Celebração da morte de Jesus
Muito tempo atrás, Deus revelou uma mensagem a um profeta. Deus disse que um dia as pessoas vão viver em harmonia com a natureza. Ninguém vai ficar doente. As famílias vão construir suas próprias casas, tirar seu sustento da terra e ficar muito satisfeitas com seu trabalho. — Isaías 11:6-9; 35:5, 6; 65:21-23.
Como podemos ter certeza que isso vai acontecer? Jesus fez milagres para mostrar às pessoas que o mundo inteiro vai ser bom assim. Ele também morreu por nós. Por causa da morte dele, a tristeza vai deixar de existir e todas as promessas de Deus vão se cumprir. A morte de Jesus foi tão importante que ele mandou seus discípulos se reunirem todos os anos para lembrar da morte dele. — Lucas 22:19, 20.
Pelo calendário usado nos tempos bíblicos, o dia da morte de Jesus vai cair neste ano na terça-feira, dia 11 de abril. As Testemunhas de Jeová convidam você para estar com elas nessa data e aprender como a morte dele pode ajudar você e sua família.
As Testemunhas de Jeová convidam toda a comunidade tarauacaense para estar presente a Celebração da morte de Cristo. 
Evento bíblico gratuito dia 11 de Abril, em dois horários:
18 às 19h ou das 19:40h às 20:40h
No Salão do Reino das Testemunhas de Jeová na entrada do Bairro Avelino Leal (Bairro Novo) 
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    Motorista é agredido por empresário com chave de roda após colisão

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    O empresário Felipe Fagundes Parreira, 20 anos, foi preso no último sábado (31/5), após agredir com uma chave de roda um jovem de 27 anos. A violência física teria ocorrido após uma colisão no Setor de Clubes Esportivos Sul (SCES). Detido por embriaguez ao volante, injúria e lesão corporal, o agressor acabou liberado depois de pagar R$ 5 mil como fiança.

    A vítima da agressão é amiga do motorista de aplicativo Thyago Raniery Alves de Araújo, 26, que atingiu com um BYD a traseira do automóvel de Felipe, uma Mercedes-Benz.

    O homem agredido e mais quatro conhecidos, todos da mesma profissão e colegas de Thyago, foram chamados pelo amigo para o local da colisão, por estarem em uma festa na área.

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    Thyago alegou que Felipe dirigia no meio de duas faixas da pista e em velocidade bem abaixo da máxima permitida. Porém, ao tentar desviar do empresário, acabou batendo na traseira do outro veículo.

    O motorista de aplicativo transportava uma passageira e teria aguardado um tempo dentro do próprio carro após a colisão. Quando os colegas dele chegaram, os seis teriam sido xingados e ameaçados pelo empresário, que aparentava estar alcoolizado.

    “Vocês não sabem com quem estão mexendo. Vocês [motoristas de aplicativo] são uma desgraça. Vocês não têm dinheiro”, teria dito Felipe, segundo depoimento de Thyago.

    Discurso desconexo

    Após verificarem que o veículo do motorista de app tinha uma vazamento de combustível, os amigos dele ficaram preocupados e acionaram o Corpo de Bombeiros Militar do Distrito Federal (CBMDF).

    Nesse momento, Felipe teria pegado uma chave de roda e batido com ela no rosto de um dos amigos de Thyago. A vítima precisou levar sete pontos, e a agressão foi flagrada pela Polícia Militar do Distrito Federal (PMDF), que chegava ao local da ocorrência e abordou o empresário.

    Depois de ser atendido pelo CBMDF, o amigo de Thyago foi levado para o Hospital de Base (HBDF), onde recebeu vacina antitetânica, e, depois, encaminhado para a 1ª Delegacia de Polícia (Asa Sul), para depor.

    Os policiais militares comunicaram durante o registro de ocorrência que acharam Felipe no local do acidente em estado alterado, com discurso desconexo e com odor etílico.

    Além disso, o empresário se recusou a soprar o bafômetro, mas a perícia do Instituto de Medicina Legal (IML) concluiu que ele havia ingerido bebida alcoólica.

    Versão de Felipe

    Felipe alegou que Thyago estava a mais de 100km/h e que a velocidade da via que era de 60km/h. Ele acrescentou que, após a colisão, foi cercado pelos motoristas de aplicativo e que agrediu o amigo do motorista de aplicativo para revidar um soco recebido.

    Os dois carros acabaram guinchados do local do acidente, por estarem com a documentação irregular, segundo a PMDF, e pelo fato de os motoristas envolvidos não terem entrado em acordo em relação aos pagamento dos prejuízos materiais.

    Por um lado, a vítima agredida pretende protocolar uma representação criminal contra Felipe, devido à violência sofrida, mas não pela injúria – decorrente dos xingamentos aos motoristas de aplicativo.

    Por outro, o empresário quer intimar judicialmente a vítima, sob a alegação de que recebeu um soco no rosto.

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