Celebração da morte de Jesus
Muito tempo atrás, Deus revelou uma mensagem a um profeta. Deus disse que um dia as pessoas vão viver em harmonia com a natureza. Ninguém vai ficar doente. As famílias vão construir suas próprias casas, tirar seu sustento da terra e ficar muito satisfeitas com seu trabalho. — Isaías 11:6-9; 35:5, 6; 65:21-23.
Como podemos ter certeza que isso vai acontecer? Jesus fez milagres para mostrar às pessoas que o mundo inteiro vai ser bom assim. Ele também morreu por nós. Por causa da morte dele, a tristeza vai deixar de existir e todas as promessas de Deus vão se cumprir. A morte de Jesus foi tão importante que ele mandou seus discípulos se reunirem todos os anos para lembrar da morte dele. — Lucas 22:19, 20.
Pelo calendário usado nos tempos bíblicos, o dia da morte de Jesus vai cair neste ano na terça-feira, dia 11 de abril. As Testemunhas de Jeová convidam você para estar com elas nessa data e aprender como a morte dele pode ajudar você e sua família.
As Testemunhas de Jeová convidam toda a comunidade tarauacaense para estar presente a Celebração da morte de Cristo. 
Evento bíblico gratuito dia 11 de Abril, em dois horários:
18 às 19h ou das 19:40h às 20:40h
No Salão do Reino das Testemunhas de Jeová na entrada do Bairro Avelino Leal (Bairro Novo) 
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    Pesquisa revela se Brasília tem mais católicos ou evangélicos. Confira

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    O Censo Demográfico de 2022 – Religiões, divulgado pelo Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística (IBGE) nesta sexta-feira (6/6), aponta que houve uma redução de católicos apostólicos romanos no Distrito Federal, saindo de 57,2% em 2010, para 49,7% em 2022. A pesquisa considera a população com 10 anos ou mais de idade.

    Por outro lado, observou-se aumento entre os evangélicos, passando de 26,1% para 29,2% no mesmo período comparado.

    Na capital do país, os dados censitários também indicaram um pequeno declínio na religião espírita durante o intervalo analisado, passando de 3,7% em 2010, para 3,3%

    Além disso, houve aumento na religião umbanda e candomblé, que saiu de 0,2% em 2010, para 0,9% em 2022.

    De acordo com o Censo 2022, entre as Unidades da Federação, o Distrito Federal registrou a sexta maior proporção de pessoas que se declararam sem religião (11,3%) em 2022.

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    Grupos de idade

    Embora os católicos apostólicos romanos sejam a maioria em todas as faixas etárias, a proporção desse grande grupo variou de 43,6%, entre pessoas de 20 a 24 anos, a 65,6% nos cristãos com 80 anos ou mais.

    Entre os evangélicos, a relação é inversa: é o grupo mais jovem, de 10 a 14 anos, que registra o maior resultado, 34,9%, e o grupo mais velho, de 80 anos ou mais, que apresenta o menor, 20,7% na capital federal.

    O grande grupo sem religião atingiu sua proporção máxima no grupo de idade entre 20 e 24 anos (16,7%), e o mínimo entre a população com 80 anos ou mais.

    Cor ou raça

    O Censo Demográfico 2022 mostrou ainda que, no Distrito Federal, das pessoas que se declararam brancas, 52,3% se identificavam como católicas apostólicas romanas, 24,8% se identificavam como evangélicas e 11,9%, como sem religião, para os maiores percentuais.

    Embora o catolicismo seja o maior grande grupo de religião em todas as categorias de cor ou raça, 32,4% das pessoas pardas se identificavam com a religião evangélica, grupo religioso fortemente presente também entre os que se declararam pretos (31,3%).

    Entre os de cor ou raça amarela, 20,1% eram sem religião, maior percentual para o grupo religioso. Entre os indígenas, 39,6% eram católicos romanos, 29,8% eram evangélicos e 12,3% eram sem religião.

    A umbanda e o candomblé era a religião de 4,5% dos que se declararam indígenas, maior percentual para o grupo religioso.

    Alfabetização

    Ao analisar as taxas de analfabetismo segundo os grandes grupos de religião, nota-se que, no Distrito Federal, os católicos (2,6%) e os evangélicos (2,5%) foram os religiosos que apresentaram as maiores taxas de analfabetismo das pessoas de 15 anos ou mais de idade.

    Apesar disso, entre as Unidades da Federação, o Distrito Federal possui o menor percentual de católicos e evangélicos analfabetos.

    Os grupos religiosos com as menores taxas de analfabetismo foram pessoas que se declararam espíritas, com 0,7% e, os umbandistas/candomblecistas, com 1,1% de analfabetos na capital federal.

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