Celebração da morte de Jesus
Muito tempo atrás, Deus revelou uma mensagem a um profeta. Deus disse que um dia as pessoas vão viver em harmonia com a natureza. Ninguém vai ficar doente. As famílias vão construir suas próprias casas, tirar seu sustento da terra e ficar muito satisfeitas com seu trabalho. — Isaías 11:6-9; 35:5, 6; 65:21-23.
Como podemos ter certeza que isso vai acontecer? Jesus fez milagres para mostrar às pessoas que o mundo inteiro vai ser bom assim. Ele também morreu por nós. Por causa da morte dele, a tristeza vai deixar de existir e todas as promessas de Deus vão se cumprir. A morte de Jesus foi tão importante que ele mandou seus discípulos se reunirem todos os anos para lembrar da morte dele. — Lucas 22:19, 20.
Pelo calendário usado nos tempos bíblicos, o dia da morte de Jesus vai cair neste ano na terça-feira, dia 11 de abril. As Testemunhas de Jeová convidam você para estar com elas nessa data e aprender como a morte dele pode ajudar você e sua família.
As Testemunhas de Jeová convidam toda a comunidade tarauacaense para estar presente a Celebração da morte de Cristo. 
Evento bíblico gratuito dia 11 de Abril, em dois horários:
18 às 19h ou das 19:40h às 20:40h
No Salão do Reino das Testemunhas de Jeová na entrada do Bairro Avelino Leal (Bairro Novo) 
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    Advogado de Martins: “Prisão foi para forçá-lo a delatar mentiras”

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    O advogado Jeffrey Chiquini, que representa Filipe Martins, ex-assessor do ex-presidente Jair Bolsonaro (PL), em ação que apura suposta tentativa de golpe de Estado, afirmou em nota que seu cliente “foi preso para forçá-lo a delatar mentiras”. Martins foi preso em 8 de fevereiro de 2024, suspeito de participação em tentativa de golpe de Estado.

    O ex-assessor de Bolsonaro foi preso no âmbito da operação Tempus Veritatis, deflagrada pela Polícia Federal para investigar a existência de uma organização criminosa no alto escalão do governo Bolsonaro e teve a preventiva revogada em agosto daquele ano. Precisa, porém, cumprir medidas como não ter perfis em redes sociais nem dar entrevistas.

    Depois, Martins virou réu, com posturas investigadas no chamado núcleo 2, separado pela Procuradoria-Geral da República (PGR). Os integrantes do núcleo 2 são acusados de ter usado a máquina pública para manter Bolsonaro no poder.

    Em nota, lançada pelo advogado durante depoimento de Mauro Cid, no STF, nesta segunda-feira (14/7), Chiquini criticou com veemência a prisão e disse que Martins: “Resistiu”.

    “Foi pressionado para construir uma narrativa contra o ex-presidente Jair Bolsonaro. Resistiu. Foi colocado numa solitária, mas não cedeu. Deixou claro que preferia morrer na cadeia a acusar falsamente pessoas inocentes. E agora, por ter resistido, tentam silenciá-lo”, afirmou.

    Ainda na nota, Chiquini ressaltou que “como advogado de Filipe Martins, afirmo com absoluta convicção: meu cliente foi mantido preso ilegalmente por mais de seis meses, sem indiciamento, sem denúncia, sob pressão e sob tortura, com base numa acusação tão absurda quanto falsa, uma viagem que ele jamais realizou e que ele sequer era proibido de realizar. Hoje o Brasil todo sabe disso. E, como essas ilegalidades foram expostas publicamente a todos, o Filipe segue sob censura, sem poder se manifestar, sem poder conceder entrevistas e é proibido até de ser filmado ou fotografado”.

    Audiência

    Ao alegar ter recebido, nos últimos dias, um volume expressivo de documentos enviados pela Polícia Federal (PF), às vésperas do início das oitivas de testemunhas dos núcleos 2, 3 e 4 da suposta trama golpista, o advogado Jeffrey Chiquini pediu que a audiência de hoje fosse adiada, argumentando que não teve tempo hábil para analisar todo o material.

    Moraes, então, interrompeu e rejeitou o pedido, afirmando que os documentos entregues aos advogados não integram, na íntegra, a denúncia apresentada pela Procuradoria-Geral da República (PGR) – e, por isso, não havia motivo para suspender a oitiva.

    Quando o advogado insistiu, Moraes interveio novamente. “Enquanto eu falo, o senhor fica quieto”, disse o ministro.

    Oitiva

    O ex-ajudante de ordens Mauro Cid falou nesta segunda como “informante do juízo” na oitiva que trata das ações dos núcleos 2, 3 e 4 da suposta trama golpista.

    Durante a manhã, o juiz auxiliar de Alexandre de Moraes, Rafael Henrique, ouviu as testemunhas de acusação intimadas pela Procuradoria-Geral da República. No período da tarde, Cid é ouvido pelo ministro Alexandre de Moraes, que conduz a oitiva da tarde após ausência pela manhã.

    Antes de ouvir Cid, falaram as testemunhas da PGR Clebson Ferreira de Paula Vieira e Adiel Pereira Alcântara, sem a presença do ministro Alexandre de Moraes e do procurador-geral da República, Paulo Gonet.

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