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Home»Brasil»Apesar de dura, carta de Trump a Lula deixa brecha para negociação
Brasil

Apesar de dura, carta de Trump a Lula deixa brecha para negociação

Por Metrópoles9 de julho de 20256 Mins Read
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Apesar de dura, carta de Trump a Lula deixa brecha para negociação
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Apesar do tom duro e das críticas diretas ao governo brasileiro, a carta enviada por Donald Trump ao presidente Luiz Inácio Lula da Silva (PT) nesta quarta-feira (9/7) deixou uma porta aberta para negociação.

Ao anunciar uma nova tarifa de 50% sobre produtos brasileiros exportados aos Estados Unidos, o presidente republicano sinalizou que a medida pode ser revista, desde que o Brasil decida abrir seus mercados para os produtos norte-americanos e elimine barreiras comerciais “tanto tarifárias, quanto não tarifárias”.

“Essas tarifas podem ser modificadas, para cima ou para baixo, dependendo do nosso relacionamento com seu país. Vocês nunca ficarão decepcionados com os Estados Unidos da América”, afirmou Trump na carta.

Ele acrescentou ainda que a abertura de mercados e a retirada de tarifas e barreiras seriam condições para eventuais ajustes na taxação anunciada.

4 imagensPresidente dos EUA, Donald TrumpPresidente do Brasil, LulaJair BolsonaroFechar modal.1 de 4

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Presidente dos EUA, Donald Trump

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Presidente do Brasil, Lula

Vinicius Schmidt/Metropoles4 de 4

Jair Bolsonaro

Vinicius Schmidt/Metropoles

 

Trump, tarifas, Brasil e Bolsonaro

  • Trump tem ameaçado o mundo com a imposição de tarifas comerciais, desde o início do mandato, e tem dado atenção especial ao grupo do Brics e ao Brasil.
  • O presidente norte-americano chegou a ameaçar taxas de 100% aos países membros do bloco que não se curvassem aos “interesses comerciais dos EUA”.
  • Após sair em defesa do ex-presidente Jair Bolsonaro (PL), Trump ameaçou aumentar as tarifas sobre exportações brasileiras.
  • Nesta quarta-feira (9/7), o líder norte-americano alegou que o Brasil não está “sendo bom” para os EUA.
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Alckmin diz que tarifa é “injusta”

O vice-presidente e ministro do Desenvolvimento, Indústria, Comércio e Serviços, Geraldo Alckmin (PSB), chamou de “injusta” a tarifa que o presidente dos Estados Unidos, Donald Trump, aplicará aos produtos brasileiros vendidos para o mercado norte-americano.

“Dos 10 produtos que eles mais exportam para nós, [em] oito a alíquota é zero, não paga imposto, a alíquota é zero, é o chamado X-tarifário, então, é uma medida que, em relação ao Brasil, é injusta e prejudica para a própria economia americana, porque você tem uma integração na área comercial”, disse Alckmin, pouco antes do anúncio de Trump, quando o tarifaço ainda era uma ameaça.

As exportações brasileiras para os Estados Unidos tiveram uma alta de 9,4% em 2024, em comparação com o ano anterior, atingindo US$ 40,3 bilhões. Os principais produtos vendidos são ferro, aço e aeronaves.

Já as importações de produtos norte-americanos registraram um aumento de 7,1% em 2024 em relação a 2023, chegando a US$ 40,6 bilhões. O resultado demonstra um déficit para o Brasil no comércio entre os dois países.

“Então, nós não vamos mudar o tom. O tom tem que ser o mesmo. Nós temos 200 anos de amizade com os Estados Unidos, dois séculos. Aliás, esse ano vai fazer 201 anos e um universo de possibilidades aí pela frente de win-win, de ganha-ganha”, defendeu o vice-presidente.

Nova tarifa de Trump

A nova tarifa entra em vigor no dia 1º de agosto e será aplicada de forma ampla, sem ligação com medidas setoriais já existentes, como as que atingem o aço e o alumínio brasileiros.

Em abril, o Brasil já havia sido alvo de um tarifaço, com aumento de 10% sobre diversos produtos exportados aos EUA. No texto enviado a Lula, Trump justificou o endurecimento das relações comerciais ao mencionar “ataques insidiosos contra eleições livres” no Brasil.

Ele também retomou críticas ao julgamento do ex-presidente Jair Bolsonaro (PL), investigado por tentativa de golpe de Estado em 2022, dizendo que as ações da Justiça preocupam o governo norte-americano.

Veja íntegra da carta enviada ao presidente Lula por Trump:

“Conheci e me relacionei com o ex-presidente Jair Bolsonaro e o respeitei profundamente, assim como a maioria dos outros líderes mundiais. A forma como o Brasil tem tratado o ex-presidente Bolsonaro, um líder altamente respeitado em todo o mundo durante seu mandato — inclusive pelos Estados Unidos — é uma vergonha internacional. Esse julgamento não deveria estar acontecendo. É uma caça às bruxas que deve acabar IMEDIATAMENTE!

Em parte devido aos ataques insidiosos do Brasil às eleições livres e aos direitos fundamentais de liberdade de expressão dos americanos (como ilustrado recentemente pelo Supremo Tribunal Federal do Brasil, que emitiu centenas de ordens de censura SECRETAS e ILEGAIS às plataformas de mídia social dos EUA, ameaçando-as com multas de milhões de dólares e expulsão do mercado brasileiro), a partir de 1º de agosto de 2025, cobraremos do Brasil uma tarifa de 50% sobre todos e quaisquer produtos brasileiros enviados aos Estados Unidos, separadamente de todas as tarifas setoriais. Produtos transbordados para evitar essa tarifa de 50% estarão sujeitos à tarifa mais alta.

Além disso, tivemos anos para discutir nosso relacionamento comercial com o Brasil e concluímos que devemos nos afastar da longa e muito injusta relação comercial engendrada pelas tarifas e barreiras tarifárias e não tarifárias do Brasil. Nosso relacionamento tem sido, infelizmente, longe de ser recíproco.

Por favor, compreenda que a tarifa de 50% está muito aquém do necessário para garantir um campo de jogo nivelado entre nossos países. E é necessário ter isso para corrigir as graves injustiças do regime atual. Como você sabe, não haverá tarifa se o Brasil, ou empresas dentro do seu país, decidirem construir ou fabricar produtos dentro dos Estados Unidos e, de fato, faremos tudo o que for possível para obter aprovações rapidamente, profissionalmente e rotineiramente — ou seja, em questão de semanas.

Se por qualquer motivo vocês decidirem aumentar suas tarifas, então, qualquer que seja o número que escolherem para aumentá-las, será somado aos 50% que cobraremos. Compreenda que essas tarifas são necessárias para corrigir os muitos anos de políticas tarifárias e não tarifárias e barreiras comerciais do Brasil, que causam esses déficits comerciais insustentáveis contra os Estados Unidos. Esse déficit é uma grande ameaça à nossa economia e, de fato, à nossa segurança nacional! Além disso, devido aos contínuos ataques do Brasil às atividades de comércio digital de empresas americanas, bem como a outras práticas comerciais injustas, estou instruindo o Representante de Comércio dos Estados Unidos, Jamieson Greer, a iniciar imediatamente uma investigação da Seção 301 sobre o Brasil.

Se desejarem abrir seus até então fechados mercados comerciais aos Estados Unidos e eliminar suas tarifas e políticas tarifárias e não tarifárias e barreiras comerciais, poderemos, talvez, considerar um ajuste nesta carta. Essas tarifas podem ser modificadas, para cima ou para baixo, dependendo do nosso relacionamento com seu país. Vocês nunca ficarão decepcionados com os Estados Unidos da América.

Obrigado por sua atenção a este assunto!”

Fonte:
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