Celebração da morte de Jesus
Muito tempo atrás, Deus revelou uma mensagem a um profeta. Deus disse que um dia as pessoas vão viver em harmonia com a natureza. Ninguém vai ficar doente. As famílias vão construir suas próprias casas, tirar seu sustento da terra e ficar muito satisfeitas com seu trabalho. — Isaías 11:6-9; 35:5, 6; 65:21-23.
Como podemos ter certeza que isso vai acontecer? Jesus fez milagres para mostrar às pessoas que o mundo inteiro vai ser bom assim. Ele também morreu por nós. Por causa da morte dele, a tristeza vai deixar de existir e todas as promessas de Deus vão se cumprir. A morte de Jesus foi tão importante que ele mandou seus discípulos se reunirem todos os anos para lembrar da morte dele. — Lucas 22:19, 20.
Pelo calendário usado nos tempos bíblicos, o dia da morte de Jesus vai cair neste ano na terça-feira, dia 11 de abril. As Testemunhas de Jeová convidam você para estar com elas nessa data e aprender como a morte dele pode ajudar você e sua família.
As Testemunhas de Jeová convidam toda a comunidade tarauacaense para estar presente a Celebração da morte de Cristo. 
Evento bíblico gratuito dia 11 de Abril, em dois horários:
18 às 19h ou das 19:40h às 20:40h
No Salão do Reino das Testemunhas de Jeová na entrada do Bairro Avelino Leal (Bairro Novo) 
MAIS

    Qual é o idioma mais rápido do planeta, segundo estudos

    Por

    Pesquisadores reuniram pessoas em vários lugares do mundo para ler textos em suas línguas nativas com o intuito de desvendar uma suspeita que os rondava há décadas – há idiomas mais rápidos que outros?

    Considerando apenas a velocidade bruta – ou seja, o número de sílabas pronunciadas por segundo –, foi possível concluir que sim, e quem leva a medalha de outro nesse quesito é o japonês.

    De acordo com um estudo realizado em 2011 por pesquisadores da Universidade de Lyon, na França, o idioma atinge um ritmo impressionante de 7,84 sílabas por segundo.

    Em segundo lugar, praticamente empatado, está o espanhol, com 7,82 sílabas por segundo. Em seguida, vêm o francês (7,18), o italiano (6,99), o inglês (6,19), o alemão (5,97) e o mandarim (5,18).

    Esses resultados foram corroborados pelos mesmos pesquisadores em uma investigação mais ampla publicada em 2019, na qual o linguista François Pellegrino e sua equipe confirmaram que, das 17 línguas estudadas, as mais rápidas em termos de sílabas por segundo eram o japonês e o espanhol, embora com ligeiras variações.

    O estudo colocou o basco em terceiro lugar, o finlandês em quarto e o italiano em quinto. No outro extremo da escala estavam o cantonês, o vietnamita e o tailandês. O português não aparece na sondagem.

    Tudo parece indicar que há um vencedor claro. Mas surge a pergunta: uma língua é realmente “mais rápida” simplesmente porque transmite mais sílabas por segundo?

    Leia também

    Densidade de informação

    O que Pellegrino e seus colegas descobriram foi algo surpreendente: existe uma correlação inversa entre a velocidade de pronúncia e a densidade de informação. Em outras palavras, as línguas faladas mais rapidamente tendem a conter menos informação por sílaba.

    O japonês, por exemplo, tem uma estrutura silábica extremamente simples, geralmente uma consoante seguida de uma vogal, sendo cinco as vogais à disposição. Por outro lado, o inglês, embora tenha cinco letras para representar vogais, conta com aproximadamente 20 sons vocálicos diferentes, de acordo com o Atlas Obscura. E uma única sílaba em inglês pode ser extremamente complexa: por exemplo, a palavra “strength” (força) tem um bloco com várias consoantes agrupadas.

    Um limite universal do cérebro humano?

    O mais fascinante de tudo isso é que, de acordo com a pesquisa, quando se leva em consideração tanto a velocidade quanto a densidade da informação, todas as línguas estudadas transmitem informação aproximadamente à mesma velocidade: cerca de 39 bits por segundo.

    “É como as asas dos pássaros”, explicou Christophe Coupé, um dos autores do estudo, à revista The Economist, em 2019. “Você pode ter asas grandes que precisam de poucos batimentos por segundo ou ter que bater muito as asas pequenas que você tem, mas o resultado é praticamente o mesmo em termos de voo”.

    Essa compensação entre velocidade e densidade parece indicar que existe uma faixa ideal de velocidades dentro da qual o cérebro humano pode processar informações de maneira eficiente, independentemente do idioma falado.

    O que a velocidade realmente mede?

    Vale esclarecer que há muitas variantes em jogo. Por exemplo, mesmo dentro da mesma língua, os falantes nem sempre têm o mesmo ritmo de fala: o contexto, o estado de espírito e o ambiente influenciam muito.

    Portanto, em última análise, tudo depende também de como definimos “velocidade”. Estamos falando de sílabas por segundo? De palavras? Da quantidade de informação transmitida? Do esforço cognitivo necessário para processar a mensagem?

    Os linguistas podem medir a velocidade com base no ritmo articulatório, na percepção subjetiva ou mesmo no grau de incerteza que é resolvido com cada sílaba, usando a teoria da informação de Claude Shannon, matemático e engenheiro americano que quantificou a informação na década de 1940.

    Nesse sentido, a questão se complica ainda mais quando consideramos esses outros aspectos da linguagem. Por exemplo, algumas línguas são mais eficientes na forma como codificam as informações. Em português, podemos omitir o pronome pessoal (“eu sou” por “sou”), enquanto em hebraico, nem mesmo existe o verbo “ser”, com o pronome sendo usado em seu lugar (“eu” passa o sentido de “eu sou”, por exemplo).

    Ainda mais surpreendente é o caso do paamês, língua falada numa ilha de Vanuatu, onde os possessivos incluem informações sobre a relação entre o falante e o objeto. “Meu coco” não é simplesmente isso, mas pode significar “meu coco, que pretendo comer” ou “meu coco, que cultivei” ou “meu coco, que usarei em minha casa de alguma forma diferente de comer ou beber”.

    Então, qual é a mais rápida?

    A resposta, como costuma acontecer na ciência, é “depende”. Ignorando muitas complexidades e focando apenas nas sílabas por segundo, o japonês ganha. Mas se considerarmos a eficiência na transmissão de informações, todas as línguas parecem ter evoluído para um ponto ótimo semelhante.

    É importante ressaltar que a maioria desses estudos se concentrou em línguas europeias e do leste asiático, deixando de lado milhares de idiomas fascinantes que existem no mundo e que poderiam desafiar todas as nossas suposições atuais.

    Siga a editoria de Saúde e Ciência no Instagram e fique por dentro de tudo sobre o assunto!

    Sair da versão mobile