Celebração da morte de Jesus
Muito tempo atrás, Deus revelou uma mensagem a um profeta. Deus disse que um dia as pessoas vão viver em harmonia com a natureza. Ninguém vai ficar doente. As famílias vão construir suas próprias casas, tirar seu sustento da terra e ficar muito satisfeitas com seu trabalho. — Isaías 11:6-9; 35:5, 6; 65:21-23.
Como podemos ter certeza que isso vai acontecer? Jesus fez milagres para mostrar às pessoas que o mundo inteiro vai ser bom assim. Ele também morreu por nós. Por causa da morte dele, a tristeza vai deixar de existir e todas as promessas de Deus vão se cumprir. A morte de Jesus foi tão importante que ele mandou seus discípulos se reunirem todos os anos para lembrar da morte dele. — Lucas 22:19, 20.
Pelo calendário usado nos tempos bíblicos, o dia da morte de Jesus vai cair neste ano na terça-feira, dia 11 de abril. As Testemunhas de Jeová convidam você para estar com elas nessa data e aprender como a morte dele pode ajudar você e sua família.
As Testemunhas de Jeová convidam toda a comunidade tarauacaense para estar presente a Celebração da morte de Cristo. 
Evento bíblico gratuito dia 11 de Abril, em dois horários:
18 às 19h ou das 19:40h às 20:40h
No Salão do Reino das Testemunhas de Jeová na entrada do Bairro Avelino Leal (Bairro Novo) 
MAIS

    Invasão a plenários faz petistas sentirem “saudades” de Arthur Lira

    Por

    A invasão bolsonarista aos plenários do Congresso Nacional para pressionar pela anistia e pelo impeachment do ministro Alexandre de Moraes fez petistas sentirem “saudades” do ex-presidente da Câmara Arthur Lira (PP-AL).

    Com a impossibilidade de sessões no plenário, deputados do PT que circulavam pelo Salão Verde na quarta-feira (6/8) comentavam que, se Lira fosse o presidente da Câmara, a invasão sequer teria acontecido.

    3 imagensFechar modal.1 de 3

    O ex-presidente da Câmara Arthur Lira (PP-AL)

    BRENO ESAKI/METRÓPOLES @BrenoEsakiFoto2 de 3

    Arthur Lira foi escolhido como relator da proposta de reforma do IR

    Marina Ramos/Câmara dos Deputados3 de 3

    Arthur Lira, ex-presidente da Câmara

    Hugo Barreto/Metrópoles
    @hugobarretophoto

    Na visão de petistas, ao contrário de Hugo Motta (Republicanos-PB), Lira teria uma postura mais bélica diante da pressão bolsonarista e teria acionado a polícia legislativa e o Conselho de Ética contra os deputados, encerrando a invasão.

    Lira também foi acionado por lideranças de oposição. O líder do PL, Sóstenes Cavalcante (RJ), além de lideranças do Centrão, foram à sala do ex-presidente em busca de um acordo para o impasse.

    Leia também

    Motta, por sua vez, deixou correr o impasse durante quase toda quarta-feira (6/8). O atual presidente da Câmara chegou a ter a chancela dos líderes para acionar a polícia legislativa, mas preferiu negociar uma solução.

    O atual mandatário abriu a sessão por volta das 22h30, após horas de negociações. Não houve votações, e não chegou a punir nenhum dos parlamentares que atuaram no bloqueio.

     

     

    Sair da versão mobile