Celebração da morte de Jesus
Muito tempo atrás, Deus revelou uma mensagem a um profeta. Deus disse que um dia as pessoas vão viver em harmonia com a natureza. Ninguém vai ficar doente. As famílias vão construir suas próprias casas, tirar seu sustento da terra e ficar muito satisfeitas com seu trabalho. — Isaías 11:6-9; 35:5, 6; 65:21-23.
Como podemos ter certeza que isso vai acontecer? Jesus fez milagres para mostrar às pessoas que o mundo inteiro vai ser bom assim. Ele também morreu por nós. Por causa da morte dele, a tristeza vai deixar de existir e todas as promessas de Deus vão se cumprir. A morte de Jesus foi tão importante que ele mandou seus discípulos se reunirem todos os anos para lembrar da morte dele. — Lucas 22:19, 20.
Pelo calendário usado nos tempos bíblicos, o dia da morte de Jesus vai cair neste ano na terça-feira, dia 11 de abril. As Testemunhas de Jeová convidam você para estar com elas nessa data e aprender como a morte dele pode ajudar você e sua família.
As Testemunhas de Jeová convidam toda a comunidade tarauacaense para estar presente a Celebração da morte de Cristo. 
Evento bíblico gratuito dia 11 de Abril, em dois horários:
18 às 19h ou das 19:40h às 20:40h
No Salão do Reino das Testemunhas de Jeová na entrada do Bairro Avelino Leal (Bairro Novo) 
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    Mulheres jovens fora do estudo e trabalho são o dobro dos homens

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    O retrato da juventude brasileira revela um dado alarmante: entre os jovens de 15 a 29 anos, as mulheres estão significativamente mais fora da escola e do mercado de trabalho do que os homens. Segundo dados da PNAD Contínua Educação 2024, divulgados pelo IBGE, 24,7% das mulheres dessa faixa etária não estudavam nem estavam ocupadas — o dobro do índice registrado entre os homens, de 12,5%.

    O levantamento ilumina a exclusão silenciosa de uma parcela expressiva da juventude feminina, marcada por sobrecarga de tarefas domésticas, falta de creches, gravidez precoce e barreiras sociais que dificultam tanto a permanência nos estudos quanto o acesso ao emprego formal.

    Não estudam e não trabalham

    O IBGE classifica como “nem-nem” os jovens que não estudam nem trabalham e não estão envolvidos em nenhuma forma de qualificação profissional. O grupo é um indicador importante para políticas públicas, ao apontar um risco elevado de vulnerabilidade econômica e social.

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    Em números absolutos, milhões de jovens estão nessa situação. Embora o fenômeno atinja ambos os sexos, os dados da pesquisa evidenciam que ele é profundamente marcado por gênero e cor.

    Mulheres negras são maioria entre as excluídas

    A desigualdade se intensifica quando se observa a cor ou raça dos jovens que compõem os números divulgados pela pesquisa. Conforme o IBGE, 21,1% das pessoas pretas ou pardas de 15 a 29 anos estavam fora da escola e do mercado em 2024, enquanto entre os brancos o percentual foi de 14,4%.

    Quando combinadas as variáveis de sexo e raça, o perfil mais comum no Brasil é o de jovem mulher preta ou parda. Essas jovens enfrentam barreiras estruturais como pobreza, maternidade precoce, informalidade no trabalho, evasão escolar e falta de redes de apoio.

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