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    GDF faz acordo internacional para proteção de crianças on-line

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    O Governo do Distrito Federal (GDF), por meio da Secretaria de Justiça e Cidadania (Sejus-DF), firmou uma parceria com a organização internacional ChildFund, nessa quarta-feira (27/8). A intenção é fortalecer a proteção de crianças, adolescentes e jovens contra a violência on-line.

    Por meio da parceria, que terá duração inicial de 12 meses, será criado um programa de proteção on-line e combate à violência virtual, que combina prevenção, capacitação e formulação de política pública.

    Entre as ações previstas, estão:

    • Oferta de cursos on-line, na plataforma do ChildFund e de parceiros, voltados a famílias e garantidores de direitos;
    • Formação de atores do sistema de proteção – como conselheiros tutelares, professores e familiares – em segurança digital e enfrentamento da violência on-line;
    • Construção de uma política distrital de proteção digital, com diretrizes específicas para crianças e adolescentes de Brasília;
    • Compartilhamento de informações e boas práticas sobre prevenção e combate à pedofilia na internet.

    O acordo firmado prevê nove encontros mensais, a partir de setembro, com a rede de proteção do DF. A secretária de Justiça e Cidadania, Marcela Passamani, disse que é essencial “orientar, capacitar e levar conhecimento aos garantidores de direitos de crianças e adolescentes” na capital federal.

    “Temos aproximadamente 800 mil crianças, muitas delas em situação de risco. Nossos conselheiros tutelares e todos os atores da rede precisam cada vez mais de ferramentas para proteger e ampliar a prevenção”, afirmou.

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    Acordo foi assinado na quarta-feira (27/8)

    Divulgação

    O presidente administrativo do ChildFund, Mauricio Cunha, reforçou que o acordo vai além da proteção digital. “Estamos criando futuros com mais proteção a crianças e adolescentes. Essa cooperação une forças para fortalecer a educação digital, apoiar o combate à pedofilia e outras violências na internet e dar ferramentas às famílias e profissionais, para identificar riscos e proteger crianças e adolescentes”.