriedade dos bens. Contudo, reitera-se que tal venda deve ser comunicada ao Iphan”. O órgão declara ainda que abriu um processo administrativo no dia 5 de junho para apurar em que situação se encontra atualmente as peças tombadas.

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A administração do museu, porém, entende que o tombamento não é específico a cada peça e sim ao conjunto expositivo de Lina Bo Bardi como um conceito geral. Por isso, mesmo que sejam réplicas dos originais que retornam ao museu, a preservação ainda assim está mantida.

“O parecer do Iphan ressalta o valor das peças enquanto expressão de um conceito, e não como bens tombados de maneira individual e autônoma. Tal entendimento foi ratificado pelo museu”. O Masp diz ainda que a venda dos cavaletes respeita os marcos legais de preservação do patrimônio e reafirma o compromisso com a trasnparência administrativa e a valorização do legado de Bo Bardi, “conciliando preservação histórica com práticas museológicas atuais”.

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