Celebração da morte de Jesus
Muito tempo atrás, Deus revelou uma mensagem a um profeta. Deus disse que um dia as pessoas vão viver em harmonia com a natureza. Ninguém vai ficar doente. As famílias vão construir suas próprias casas, tirar seu sustento da terra e ficar muito satisfeitas com seu trabalho. — Isaías 11:6-9; 35:5, 6; 65:21-23.
Como podemos ter certeza que isso vai acontecer? Jesus fez milagres para mostrar às pessoas que o mundo inteiro vai ser bom assim. Ele também morreu por nós. Por causa da morte dele, a tristeza vai deixar de existir e todas as promessas de Deus vão se cumprir. A morte de Jesus foi tão importante que ele mandou seus discípulos se reunirem todos os anos para lembrar da morte dele. — Lucas 22:19, 20.
Pelo calendário usado nos tempos bíblicos, o dia da morte de Jesus vai cair neste ano na terça-feira, dia 11 de abril. As Testemunhas de Jeová convidam você para estar com elas nessa data e aprender como a morte dele pode ajudar você e sua família.
As Testemunhas de Jeová convidam toda a comunidade tarauacaense para estar presente a Celebração da morte de Cristo. 
Evento bíblico gratuito dia 11 de Abril, em dois horários:
18 às 19h ou das 19:40h às 20:40h
No Salão do Reino das Testemunhas de Jeová na entrada do Bairro Avelino Leal (Bairro Novo) 
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    Dentes de 2,6 milhões de anos podem ser de parente humano desconhecido

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    Pesquisadores norte-americanos, em parceria com cientistas locais, encontraram dentes fossilizados de aproximadamente 2,6 milhões de anos na Etiópia. Os especialistas acreditam que eles tenham pertencido a um parente humano primitivo nunca visto antes e que pode ter vivido no mesmo local que Lucy, um dos fósseis mais antigos de um ancestral humano.

    A descoberta foi feita no sítio arqueológico de Ledi-Geraru, região no nordeste da Etiópia, famosa por achados relevantes na paleoantropologia. Um estudo sobre o achado foi publicado nessa quarta-feira (13/8), na revista Nature.

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    Ao todo foram encontrados 13 dentes. Dez deles têm 2,63 milhões de anos e pertencem a uma espécie não identificada de Australopithecus — gênero que inclui Lucy. Por isso, ela foi batizada com o nome provisório de Australopithecus Ledi-Geraru.

    Outros três dentes são do gênero Homo, que inclui os humanos modernos. Dois são datados de 2,59 milhões de anos e um de 2,78 milhões de anos. Os fósseis podem ser da mesma espécie que o mais antigo Homo conhecido — o maxilar descoberto em Ledi-Geraru —, porém a hipótese ainda não está confirmada.

    “Embora os espécimes de Australopithecus achados ainda não possam ser identificados em nível de espécie, sua morfologia difere de A. afarensis e Australopithecus garhi . Eles sugerem que o Australopithecus e o Homo primitivo coexistiram como duas linhagens não robustas na região de Afar há cerca de 2,5 milhões de anos”, descrevem os autores no artigo.

    Importância da descoberta para a evolução humana

    Os pesquisadores utilizaram camadas de cinzas vulcânicas acima e abaixo dos fósseis para determinar a idade das peças com alta precisão. Caso a hipótese de coexistência das espécies esteja correta, ela reforçaria a ideia que a árvore evolutiva humana é bastante ramificada.

    Dentes podem pertencia a espécie desconhecida até o momento

    Ainda não se sabe se Australopithecus e Homo competiam pelos mesmos recursos ou viviam em paz. Novos estudos também serão necessários para analisar a composição química do esmalte dentário, dando novas pistas sobre a espécie, como a forma de alimentação dela.

    “Eles provavelmente não estavam comendo as mesmas coisas. Mas agora não sabemos ao certo. Tudo o que encontramos é uma peça do quebra-cabeça da evolução humana”, finaliza a coautora do artigo, Kaye Reed, em entrevista ao portal britânico Live Science.

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