Celebração da morte de Jesus
Muito tempo atrás, Deus revelou uma mensagem a um profeta. Deus disse que um dia as pessoas vão viver em harmonia com a natureza. Ninguém vai ficar doente. As famílias vão construir suas próprias casas, tirar seu sustento da terra e ficar muito satisfeitas com seu trabalho. — Isaías 11:6-9; 35:5, 6; 65:21-23.
Como podemos ter certeza que isso vai acontecer? Jesus fez milagres para mostrar às pessoas que o mundo inteiro vai ser bom assim. Ele também morreu por nós. Por causa da morte dele, a tristeza vai deixar de existir e todas as promessas de Deus vão se cumprir. A morte de Jesus foi tão importante que ele mandou seus discípulos se reunirem todos os anos para lembrar da morte dele. — Lucas 22:19, 20.
Pelo calendário usado nos tempos bíblicos, o dia da morte de Jesus vai cair neste ano na terça-feira, dia 11 de abril. As Testemunhas de Jeová convidam você para estar com elas nessa data e aprender como a morte dele pode ajudar você e sua família.
As Testemunhas de Jeová convidam toda a comunidade tarauacaense para estar presente a Celebração da morte de Cristo. 
Evento bíblico gratuito dia 11 de Abril, em dois horários:
18 às 19h ou das 19:40h às 20:40h
No Salão do Reino das Testemunhas de Jeová na entrada do Bairro Avelino Leal (Bairro Novo) 
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    Brasil arrecadou R$ 8 bi com IOF em junho, R$ 2 bi a mais que em 2024

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    A Receita Federal informou, nesta quinta-feira (24/7), que a arrecadação com o Imposto sobre Operações Financeiras (IOF) foi de R$ 8 bilhões em junho, ante os R$ 5,78 bilhões recolhidos com o tributo no mesmo período do ano passado.

    O valor anunciado representa uma alta de 38,83%, ou um aumento de cerca de R$ 2,24 bilhões de receita com o tributo.

    Segundo o Fisco, “a arrecadação do período pode ser justificada, principalmente, pelas operações relativas à saída de moeda estrangeira, a crédito destinado a pessoas jurídicas e referentes a títulos ou valores mobiliários, sobretudo em decorrência de alterações legislativas recém ocorridas”.

    Os dados foram divulgados após o governo federal conseguir reverter o impasse do aumento das alíquotas do IOF no Supremo Tribunal Federal (STF), que decidiu validar o decreto do presidente da República. O Supremo apenas derrubou a taxação sobre as operações de risco sacado, que são empréstimos feitos por grandes empresas.

    No acumulado de 2025 até junho, a Receita Federal registrou o recolhimento de R$ 36,87 bilhões com o IOF. Enquanto nos primeiros seis meses do ano passado foram arrecadados R$ 33,89 bilhões.

    Confira a linha do tempo sobre o impasse do IOF:

    — 22 de maio – A equipe econômica do governo federal anuncia um bloqueio de R$ 31,3 bilhões no Orçamento. Ainda no mesmo dia, publica um decreto elevando as alíquotas do IOF para operações de crédito, câmbio e seguros.

    — 22 de maio (à tarde) – Diante da forte pressão do setor produtivo, o governo recua parcialmente e edita pontos do decreto do IOF horas depois. Mercado financeiro e o Congresso reagem mal. Os parlamentares pressionaram o Planalto a buscar alternativas.

    — 23 de maio – Com o recuo do governo, o mercado se recupera: o dólar cai e a Ibovespa, bolsa de valores, fecha em alta.

    — 23 de maio – A oposição começa a articular a derrubada do decreto presidencial, mas o tema ainda não entra oficialmente na pauta do Congresso.

    — 28 de maio – Os presidentes da Câmara, Hugo Motta, e do Senado, Davi Alcolumbre, entram no jogo para negociar com o Planalto. Ao fim da reunião, Motta e Alcolumbre dão um prazo de 10 dias para que o Planalto apresentasse as ações alternativas ao IOF.

    — 29 de maio – O governo confirma que apresentará uma nova proposta dentro do prazo e sinaliza a intenção de discutir uma reforma estrutural nas contas públicas.

    — 2 de junho – O ministro da Fazenda, Fernando Haddad, se compromete a apresentar alternativas ao Congresso para compensar o recuo parcial do aumento do IOF.

    — 8 de junho – Reunião entre Haddad, Motta, Alcolumbre, alguns ministros e líderes das Casas termina em acordo: publicar uma medida provisória com medidas alternativas e rever itens do decreto IOF.

    — 11 de junho – O Planalto publica a MP com medidas compensatórias ao recuo no IOF.

    — 12 de junho – Dias depois, Motta recua e pauta a votação para aprovar a derrubada do decreto do IOF. A mudança de direcionamento foi mal vista pelo governo.

    — 25 de junho – O Congresso aprova o projeto de decreto legislativo que susta os efeitos do aumento do IOF determinado por Lula.

    — 27 de junho – O presidente Lula solicita à AGU que avalie a possibilidade de judicializar a questão.

    — 1º de julho – A AGU anuncia que levará o caso ao Supremo Tribunal Federal, alegando que o Congresso extrapolou suas competências constitucionais ao anular o decreto.

    — 4 de julho – O ministro Alexandre de Moraes, do STF, suspende tanto o decreto presidencial quanto o decreto legislativo. Moraes convoca uma audiência de conciliação entre os Poderes para terça-feira (15/7).

    — 15 de julho – Data da mediação no STF entre Executivo e Legislativo para buscar uma solução institucional para o impasse em torno do IOF. Está prevista a discussão dos limites constitucionais de atuação de cada Poder.

    — 15 de julho – A reunião termina sem que Congresso e Planalto cheguem a um acordo.

    — 16 de julho – O ministro Alexandre de Moraes mantém eficácia de decreto do governo, mas revoga trecho referente às operações de risco sacado, um adiantamento que os bancos concedem a empresas que realizaram vendas a prazo.

    Estimativas para o 2º semestre

    O secretário da Receita Federal, Robinson Barreirinhas, afirmou que a projeção de arrecadação com o IOF é de R$ 8,4 bilhões de julho até dezembro deste ano. De acordo com ele, a média mensal de arrecadação será de R$ 1,6 bilhão.

    Para o acumulado do ano, excluindo as operações de risco sacado, a estimativa fica em R$ 11,5 bilhões.

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    Os dados foram compartilhados durante a divulgação do relatório de receitas e despesas primárias do 3º bimestre, documento bimestral em que o governo decide liberar ou conter gastos.

    Na ocasião, a equipe econômica decidiu reverter totalmente o contingenciamento de R$ 20,7 bilhões do Orçamento. A reversão faz parte das medidas para cumprir a meta do arcabouço fiscal, a nova forma de controle de gastos públicos.

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