Celebração da morte de Jesus
Muito tempo atrás, Deus revelou uma mensagem a um profeta. Deus disse que um dia as pessoas vão viver em harmonia com a natureza. Ninguém vai ficar doente. As famílias vão construir suas próprias casas, tirar seu sustento da terra e ficar muito satisfeitas com seu trabalho. — Isaías 11:6-9; 35:5, 6; 65:21-23.
Como podemos ter certeza que isso vai acontecer? Jesus fez milagres para mostrar às pessoas que o mundo inteiro vai ser bom assim. Ele também morreu por nós. Por causa da morte dele, a tristeza vai deixar de existir e todas as promessas de Deus vão se cumprir. A morte de Jesus foi tão importante que ele mandou seus discípulos se reunirem todos os anos para lembrar da morte dele. — Lucas 22:19, 20.
Pelo calendário usado nos tempos bíblicos, o dia da morte de Jesus vai cair neste ano na terça-feira, dia 11 de abril. As Testemunhas de Jeová convidam você para estar com elas nessa data e aprender como a morte dele pode ajudar você e sua família.
As Testemunhas de Jeová convidam toda a comunidade tarauacaense para estar presente a Celebração da morte de Cristo. 
Evento bíblico gratuito dia 11 de Abril, em dois horários:
18 às 19h ou das 19:40h às 20:40h
No Salão do Reino das Testemunhas de Jeová na entrada do Bairro Avelino Leal (Bairro Novo) 
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    Um grito de socorro (por José Sarney)

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    A cada dia, neste mundo violento, a segurança volta a ser a nossa maior preocupação, como no mundo primitivo, quando o homem vivia sob o medo de ser caçado, ele mesmo sendo um caçador, quando vivia trepando nas árvores para defender-se — por isso mesmo desenvolveu braços compridos.

    Hoje, confirmando essa constatação, as casas estão cada vez mais cercadas por grades em janelas e portas e, quando o morador sai, o mínimo que ele teme que lhe possa acontecer é um assalto para levarem seu celular. Mas há que se pensar também no quase raro, mas sempre possível de ocorrer: o risco de perder a vida dentro de sua própria casa. Foi o que aconteceu com o engenheiro Francisco Filippo, que foi morto antes de ser furtado, mesmo após ter se rendido aos assaltantes, o que causou grande comoção em São Paulo.

    Mas do que quero falar é do hediondo crime que está surgindo, com a cobertura ampla de toda a imprensa: a prática de homicídio por meio da oferta de alimentos envenenados, quase sempre guloseimas, bolo ou chocolates. E as vítimas estão comendo esses alimentos, recebidos sempre como uma manifestação de carinho — mas ali está a morte.

    Quando vi essa nova e revoltante modalidade de crime, que causou a minha revolta profunda, logo pensei nas terríveis consequências da repercussão, no didatismo que essa divulgação poderia provocar nas pessoas que possuem instinto assassino e são vacilantes em usar meios violentos, que poderiam fazer essa ignóbil escolha. Era também inevitável que surgisse um medo generalizado de ser mal interpretado ao se presentear alguém oferecendo-lhe guloseimas — como é hábito quando se deseja mostrar gratidão ou em diversas manifestações de carinho. Não aconteceu outra coisa: além desse medo, agora se despertou o sentimento da desconfiança: a suspeita paira sobre esse gesto de carinho.

    Uma amiga minha contou-me que foi a um hospital visitar uma pessoa de seu relacionamento, internada em uma enfermaria, e levou alguns chocolates e biscoitos para ofertar à equipe do hospital, que tão bem cuidara da pessoa de seu afeto. No entanto, na portaria, quando os recepcionistas e seguranças viram aqueles presentes, indagaram sobre seus objetivos de distribuir as guloseimas. A moça lhes respondeu de sua intenção, e os funcionários informaram que havia uma instrução recente para não se permitir entrada de alimentos sem verificar se estavam livres de veneno. Assim, com o constrangimento da visitante, os chocolates e biscoitos foram examinados, verificando-se que não continham veneno: apenas carinho e gratidão.
    Vejam como já está viralizando as notícias de envenenamento na internet:

    Em 2024, o Brasil registrou casos alarmantes de envenenamento alimentar. Em dezembro, quatro membros da família dos Anjos morreram após ingerirem um bolo envenenado com arsênio em Torres, Rio Grande do Sul — incluído um membro dessa família que havia morrido em setembro. Em janeiro de 2025, em Parnaíba, Piauí, nove pessoas da família Silva foram envenenadas após consumirem um prato de baião de dois contaminado com terbufós, um inseticida altamente tóxico. Infelizmente, dessas nove pessoas, cinco faleceram. Além disso, a Comissão Pastoral da Terra (CPT) informou que os registros de contaminação por agrotóxicos aumentaram 950% no primeiro semestre de 2024, indicando um uso crescente de venenos em alimentos como forma de violência no campo. Diversas fontes noticiaram esse aumento tão expressivo, como a Agência Brasil, Terra e Brasil de Fato.

    O suicídio, por decisão dos próprios controladores da mídia, jornais e TV, não é mais divulgado, a fim de evitar que seja estimulada essa prática de autodestruição da vida.

    O que venho pedir agora, implorando a todos os que administram a mídia brasileira, jornais e tevês, é que também não divulguem mais estes crimes hediondos do envenenamento com oferta de comida, pois sabe-se que a simples divulgação estimula essa prática tão desprezível.

    As imagens do menino morto por envenenamento em Parnaíba e de Ana Luiza de Oliveira Neves, a bela moça de 17 anos morta após comer um bolo de pote envenenado, por ciúme, clamam por clemência da sociedade, e eu, a todos os administradores da mídia, peço que cessem de divulgar esse hediondo crime.

     

    José Sarney, ex-presidente 

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