Celebração da morte de Jesus
Muito tempo atrás, Deus revelou uma mensagem a um profeta. Deus disse que um dia as pessoas vão viver em harmonia com a natureza. Ninguém vai ficar doente. As famílias vão construir suas próprias casas, tirar seu sustento da terra e ficar muito satisfeitas com seu trabalho. — Isaías 11:6-9; 35:5, 6; 65:21-23.
Como podemos ter certeza que isso vai acontecer? Jesus fez milagres para mostrar às pessoas que o mundo inteiro vai ser bom assim. Ele também morreu por nós. Por causa da morte dele, a tristeza vai deixar de existir e todas as promessas de Deus vão se cumprir. A morte de Jesus foi tão importante que ele mandou seus discípulos se reunirem todos os anos para lembrar da morte dele. — Lucas 22:19, 20.
Pelo calendário usado nos tempos bíblicos, o dia da morte de Jesus vai cair neste ano na terça-feira, dia 11 de abril. As Testemunhas de Jeová convidam você para estar com elas nessa data e aprender como a morte dele pode ajudar você e sua família.
As Testemunhas de Jeová convidam toda a comunidade tarauacaense para estar presente a Celebração da morte de Cristo. 
Evento bíblico gratuito dia 11 de Abril, em dois horários:
18 às 19h ou das 19:40h às 20:40h
No Salão do Reino das Testemunhas de Jeová na entrada do Bairro Avelino Leal (Bairro Novo) 
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    Deputado processa Meta após punição por falar de sexualização infantil

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    O deputado federal Amon Mandel (Cidadania-AM) entrou na Justiça contra a Meta, empresa dona do Instagram e do Facebook, alegando ter tido seu perfil censurado por falar de um projeto contra a sexualização infantil.

    Segundo Amon, seu perfil foi restringido após a publicação, no domingo (9/8), de um vídeo em que apresentava um projeto para aperfeiçoar a repressão à sexualização infantil e juvenil, com uso de inteligência artificial.

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    Felca

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    Felca denunciou adultização de crianças e já venceu processos na Justiça de São Paulo

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    Felca denunciou influenciador Hytalo Santos de usar menores para conseguir engajamento

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    Felca/Reprodução/Youtube

    O parlamentar afirma que foi proibido, por um ano, de realizar ou participar de transmissões ao vivo no Instagram, além de ter sido impedido de criar anúncios e de enviar ou responder mensagens privadas na rede social.

    A defesa do deputado amazonense alega na ação que Amon é assinante verificado do Instagram, mas que, mesmo assim, não obteve resposta da plataforma sobre sua reclamação.

    A rede social, segundo o parlamentar, justificou a punição dizendo que Amon estaria expondo imagens de crianças — quando, na verdade, o deputado criticava a exploração infantil.

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    “Trata-se de um ato de censura contra quem expõe crimes graves e cobra responsabilidade das plataformas digitais. A plataforma puniu quem denuncia, mas mantém no ar o que realmente deveria combater. É urgente melhorarmos essas ferramentas de monitoramento”, criticou o parlamentar.

    O projeto de Amon foi protocolado antes das denúncias do influenciador Felca e obriga as redes que operam no Brasil a implementarem um sistema automático de bloqueio de conteúdos relacionados à exploração sexual de crianças e adolescentes, com uso de inteligência artificial.

    Caso repetido

    Além de Amon, outros políticos reclamaram de terem contas restringidas pela Meta por comentarem o vídeo de Felca, no qual o influenciador denunciou casos de sexualização infantil em canais de redes sociais.

    A ex-deputada federal Manuela D’Ávila, por exemplo, publicou em seu perfil no X na quarta-feira (13/8) uma reclamação de que sua conta no Instagram recebeu punições por abordar o tema da sexualização infantil.

    “A minha conta no Instagram acaba de receber diversas punições por nós termos trazido o debate sobre a adultização das infâncias, vinculando-o às práticas da extrema direita no Brasil”, afirmou em postagem.

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