Celebração da morte de Jesus
Muito tempo atrás, Deus revelou uma mensagem a um profeta. Deus disse que um dia as pessoas vão viver em harmonia com a natureza. Ninguém vai ficar doente. As famílias vão construir suas próprias casas, tirar seu sustento da terra e ficar muito satisfeitas com seu trabalho. — Isaías 11:6-9; 35:5, 6; 65:21-23.
Como podemos ter certeza que isso vai acontecer? Jesus fez milagres para mostrar às pessoas que o mundo inteiro vai ser bom assim. Ele também morreu por nós. Por causa da morte dele, a tristeza vai deixar de existir e todas as promessas de Deus vão se cumprir. A morte de Jesus foi tão importante que ele mandou seus discípulos se reunirem todos os anos para lembrar da morte dele. — Lucas 22:19, 20.
Pelo calendário usado nos tempos bíblicos, o dia da morte de Jesus vai cair neste ano na terça-feira, dia 11 de abril. As Testemunhas de Jeová convidam você para estar com elas nessa data e aprender como a morte dele pode ajudar você e sua família.
As Testemunhas de Jeová convidam toda a comunidade tarauacaense para estar presente a Celebração da morte de Cristo. 
Evento bíblico gratuito dia 11 de Abril, em dois horários:
18 às 19h ou das 19:40h às 20:40h
No Salão do Reino das Testemunhas de Jeová na entrada do Bairro Avelino Leal (Bairro Novo) 
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    Trump e Musk, o fim de um casamento tóxico (Por Tiago Luz Pedro)

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    Era inevitável, mas nem por isso deixou de ser menos revelador. A ruptura pública entre Donald Trump e Elon Musk, transmitida em direto e em modo “vale tudo” nas redes sociais, é o fim ruidoso de uma aliança tão funcional quanto tóxica. Enquanto durou, ambos ganhavam: Trump emprestava o Estado à fantasia messiânica de Musk; Musk dava ao trumpismo o selo de inovação e o capital de influência junto das elites digitais. Durou 136 dias. E, como em todas as histórias movidas por egos e vaidade, terminou em espetáculo.

    Musk ajudou a financiar a campanha de Trump, a amplificá-lo nas redes, a conferir-lhe uma credibilidade tecnológica que a Presidência nunca teve. Trump, por sua vez, ofereceu acesso privilegiado ao coração do poder, às verbas públicas, à máquina federal. O que os uniu não foi tanto uma visão partilhada para o país, mas sobretudo a crença cínica de que o sistema é um obstáculo a contornar. E que os fins – poder, influência, dinheiro – justificam todos os meios.

    Juntos, encarnavam a fusão perfeita entre o poder económico extremo e a agenda MAGA – uma união de conveniência entre a tecnocracia libertária de Silicon Valley e o nacional populismo trumpista. Só que a história mostrou, uma vez mais, que alianças construídas sobre o narcisismo e o desprezo pelas instituições acabam sempre em tragédia ou farsa.

    Foi uma simples divergência legislativa a acender o rastilho. Musk não suportou que a “grande e bela lei” orçamental de Trump não lhe servisse os interesses corporativos; Trump não tolerou que alguém ousasse contestá-lo. O resultado foi uma avalanche de insultos, ameaças e retweets vingativos, com Trump a ameaçar cortar contratos bilionários e Musk, no auge do delírio, a ressuscitar o nome do pedófilo Jeffrey Epstein, a propor um novo partido centrista e a deixar escapar um tímido “sim” à hipótese de destituir o Presidente que o próprio ajudou a eleger.

    No fim, não são Trump nem Musk quem mais perde. É a democracia americana. Quando as alianças mais influentes da política mundial se desfazem em memes e vendetas nas redes sociais, a questão deixa de ser “quem tem razão” e passa a ser “o que resta para defender”. A resposta, infelizmente, é “cada vez menos”.

     

    (Transcrito do PÚBLICO)

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