Close Menu
  • Início
  • Polícia
  • Política
  • Esportes
  • Colunas
    • Opinião Jurídica – com Dr. Levi Bezerra
  • Jornais Locais
  • Contato
  • Mais
    • Tarauacá
    • Jordão
    • Feijó
O que está em alta

Vizinho ameaçou morador em condomínio no DF: “Vamos ver se tu é homem”. Veja vídeo

Carnaval: escolas de SP abrem desfile com crítica a machismo e racismo. Vídeo

Fictor deve R$ 3 milhões para bordel e ex-preso por tráfico de drogas

Facebook X (Twitter) Instagram
sexta-feira, fevereiro 13
Facebook X (Twitter) Instagram
Portal Estado do Acre Notícias
  • Início
  • Polícia
  • Política
  • Esportes
  • Colunas
    • Opinião Jurídica – com Dr. Levi Bezerra
  • Jornais Locais
  • Contato
  • Mais
    • Tarauacá
    • Jordão
    • Feijó
Portal Estado do Acre Notícias
Home»Brasil»Festival Latinidades homenageia força ancestral de Lélia Gonzalez
Brasil

Festival Latinidades homenageia força ancestral de Lélia Gonzalez

Por Agência Brasil26 de julho de 20254 Mins Read
Compartilhar Facebook Twitter WhatsApp Email Copy Link Telegram
Siga-nos
Google News
festival-latinidades-homenageia-forca-ancestral-de-lelia-gonzalez
Festival Latinidades homenageia força ancestral de Lélia Gonzalez
Compartilhar
Facebook Twitter Email Copy Link WhatsApp


Logo Agência Brasil

O Festival Latinidades homenageou nesta sexta-feira (25) Lelia González, filósofa, antropóloga, professora universitária e ativista nos movimentos negros e feministas. Com o auditório II do Museu Nacional, em Brasília, lotado, o pensamento e a trajetória intelectual de Lélia foram lembrados.

O evento realizado na Capital Federal, no Dia da Mulher Negra Latino-Americana e Caribenha, começou com um recital poético feito pela atriz e poeta Elisa Lucinda e seguiu com falas emocionadas que reafirmaram a atualidade e a força da contribuição de Lélia para os debates sobre conquista de direitos e a luta contra o racismo e o sexismo.

Notícias relacionadas:

  • Festival Latinidades debate trabalho digno de mulheres jovens negras .
  • Programa Blim-Blem-Blom destaca obra do compositor Waldemar Henrique.
  • A Melhor Mãe do Mundo: filme aborda violência doméstica e resistência.

Lelia é conhecida por ser autora dos termos “amefricanidade” e “pretuguês” ao se referir a nossa língua com termos de origem africana e indígena, e também foi uma das fundadoras do Movimento Negro Unificado (MNU). Ela partiu cedo, em 1994 aos 59 anos.

A homenagem no festival teve ainda um debate com a presença da ministra de Direitos Humanos e Cidadania, Macaé Evaristo, da professora da Universidade Federal de Ouro Preto, Dulce Pereira e de Melina Lima, do Instituto Memorial Lelia González.


Brasília (DF), 24/07/2025 - 18º Festival Latinidades celebra protagonismo das mulheres negras até 31 de julho
Foto: Antonio Cruz/Agência Brasil

18º Festival Latinidades celebra protagonismo das mulheres negras até 31 de julho – Antonio Cruz

Afrolatinas

No mês em que se celebra o Dia da Mulher Negra Latino-Americana e Caribenha, o pensamento e a trajetória de Lélia Gonzalez foram homenageados por mulheres negras influentes de diferentes áreas do Brasil. A ministra da Igualdade Racial, Anielle Franco, relembrou como Lélia influenciou o caminho de sua irmã, Marielle Franco, e a sua própria trajetória.

“Eu me orgulho muito de conseguir, em vida, homenagear mulheres que caminham conosco. Defender mulheres negras, para mim, é o que me move. Seja por aquelas que estão conosco, seja por aquelas que, infelizmente, não estão mais”, celebrou a ministra.

Já Macaé Evaristo destacou a importância da construção teórica e política de Lélia, especialmente no que diz respeito à criação de conceitos que nomeiam experiências vividas pela população negra. “A Lélia nos convidou e ela mobilizou a construção de um pensamento afro-latino-americano, mas ela estava sempre ligada na nossa condição e na nossa potência e na nossa capacidade de poder construir uma revolução a partir da nossa própria inventividade”, disse.

Para a ministra, é necessário honrar esse legado de Lélia e manter vivos os ensinamentos dela. “Uma das coisas mais cruéis do racismo é o apagamento e o silenciamento.”

A atriz e escritora Elisa Lucinda ressaltou a coragem de Lélia Gonzalez em desafiar as estruturas do pensamento acadêmico eurocêntrico e racista. 

“Ou se é racista, ou se é sofisticado. Lélia teve a coragem de desvelar o escândalo intelectual que é o preconceito, apontando que não se pode oprimir quem promete liberdade”.

Já a professora e ex-presidente da Fundação Palmares, Dulce Pereira, enfatizou a contribuição teórica de Lélia ao formular o conceito de “amefricanidade”, que unifica a identidade afrodescendente no continente.

“Ela ofereceu uma identidade para um grupo que, até então, era definido por fragmentações. Lélia nos deu ferramentas para pensar a resistência com consistência e sofisticação teórica”.

Dulce também destacou a importância do conceito de pretoguês, cunhado por Lélia como uma crítica ao apagamento da linguagem negra nos espaços formais e acadêmicos. Para a professora, reconhecer o pretoguês é reconhecer uma identidade cultural e linguística própria da população afro-brasileira. “Lélia defendia o pretoguês como uma referência nacional legítima, e não como um desvio da norma. Era, para ela, um instrumento de afirmação política, de pertencimento e de enfrentamento ao racismo estrutural.”

A diretora do Instituto Memorial Lélia Gonzalez, Melina de Lima, neta de Lélia, ressaltou a emoção de ver o legado de sua avó sendo celebrado por tantas pessoas. “Somos o coração desse país. Lélia vive. Mesmo tendo partido há 31 anos, ela continua extremamente atual. Foi emocionante ver a sede de conhecimento que ela ainda inspira.”

Os depoimentos reafirmaram que o pensamento de Lélia Gonzalez não apenas segue vivo, como também é farol para a luta antirracista, feminista e popular no Brasil e na América Latina.

Fonte:
Follow on Google News
Compartilhar. Facebook Twitter Email Copy Link WhatsApp
Artigo anteriorMorango do amor? Receita viral não dá certo para Karoline Lima
Próximo artigo Conflito entre Camboja e Tailândia já deixou mais de 30 mortos

Postagens relacionadas

Vizinho ameaçou morador em condomínio no DF: “Vamos ver se tu é homem”. Veja vídeo

13 de fevereiro de 2026

Carnaval: escolas de SP abrem desfile com crítica a machismo e racismo. Vídeo

13 de fevereiro de 2026

Fictor deve R$ 3 milhões para bordel e ex-preso por tráfico de drogas

13 de fevereiro de 2026
Últimas publicações

Vizinho ameaçou morador em condomínio no DF: “Vamos ver se tu é homem”. Veja vídeo

Carnaval: escolas de SP abrem desfile com crítica a machismo e racismo. Vídeo

Fictor deve R$ 3 milhões para bordel e ex-preso por tráfico de drogas

Compra on-line revelou esquema bilionário envolvendo chineses e PCC

Posts em alta
Facebook WhatsApp Instagram

News

  • World
  • US Politics
  • EU Politics
  • Business
  • Opinions
  • Connections
  • Science

Company

  • Information
  • Advertising
  • Classified Ads
  • Contact Info
  • Do Not Sell Data
  • GDPR Policy
  • Media Kits

Services

  • Subscriptions
  • Customer Support
  • Bulk Packages
  • Newsletters
  • Sponsored News
  • Work With Us

Subscribe to Updates

Get the latest creative news from FooBar about art, design and business.

© 2026 Estado do Acre Notícias. Projetado por TupaHost.
  • Política de Privacidade

Type above and press Enter to search. Press Esc to cancel.