Celebração da morte de Jesus
Muito tempo atrás, Deus revelou uma mensagem a um profeta. Deus disse que um dia as pessoas vão viver em harmonia com a natureza. Ninguém vai ficar doente. As famílias vão construir suas próprias casas, tirar seu sustento da terra e ficar muito satisfeitas com seu trabalho. — Isaías 11:6-9; 35:5, 6; 65:21-23.
Como podemos ter certeza que isso vai acontecer? Jesus fez milagres para mostrar às pessoas que o mundo inteiro vai ser bom assim. Ele também morreu por nós. Por causa da morte dele, a tristeza vai deixar de existir e todas as promessas de Deus vão se cumprir. A morte de Jesus foi tão importante que ele mandou seus discípulos se reunirem todos os anos para lembrar da morte dele. — Lucas 22:19, 20.
Pelo calendário usado nos tempos bíblicos, o dia da morte de Jesus vai cair neste ano na terça-feira, dia 11 de abril. As Testemunhas de Jeová convidam você para estar com elas nessa data e aprender como a morte dele pode ajudar você e sua família.
As Testemunhas de Jeová convidam toda a comunidade tarauacaense para estar presente a Celebração da morte de Cristo. 
Evento bíblico gratuito dia 11 de Abril, em dois horários:
18 às 19h ou das 19:40h às 20:40h
No Salão do Reino das Testemunhas de Jeová na entrada do Bairro Avelino Leal (Bairro Novo) 
MAIS

    Miliciano Zinho é mantido em presídio de segurança máxima, em Brasília

    Por



    O Grupo de Atuação Especializada no Combate ao Crime Organizado do Ministério Público do Rio de Janeiro (Gaeco), obteve decisão judicial que mantém o miliciano Luís Antônio da Silva Braga, conhecido como Zinho, em presídio federal de segurança máxima, em Brasília (DF). A decisão é do Juízo da 1ª Vara Especializada em Organização Criminosa do Rio de Janeiro.

    Zinho já foi o miliciano mais procurado do Rio de Janeiro. Ele se entregou no dia 24 de dezembro de 2023, na Superintendência Regional da Polícia Federal no Rio de Janeiro. Antes, ele estava foragido desde 2018. Zinho comandou ações criminosas que pararam a zona oeste da capital com mais de 30 ônibus queimados.

    Notícias relacionadas:

    A pedido do MPRJ, em fevereiro de 2024, o miliciano foi transferido para o sistema penitenciário federal, com base em sua periculosidade e no risco que sua presença representava ao sistema carcerário estadual. Ele responde a diversas acusações, entre elas homicídio, constituição de milícia, extorsão, porte ilegal de arma de fogo, ocultação de cadáver e organização criminosa. O miliciano possui 23 anotações criminais e exerce papel central na organização criminosa atuante na zona oeste do Rio de Janeiro, com histórico de violência, repressão armada e dominação territorial.

    De acordo com informações da Coordenadoria de Segurança e Inteligência do Sistema Penitenciário, a presença de Zinho no sistema prisional fluminense “poderia desestabilizar a ordem interna nas unidades prisionais do Estado e facilitar a articulação de atividades criminosas externas”.

    Sair da versão mobile