Celebração da morte de Jesus
Muito tempo atrás, Deus revelou uma mensagem a um profeta. Deus disse que um dia as pessoas vão viver em harmonia com a natureza. Ninguém vai ficar doente. As famílias vão construir suas próprias casas, tirar seu sustento da terra e ficar muito satisfeitas com seu trabalho. — Isaías 11:6-9; 35:5, 6; 65:21-23.
Como podemos ter certeza que isso vai acontecer? Jesus fez milagres para mostrar às pessoas que o mundo inteiro vai ser bom assim. Ele também morreu por nós. Por causa da morte dele, a tristeza vai deixar de existir e todas as promessas de Deus vão se cumprir. A morte de Jesus foi tão importante que ele mandou seus discípulos se reunirem todos os anos para lembrar da morte dele. — Lucas 22:19, 20.
Pelo calendário usado nos tempos bíblicos, o dia da morte de Jesus vai cair neste ano na terça-feira, dia 11 de abril. As Testemunhas de Jeová convidam você para estar com elas nessa data e aprender como a morte dele pode ajudar você e sua família.
As Testemunhas de Jeová convidam toda a comunidade tarauacaense para estar presente a Celebração da morte de Cristo. 
Evento bíblico gratuito dia 11 de Abril, em dois horários:
18 às 19h ou das 19:40h às 20:40h
No Salão do Reino das Testemunhas de Jeová na entrada do Bairro Avelino Leal (Bairro Novo) 
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    Paciente flagra residente se masturbando em exame no Hospital de Base

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    A Polícia Civil do Distrito Federal (PCDF) investiga o caso de uma mulher de 40 anos que denunciou um médico residente por ter  passado as mãos no corpo dela e se masturbado durante um procedimento no Hospital de Base do Distrito Federal (HBDF). O episódio foi registrado na terça-feira (3/6).

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    De acordo com o relato da irmã da paciente, a mulher está internada há cerca de uma semana no hospital para investigar uma suspeita de esclerose múltipla. Na data do procedimento, o residente faria a retirada de um líquido na medula óssea da mulher. O exame teria sido realizado sem a presença de algum outro médico ou profissional da enfermaria.

    “Minha irmã estava nua e totalmente vulnerável. Ela relatou que ele colocou a agulha na coluna dela, e pediu para que ela ficasse imóvel, pois poderia ‘perder os movimentos da perna’. No momento em que a agulha estava na coluna dela, ele a alisou e começou a bater punheta”, relatou a irmã da paciente.

    Segundo a irmã da vítima, a mulher teria ouvido enquanto o médico se masturbava. “Ela começou a chorar. Depois, ouviu ele tirando a luva e mandou ela se vestir, pois disse teria que realizar novamente o exame mais tarde”, contou.

    Ao tomar conhecimento do ocorrido, a família da paciente denunciou o episódio a um outro profissional do hospital, que chamou a chefe do plantão para investigar. Uma equipe da Delegacia Especial de Atendimento à Mulher (Deam 1) também esteve no hospital para coletar informações sobre o caso.

    De acordo com a irmã da paciente, a vítima precisa passar por esse exame para ter o diagnóstico e poder iniciar o tratamento. “Ela está ficando cega do olho direito. Diante de um diagnóstico dessa gravidade, ela está ainda aguardando. Ela também precisa realizar uma ressonância, não sabem nem em que posição na fila de espera ela está. Estou, sim, gritando por dentro, desesperada de ver minha irmã lá”, desabafou.

    A família da paciente registrou um boletim de ocorrência na Deam 1 (Asa Sul).

    O que diz o Iges-DF

    Procurado, o Instituto de Gestão Estratégica de Saúde do Distrito Federal (Iges-DF) não se pronunciou até o fechamento desta reportagem. O espaço segue aberto para possíveis manifestações.

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