Celebração da morte de Jesus
Muito tempo atrás, Deus revelou uma mensagem a um profeta. Deus disse que um dia as pessoas vão viver em harmonia com a natureza. Ninguém vai ficar doente. As famílias vão construir suas próprias casas, tirar seu sustento da terra e ficar muito satisfeitas com seu trabalho. — Isaías 11:6-9; 35:5, 6; 65:21-23.
Como podemos ter certeza que isso vai acontecer? Jesus fez milagres para mostrar às pessoas que o mundo inteiro vai ser bom assim. Ele também morreu por nós. Por causa da morte dele, a tristeza vai deixar de existir e todas as promessas de Deus vão se cumprir. A morte de Jesus foi tão importante que ele mandou seus discípulos se reunirem todos os anos para lembrar da morte dele. — Lucas 22:19, 20.
Pelo calendário usado nos tempos bíblicos, o dia da morte de Jesus vai cair neste ano na terça-feira, dia 11 de abril. As Testemunhas de Jeová convidam você para estar com elas nessa data e aprender como a morte dele pode ajudar você e sua família.
As Testemunhas de Jeová convidam toda a comunidade tarauacaense para estar presente a Celebração da morte de Cristo. 
Evento bíblico gratuito dia 11 de Abril, em dois horários:
18 às 19h ou das 19:40h às 20:40h
No Salão do Reino das Testemunhas de Jeová na entrada do Bairro Avelino Leal (Bairro Novo) 
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    Homem que matou ex com 25 facadas é condenado a 28 anos de prisão

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    O Tribunal do Júri de Penápolis, em São Paulo, condenou Juliano Rocha Tomasini a 28 anos de prisão pelo assassinato de sua ex-esposa, Jaqueline Barbosa de Oliveira, morta com 25 facadas em setembro de 2020. Tomasini foi sentenciado nessa terça-feira (5/8) por homicídio qualificado, com agravantes de motivo fútil, meio cruel e feminicídio.

    A condenação atende à denúncia do Ministério Público. Jaqueline tinha 29 anos na época, e Juliano, 39. O crime aconteceu no bairro Planalto e foi presenciado pela filha mais velha da vítima, que na época tinha nove anos, e pelo filho do casal, de cinco.

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    Tomasini teria matado a mulher porque não aceitava o fim do relacionamento. À Justiça ele confessou que havia tentado convencer a vítima a reatar o casamento e que, após isso, sofreu uma espécie de “apagão” e só se lembra de ter ligado para seu irmão dizendo que havia matado a ex-esposa.

    Após o assassinar a ex-companheira com uma faca usada para pescaria, Tomasini fugiu do local com o filho. No dia seguinte, ele se entregou à polícia depois de conversar com familiares. O réu aguardou o julgamento preso e não poderá recorrer em liberdade.

    O Metrópoles tentou, sem sucesso, contato com o advogado de Juliano pelo telefone disponível no site da Ordem dos Advogados do Brasil. O espaço para resposta permanece aberto.

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