Celebração da morte de Jesus
Muito tempo atrás, Deus revelou uma mensagem a um profeta. Deus disse que um dia as pessoas vão viver em harmonia com a natureza. Ninguém vai ficar doente. As famílias vão construir suas próprias casas, tirar seu sustento da terra e ficar muito satisfeitas com seu trabalho. — Isaías 11:6-9; 35:5, 6; 65:21-23.
Como podemos ter certeza que isso vai acontecer? Jesus fez milagres para mostrar às pessoas que o mundo inteiro vai ser bom assim. Ele também morreu por nós. Por causa da morte dele, a tristeza vai deixar de existir e todas as promessas de Deus vão se cumprir. A morte de Jesus foi tão importante que ele mandou seus discípulos se reunirem todos os anos para lembrar da morte dele. — Lucas 22:19, 20.
Pelo calendário usado nos tempos bíblicos, o dia da morte de Jesus vai cair neste ano na terça-feira, dia 11 de abril. As Testemunhas de Jeová convidam você para estar com elas nessa data e aprender como a morte dele pode ajudar você e sua família.
As Testemunhas de Jeová convidam toda a comunidade tarauacaense para estar presente a Celebração da morte de Cristo. 
Evento bíblico gratuito dia 11 de Abril, em dois horários:
18 às 19h ou das 19:40h às 20:40h
No Salão do Reino das Testemunhas de Jeová na entrada do Bairro Avelino Leal (Bairro Novo) 
MAIS

    Rússia alerta para risco de desastre nuclear com ataque dos EUA ao Irã

    Por

    O embaixador da Rússia na Organização das Nações Unidas (ONU), Vasily Nebenzya, alertou, neste domingo (22/6), que o mundo está próximo de um “desastre nuclear” após o ataque dos Estados Unidos contra o Irã. A declaração aconteceu durante reunião do Conselho de Segurança das Nações Unidas.

    “O mundo inteiro pode estar à beira de um desastre nuclear”, alerta o embaixador russo. A reunião de emergência foi marcada depois que os Estados Unidos atacaram as instalações de enriquecimento de urânio de Fordow, Natanz e Isfahan no sábado (21/6).

    Nebenzya chegou a chamar as declarações dos Estados Unidos de “cínica”, depois do bombardeio contra o território iraniano. Para ele, os EUA, “abriram uma caixa de Pandora, e ninguém sabe quais novas catástrofes e sofrimentos isso trará”.

    O embaixador russo pontuou, ainda, que o governo iraniano se apresentou disposto a negociar um cessar-fogo no Oriente Médio. No entanto, as tratativas foram precedidas pela intervenção norte-americana. “Ninguém que seja sensato pode acreditar nos nossos colegas norte-americanos”, disse

    Fordow, uma das instalações atacadas, possui capacidade para operar 3 mil centrífugas para enriquecimento de urânio, segundo estimativas da Agência Internacional de Energia Atômica (AIEA), programa da ONU para assuntos nucleares.

    Apesar da ofensiva norte-americana, Irã e Israel realizaram uma nova onda de ataques com mísseis neste fim de semana. A entrada dos Estados Unidos na guerra acontece em meio a declarações do primeiro-ministro israelense, Benjamin Netanyahu, de que o Irã estaria próximo de produzir uma arma nuclear. O governo iraniano nega as acusações.

    Trump, ainda no sábado, afirmou que se o Irã não entrar em um acordo de paz, as ofensivas contra o território do país persa podem ser intensificadas. “Isso não pode continuar. Ou haverá paz, ou haverá uma tragédia para o Irã, muito maior do que a que testemunhamos nos últimos oito dias. Lembrem-se, ainda há muitos alvos.”

    Na última semana, o ministro das Relações Exteriores iraniano, Abbas Araqchi, se reuniu com líderes do Reino Unido, da França e da Alemanha em busca de solução diplomática para sanar o conflito entre Israel e Irã.

    Sair da versão mobile