Celebração da morte de Jesus
Muito tempo atrás, Deus revelou uma mensagem a um profeta. Deus disse que um dia as pessoas vão viver em harmonia com a natureza. Ninguém vai ficar doente. As famílias vão construir suas próprias casas, tirar seu sustento da terra e ficar muito satisfeitas com seu trabalho. — Isaías 11:6-9; 35:5, 6; 65:21-23.
Como podemos ter certeza que isso vai acontecer? Jesus fez milagres para mostrar às pessoas que o mundo inteiro vai ser bom assim. Ele também morreu por nós. Por causa da morte dele, a tristeza vai deixar de existir e todas as promessas de Deus vão se cumprir. A morte de Jesus foi tão importante que ele mandou seus discípulos se reunirem todos os anos para lembrar da morte dele. — Lucas 22:19, 20.
Pelo calendário usado nos tempos bíblicos, o dia da morte de Jesus vai cair neste ano na terça-feira, dia 11 de abril. As Testemunhas de Jeová convidam você para estar com elas nessa data e aprender como a morte dele pode ajudar você e sua família.
As Testemunhas de Jeová convidam toda a comunidade tarauacaense para estar presente a Celebração da morte de Cristo. 
Evento bíblico gratuito dia 11 de Abril, em dois horários:
18 às 19h ou das 19:40h às 20:40h
No Salão do Reino das Testemunhas de Jeová na entrada do Bairro Avelino Leal (Bairro Novo) 
MAIS

    Trama: Ramagem diz que documentos sobre urnas eram anotações privadas

    Por

    Durante interrogatório no Supremo Tribunal Federal (STF), o deputado federal e ex-diretor da Agência Brasileira de Inteligência (Abin), Alexandre Ramagem (PL-RJ), negou ter enviado qualquer documento que fale sobre fraude nas eleições. Ramagem, ao responder perguntas de Alexandre de Moraes, ressaltou que documentos encontrados em seu celular eram pessoais e que nunca os enviou para ninguém.

    Ressaltou que o documento salvo com o usuário “a.lamarge”, que segundo as investigações e denúncia da Procuradoria-Geral da República (PGR), trabalharia com informações para desacreditar as urnas eram de “informações privadas”. Investigações apontam que o documento foi criado em 10 de julho de 2021 e modificado em 27 de julho do mesmo ano.

    “Não houve difusão ou encaminhamento. Era algo meu, com opiniões privadas, não oficiais. Não foi compartilhado com ninguém”, disse Ramagem a Alexandre de Moraes.

    O parlamentar ainda disse que a Polícia Federal sabia que o vídeo no celular dele era de uma sessão do STF e que mentiu para a PGR. “Entendo que não há veracidade nas imputações de crimes. Estamos aqui para demonstrar a inocência. A Polícia Federal induziu a erro a PGR e esse STF”, afirmou.

    Confira:

    Ramagem foi questionado ainda sobre o arquivo encontrado em seu computador com o nome “Bom dia, presidente”. O documento tratava da criação de um grupo para falar sobre as urnas eletrônicas.

    À pergunta de Moraes, o ex-diretor da Abin diz que o arquivo também era pessoal, para seu próprio controle. Disse ainda que o grupo que ali constava era para “discutir a viabilidade da participação da Abin no Teste Público de Segurança (TPS), realizado pelo Tribunal Superior Eleitoral”.

    Leia também

    Também no interrogatório, Ramagem negou ter monitorado autoridades ou ministros do STF por meio da Abin. “Não fiz monitoramento algum”, disse.

    Ramagem é o segundo réu em trama golpista a ser interrogado na sala da Primeira Turma do STF. O primeiro foi Mauro Cid, delator do esquema.

    Sair da versão mobile