Celebração da morte de Jesus
Muito tempo atrás, Deus revelou uma mensagem a um profeta. Deus disse que um dia as pessoas vão viver em harmonia com a natureza. Ninguém vai ficar doente. As famílias vão construir suas próprias casas, tirar seu sustento da terra e ficar muito satisfeitas com seu trabalho. — Isaías 11:6-9; 35:5, 6; 65:21-23.
Como podemos ter certeza que isso vai acontecer? Jesus fez milagres para mostrar às pessoas que o mundo inteiro vai ser bom assim. Ele também morreu por nós. Por causa da morte dele, a tristeza vai deixar de existir e todas as promessas de Deus vão se cumprir. A morte de Jesus foi tão importante que ele mandou seus discípulos se reunirem todos os anos para lembrar da morte dele. — Lucas 22:19, 20.
Pelo calendário usado nos tempos bíblicos, o dia da morte de Jesus vai cair neste ano na terça-feira, dia 11 de abril. As Testemunhas de Jeová convidam você para estar com elas nessa data e aprender como a morte dele pode ajudar você e sua família.
As Testemunhas de Jeová convidam toda a comunidade tarauacaense para estar presente a Celebração da morte de Cristo. 
Evento bíblico gratuito dia 11 de Abril, em dois horários:
18 às 19h ou das 19:40h às 20:40h
No Salão do Reino das Testemunhas de Jeová na entrada do Bairro Avelino Leal (Bairro Novo) 
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    PF: dossiê de líder do PT tem 88 “provas” e argumentos contra Eduardo

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    O dossiê apresentado à Polícia Federal (PF) nesta segunda-feira (2/6) pelo líder do PT na Câmara, Lindbergh Farias (RJ), aponta 88 provas e argumentos contra o deputado licenciado Eduardo Bolsonaro (PL-SP). O petista quer municiar os agentes e pediu indiciamento do filho do ex-presidente Jair Bolsonaro pelos crimes de coação no curso do processo, obstrução de Justiça e de alta traição à pátria e segurança do Estado.

    Segundo o relato de interlocutores que acompanharam o depoimento e acessaram o documento, Lindbergh indicou à PF que Eduardo age a mando de Bolsonaro e é financiado por ele. O líder do PT também citou um relatório com 666 ataques a autoridades brasileiras. O petista também solicitou indiciamento e apresentou supostas provas contra o deputado Felipe Barros (PL-PR) e o empresário e comunicador Paulo Figueiredo, neto do ex-presidente João Figueiredo.

    Lindbergh destacou, também, no dossiê o uso de recursos da campanha de arrecadação de dinheiro feita por Jair Bolsonaro, oficialmente para o pagamento de multas. O líder do PT sugeriu à PF que o dinheiro, na verdade, foi utilizado para financiar encontros com lideranças políticas estrangerias e ações diplomáticas contra autoridades políticas, além de ministros do Supremo Tribunal Federal e de outras instâncias na Justiça.

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    Eduardo está nos Estados Unidos desde fevereiro e garantiu que permaneceria no país para articular junto ao governo Donald Trump ações contra o Supremo Tribunal Federal (STF) e, em especial, contra o ministro Alexandre de Moraes. O ex-presidente é réu na Corte por suposta tentativa de golpe de Estado e está inelegível até 2030, por decisão do Tribunal Superior Eleitoral (TSE).

    Mesmo nos EUA, Eduardo passou a ser visto como uma opção de parte do PL para disputar a eleição de 2026, diante da preferência de Bolsonaro por ter alguém com seu próprio sangue como candidato da direita.

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