Celebração da morte de Jesus
Muito tempo atrás, Deus revelou uma mensagem a um profeta. Deus disse que um dia as pessoas vão viver em harmonia com a natureza. Ninguém vai ficar doente. As famílias vão construir suas próprias casas, tirar seu sustento da terra e ficar muito satisfeitas com seu trabalho. — Isaías 11:6-9; 35:5, 6; 65:21-23.
Como podemos ter certeza que isso vai acontecer? Jesus fez milagres para mostrar às pessoas que o mundo inteiro vai ser bom assim. Ele também morreu por nós. Por causa da morte dele, a tristeza vai deixar de existir e todas as promessas de Deus vão se cumprir. A morte de Jesus foi tão importante que ele mandou seus discípulos se reunirem todos os anos para lembrar da morte dele. — Lucas 22:19, 20.
Pelo calendário usado nos tempos bíblicos, o dia da morte de Jesus vai cair neste ano na terça-feira, dia 11 de abril. As Testemunhas de Jeová convidam você para estar com elas nessa data e aprender como a morte dele pode ajudar você e sua família.
As Testemunhas de Jeová convidam toda a comunidade tarauacaense para estar presente a Celebração da morte de Cristo. 
Evento bíblico gratuito dia 11 de Abril, em dois horários:
18 às 19h ou das 19:40h às 20:40h
No Salão do Reino das Testemunhas de Jeová na entrada do Bairro Avelino Leal (Bairro Novo) 
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    Trump anuncia envio de mísseis Patriot à Ucrânia

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    Donald Trump, anunciou que enviará sistemas de defesa antiaérea Patriot à Ucrânia. A decisão ocorre apenas duas semanas após Washington ter anunciado a suspensão de algumas entregas de armas a Kiev. O presidente norte-americano recebe o secretário-geral da Otan, Mark Rutte, na Casa Branca nesta segunda-feira (14/7) e prometeu “anúncios importantes” em relação à Rússia.

    No momento em que as relações com seu homólogo russo, Vladimir Putin, demonstram deterioração, o presidente americano declarou nesse domingo (13/7) que os Estados Unidos enviarão à Ucrânia sistemas de defesa antiaérea Patriot, considerados essenciais para Kiev se defender dos ataques russos.

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    A atividade diplomática deve se intensificar nesta segunda-feira, com um encontro entre o presidente americano e o secretário-geral da Otan, Mark Rutte, no Salão Oval, com a presença do secretário de Estado, Marco Rubio.

    O enviado americano Keith Kellogg também iniciou uma nova visita à Ucrânia nesta segunda.

    “A paz por meio da força é o princípio do presidente americano Donald Trump, e nós apoiamos essa abordagem”, comentou o principal assessor do presidente ucraniano, Andriy Yermak, no Telegram.

    “Acredito que poderíamos perfeitamente ver anúncios tanto de novas entregas de armas quanto, na visita de Keith Kellogg, uma mensagem positiva de apoio político e militar à Ucrânia”, disse à RFI Martin Quencez, analista em geopolítica e diretor do think tank German Marshall Fund, em Paris.

    “Isso teria um forte valor simbólico no curto prazo. A longo prazo, a questão não é saber se Donald Trump decidirá dar mais dinheiro à Ucrânia. Isso ele pode fazer usando os fundos aprovados pela administração Biden no ano passado. Ainda há recursos disponíveis, e ele pode utilizá-los”, acrescentou.

    O envio de armas por parte de Washington fará parte de um acordo envolvendo a Otan, que pagará aos Estados Unidos pelas armas que serão enviadas à Ucrânia, segundo Trump.

    “Vamos enviar Patriots, dos quais eles precisam desesperadamente”, declarou Donald Trump, acrescentando: “Ainda não decidi a quantidade, mas eles vão receber porque precisam de proteção”.  “Vamos, na verdade, enviar a eles diversos equipamentos militares muito sofisticados, e eles vão nos pagar 100%”, afirmou o presidente a jornalistas.
    Esse anúncio parece ser uma reviravolta, duas semanas após Washington ter anunciado a suspensão de algumas entregas de armas para Kiev.

    O presidente ucraniano, Volodymyr Zelensky, afirmou na sexta-feira que teve uma conversa telefônica com seu homólogo americano, na qual ambos concordaram em “reforçar a proteção” do espaço aéreo ucraniano após um novo ataque maciço com drones e mísseis russos.

    O presidente americano voltou a dizer no domingo estar “decepcionado” com Vladimir Putin.

    Desde o início de seu mandato, Donald Trump tentou convencer o presidente russo a negociar uma saída para o conflito na Ucrânia.

    Mas os bombardeios russos sobre a Ucrânia se intensificaram, e as negociações para uma solução diplomática para o conflito estão estagnadas.

    “Putin realmente surpreendeu muita gente. Ele fala gentilmente e depois bombardeia todo mundo à noite”, declarou Trump, visivelmente insatisfeito.

    Possíveis sanções à Rússia

    Donald Trump havia dito anteriormente a jornalistas que faria “uma declaração importante sobre a Rússia” nesta segunda, sinalizando a possibilidade de um reforço nas sanções.

    O influente senador americano Lindsey Graham voltou a defender no domingo sua proposta de sanções severas contra Moscou, um projeto que parece ganhar força à medida que cresce a frustração de Trump em relação ao Kremlin.

    “Um ponto de virada está chegando” na guerra na Ucrânia, declarou o senador republicano ao canal CBS. Sua proposta “daria ao presidente Trump a capacidade de impor tarifas de 500% a qualquer país que ajudar a Rússia e apoiar a máquina de guerra de Putin”, explicou.

    Donald Trump afirmou que estava “analisando de perto” essa proposta.

    “É um golpe contundente que o presidente Trump terá à sua disposição para acabar com a guerra”, insistiu Lindsey Graham, que esteve na Europa esta semana para defender suas medidas ao lado de seu colega democrata Richard Blumenthal.

    Os dois senadores também devem se reunir nesta segunda-feira com o secretário-geral da Otan.

    Retaliações

    Lindsey Graham também mencionou no domingo possíveis medidas envolvendo ativos russos congelados e a venda de “enormes quantidades de armas” aos aliados europeus, que poderiam beneficiar a Ucrânia.

    As medidas propostas pelos dois senadores americanos fazem parte dos meios que “podem nos aproximar da paz”, escreveu Zelensky na rede X na quinta-feira (10/7), reiterando seu apelo por um reforço das sanções americanas contra a Rússia.

    No campo de batalha, os ataques aéreos russos contra a Ucrânia se intensificaram nas últimas semanas, com Moscou batendo recordes semanais no número de projéteis lançados, abastecidos principalmente por uma indústria de defesa que opera a todo vapor.

    Um novo ataque deixou ao menos três feridos no distrito de Dnipro, informou na manhã de segunda-feira o governador da região de Dnipropetrovsk, Serguiï Lissak, no Telegram.

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