Celebração da morte de Jesus
Muito tempo atrás, Deus revelou uma mensagem a um profeta. Deus disse que um dia as pessoas vão viver em harmonia com a natureza. Ninguém vai ficar doente. As famílias vão construir suas próprias casas, tirar seu sustento da terra e ficar muito satisfeitas com seu trabalho. — Isaías 11:6-9; 35:5, 6; 65:21-23.
Como podemos ter certeza que isso vai acontecer? Jesus fez milagres para mostrar às pessoas que o mundo inteiro vai ser bom assim. Ele também morreu por nós. Por causa da morte dele, a tristeza vai deixar de existir e todas as promessas de Deus vão se cumprir. A morte de Jesus foi tão importante que ele mandou seus discípulos se reunirem todos os anos para lembrar da morte dele. — Lucas 22:19, 20.
Pelo calendário usado nos tempos bíblicos, o dia da morte de Jesus vai cair neste ano na terça-feira, dia 11 de abril. As Testemunhas de Jeová convidam você para estar com elas nessa data e aprender como a morte dele pode ajudar você e sua família.
As Testemunhas de Jeová convidam toda a comunidade tarauacaense para estar presente a Celebração da morte de Cristo. 
Evento bíblico gratuito dia 11 de Abril, em dois horários:
18 às 19h ou das 19:40h às 20:40h
No Salão do Reino das Testemunhas de Jeová na entrada do Bairro Avelino Leal (Bairro Novo) 
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    Trump quer investigação contra Biden por “caneta automática”. Entenda

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    O presidente dos Estados Unidos, Donald Trump, determinou a abertura de uma investigação, nessa quarta-feira (4/6), sobre o uso de “autopen”, uma espécie de caneta automática, durante o governo do ex-presidente Joe Biden. Segundo ele, auxiliares usavam o equipamento para assinar documentos e tomar decisões pelo democrata.

    O autopen é um aparelho mecânico usado para reproduzir assinaturas autênticas. Presidentes dos Estados Unidos o utilizam há décadas. No entanto, Trump afirma que parte das ações de Biden são inválidas, porque teriam sido tomadas por auxiliares em nome do então presidente, em razão do que ele classifica de “declínio cognitivo”.

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    “Essa conspiração é um dos escândalos mais perigosos e preocupantes da história americana”, escreveu Trump em um memorando. “O povo americano foi deliberadamente impedido de saber quem detinha o Poder Executivo, enquanto a assinatura de Biden era usada em milhares de documentos para implementar mudanças radicais”, completou.

    Investigação

    Conforme a determinação de Trump, a apuração do caso será conduzida pela procuradora-geral Pam Bondi e o conselheiro da Casa Branca, David Warrington.

    Paralelamente, o presidente do Comitê de Supervisão da Câmara, James Comer, pediu depoimentos por escrito de cinco ex-assessores de Biden. Ele afirma que houve um “encobrimento” de “um dos maiores escândalos da história do país”.

    “Esses cinco ex-conselheiros seniores testemunharam a condição de Biden e a forma como a Casa Branca era conduzida”, denunciou em nota. “Eles precisam comparecer ao comitê e dizer a verdade sobre o estado cognitivo do presidente e quem tomava as decisões.”

    Comer citou ainda o livro “Original Sin”, que relata discussões internas na Casa Branca e no Partido Democrata sobre a saúde e a idade do então presidente. Segundo os autores, “cinco pessoas governavam o país, e Biden era, no máximo, um membro sênior do conselho”.

    A família Biden nega o conteúdo do livro. “Essa obra é um conto político obsceno feito para alimentar a elite tagarela permanente”, rebateu Naomi Biden, neta do ex-presidente.

    O parlamentar também quer ouvir o médico Kevin O’Connor, que cuidou da saúde de Biden. Intimações podem ser emitidas ainda nesta semana. Enquanto isso, democratas criticam as medidas.

    Episódios confusos

    Joe Biden deixou a corrida presidencial no ano passado, após um debate contra Trump em que perdeu a linha de raciocínio, deu respostas inaudíveis e trocou nomes de programas de governo.

    O desempenho ruim levou a um aumento nas dúvidas sobre a idade e lucidez. Ele foi substituído na chapa por Kamala Harris, que acabou derrotada por Trump.

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