Celebração da morte de Jesus
Muito tempo atrás, Deus revelou uma mensagem a um profeta. Deus disse que um dia as pessoas vão viver em harmonia com a natureza. Ninguém vai ficar doente. As famílias vão construir suas próprias casas, tirar seu sustento da terra e ficar muito satisfeitas com seu trabalho. — Isaías 11:6-9; 35:5, 6; 65:21-23.
Como podemos ter certeza que isso vai acontecer? Jesus fez milagres para mostrar às pessoas que o mundo inteiro vai ser bom assim. Ele também morreu por nós. Por causa da morte dele, a tristeza vai deixar de existir e todas as promessas de Deus vão se cumprir. A morte de Jesus foi tão importante que ele mandou seus discípulos se reunirem todos os anos para lembrar da morte dele. — Lucas 22:19, 20.
Pelo calendário usado nos tempos bíblicos, o dia da morte de Jesus vai cair neste ano na terça-feira, dia 11 de abril. As Testemunhas de Jeová convidam você para estar com elas nessa data e aprender como a morte dele pode ajudar você e sua família.
As Testemunhas de Jeová convidam toda a comunidade tarauacaense para estar presente a Celebração da morte de Cristo. 
Evento bíblico gratuito dia 11 de Abril, em dois horários:
18 às 19h ou das 19:40h às 20:40h
No Salão do Reino das Testemunhas de Jeová na entrada do Bairro Avelino Leal (Bairro Novo) 
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    PGR se posiciona a favor de lei do AM de  autoria do Delegado  Péricles que proíbe menores em paradas LGBT+

    Por Redação

    O procurador-geral da República (PGR), Paulo Gonet, se manifestou a favor de uma lei do Amazonas que proíbe a participação de crianças e adolescentes na Parada do Orgulho LGBTQIAPN+. A legislação, oriunda de um projeto do deputado estadual Delegado Péricles (PL), foi questionada no Supremo Tribunal Federal (STF) por associações de defesa dos direitos LGBT+, que a classificaram como injusta e que parte de uma ideia errônea de que a sexualidade pode ser influenciada.

    A posição de Gonet vai em contraponto à Advocacia-Geral da União (AGU), opinou pela inconstitucionalidade da norma. No documento, o chefe da PGR relembrou um argumento utilizado pelo ministro Luiz Fux para vetar a participação de menores em passeatas pela descriminalização das drogas, que embora sejam “lícitas em uma sociedade democrática”, não seriam próprias para a “presença de crianças e adolescentes, diante do conteúdo adulto veiculado”.

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