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Home»Brasil»Dinastia Kim rejeita tentativa de reunificação com a Coreia do Sul
Brasil

Dinastia Kim rejeita tentativa de reunificação com a Coreia do Sul

Por Metrópoles28 de julho de 20253 Mins Read
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O governo da Coreia do Norte, liderado por Kim Jong-un, rejeitou qualquer tentativa de discussões sobre uma possível reunificação com a Coreia do Sul. O posicionamento foi anunciado por Kim Yo Jong, irmã do atual líder norte-coreano, nesta segunda-feira (28/7).

Na primeira declaração oficial sobre o novo governo sul-coreano, comandado por Lee Jae Myung, a vice-diretora do Comitê Central do Partido dos Trabalhadores da Coreia afirmou que a posição da Coreia do Norte não mudará, independentemente de “quem será eleito presidente” na Coreia do Sul.

“Esclarecemos, mais uma vez, a posição oficial de que, independentemente da política adotada e da proposta apresentada em Seul, não temos interesse nelas e não há motivo para nos reunirmos nem assunto a ser discutido com a Coreia do Sul”, declarou Yo Jong.

A fala surge após Lee Jae Myung ser eleito o novo presidente sul-coreano, em junho deste ano. O político, de 61 anos, tem posturas mais moderadas que seu antecessor, destituído após ser acusado de tentar um golpe de Estado.

Desde que assumiu o cargo, Myung tem feito acenos positivos à Pyongang, na tentativa de tentar restabelecer o diálogo com o país liderado por Kim Jong-un. Entre eles, maiores esforços do Ministério da Unificação, que busca intercâmbio e políticas sobre a reunificação das Coreias, e o fim de transmissões sul-coreanas com propaganda anti-Coreia do Norte.

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Ainda assim, a dinastia Kim considera que as relações entre os dois países passaram “completamente o fuso horário” de uma possível reconciliação. Na visão dos norte-coreanos, a nação vizinha alimentou uma “atmosfera de confronto extremo no passado”, principalmente pela aproximação militar e política com os Estados Unidos. 

Mesmo com a “porta na cara” do governo norte-coreano, Lee Jae Myung se mostrou confiante quanto a uma possível normalização com o país vizinho. Horas depois da declaração da irmã de Kim Jong-un, o presidente da Coreia do Sul disse que é necessário “restaurar a confiança” e quebrar o “muro de desconfiança” criado entre os dois países.

Além disso, Seul falou em possíveis ajustes nos exercícios militares com os EUA, alvo de críticas por parte da Coreia do Norte, que os enxerga como uma ameaça direta à segurança do país. A próxima rodada do Freedom Shield, a atividade militar anual entre os dois países, está prevista para acontecer no próximo mês.

Fim dos esforços por reunificação

Apesar de ainda estarem em guerra oficialmente há mais de 70 anos, Seul e Pyongang iniciaram, em 2000, conversas sobre uma possível reunificação pacífica das duas Coreias — que um dia foram uma só, mas acabaram divididas em 1945, após o fim da Segunda Guerra Mundial.

Os trabalhos, porém, foram interrompidos no último ano após ordens de Kimg Jon-un. Na época, o presidente da Coreia do Norte determinou o fechamento de agências de cooperação com a Coreia do Sul, e pediu que estradas e ferrovias que ligam os dois países fossem destruídas. 

 

 

 

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