Celebração da morte de Jesus
Muito tempo atrás, Deus revelou uma mensagem a um profeta. Deus disse que um dia as pessoas vão viver em harmonia com a natureza. Ninguém vai ficar doente. As famílias vão construir suas próprias casas, tirar seu sustento da terra e ficar muito satisfeitas com seu trabalho. — Isaías 11:6-9; 35:5, 6; 65:21-23.
Como podemos ter certeza que isso vai acontecer? Jesus fez milagres para mostrar às pessoas que o mundo inteiro vai ser bom assim. Ele também morreu por nós. Por causa da morte dele, a tristeza vai deixar de existir e todas as promessas de Deus vão se cumprir. A morte de Jesus foi tão importante que ele mandou seus discípulos se reunirem todos os anos para lembrar da morte dele. — Lucas 22:19, 20.
Pelo calendário usado nos tempos bíblicos, o dia da morte de Jesus vai cair neste ano na terça-feira, dia 11 de abril. As Testemunhas de Jeová convidam você para estar com elas nessa data e aprender como a morte dele pode ajudar você e sua família.
As Testemunhas de Jeová convidam toda a comunidade tarauacaense para estar presente a Celebração da morte de Cristo. 
Evento bíblico gratuito dia 11 de Abril, em dois horários:
18 às 19h ou das 19:40h às 20:40h
No Salão do Reino das Testemunhas de Jeová na entrada do Bairro Avelino Leal (Bairro Novo) 

HÁ 20 ANOS – Pentágono admite profanação do livro sagrado mulçumano

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O Pentágono admitiu pela primeira vez abusos ao Corão. De acordo com a cúpula militar dos EUA, soldados baseados na prisão da base americana de Guantánamo, em Cuba, jogaram urina sobre o livro sagrado dos muçulmanos.

O líquido respingou em um detento. Civis contratados também chutaram e pisaram o Corão. Ao todo, o Comando do Sul, responsável pelo centro de detenção para suspeitos de terrorismo, descreveu cinco casos de mau uso do Corão por agentes americanos na base.

Denúncias de profanação do livro sagrado vieram à tona em maio nas páginas da revista americana Newsweek. Segundo a publicação, militares americanos teriam jogado em um vaso sanitário um exemplar do livro.

Um documento do FBI (polícia federal americana) de 2002, fornecido pelo governo à Associação Americana de Liberdades Civis, registrou a reclamação de um detento sobre um caso semelhante.

As suspeitas detonaram protestos em vários países islâmicos. No Afeganistão foram registradas 16 mortes e houve distúrbios em Paquistão, Índia e Indonésia, entre outras nações. Dias depois, sob forte pressão do governo dos EUA, a revista se retratou, afirmando que a fonte não tinha segurança sobre o que havia dito sobre os abusos.

 

(Publicado aqui em 2 de julho de 2005)

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