Celebração da morte de Jesus
Muito tempo atrás, Deus revelou uma mensagem a um profeta. Deus disse que um dia as pessoas vão viver em harmonia com a natureza. Ninguém vai ficar doente. As famílias vão construir suas próprias casas, tirar seu sustento da terra e ficar muito satisfeitas com seu trabalho. — Isaías 11:6-9; 35:5, 6; 65:21-23.
Como podemos ter certeza que isso vai acontecer? Jesus fez milagres para mostrar às pessoas que o mundo inteiro vai ser bom assim. Ele também morreu por nós. Por causa da morte dele, a tristeza vai deixar de existir e todas as promessas de Deus vão se cumprir. A morte de Jesus foi tão importante que ele mandou seus discípulos se reunirem todos os anos para lembrar da morte dele. — Lucas 22:19, 20.
Pelo calendário usado nos tempos bíblicos, o dia da morte de Jesus vai cair neste ano na terça-feira, dia 11 de abril. As Testemunhas de Jeová convidam você para estar com elas nessa data e aprender como a morte dele pode ajudar você e sua família.
As Testemunhas de Jeová convidam toda a comunidade tarauacaense para estar presente a Celebração da morte de Cristo. 
Evento bíblico gratuito dia 11 de Abril, em dois horários:
18 às 19h ou das 19:40h às 20:40h
No Salão do Reino das Testemunhas de Jeová na entrada do Bairro Avelino Leal (Bairro Novo) 
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    Junior Lima diz ter feito terapia para lidar com sexualidade

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    Junior Lima comentou sobre sua sexualidade e como as “fofocas” ao longo de sua carreira o afetaram. O cantor fez sucesso em dupla com a irmã, Sandy, nos anos 1990 e início dos 2000. Ele lembrou que, à época, a desconfiança se era ou não gay gerou bastante insegurança e afetou sua saúde mental. O músico disse que precisou lidar com o assunto com a terapia.

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    “Existiram muitos boatos em relação à minha sexualidade na minha adolescência. E isso, para mim, gerou uma série de coisas que eu não entendia, uma insegurança absurda. Por ser um homem, principalmente ali no final dos anos 1990, 2000, que era completamente diferente de hoje em dia, da consciência de hoje”, explicou, em participação no programa Saia Justa.

    Junior afirmou que não tem problema com a fama de gay, e alegou não ter nenhum preconceito. No entanto, levou a questão para análise. “Era um período muito machista. Então, o que isso gerava em mim, e era sempre à base de fofoca, reflete até hoje. Imagina! 20 anos de análise e eu tive que peitar muita coisa.”

    Junior Lima sem roupaJunior Lima deixa os fãs de boca aberta ao aparecer completamente nu em clipe

    “Sempre fui um homem que viveu na arte, que viveu dançando, na música, compondo… É um ambiente extremamente feminino, porque estava o tempo todo com a minha mãe e irmã. Então, eu tive uma sensibilidade muito aflorada, era um homem simpático, preocupado com as mulheres ao meu entorno. E isso se voltava contra mim. Naquela época, principalmente”, acrescentou.

    Os comentários do cantor viralizaram nas redes sociais, e várias pessoas se identificavam com o artista. O psicólogo e escritor Alexandre Bez aponta que, quando falamos em sensibilidade masculina, é fundamental entender que isso não tem nada a ver com fraqueza ou orientação sexual, como infelizmente ainda é associado.

    Para o profissional, o caso do Junior ilustra muito bem quanto a sensibilidade masculina ainda sofre com julgamentos.

    “Ele foi vítima de boatos na adolescência simplesmente por ser um homem sensível, num período marcado por um machismo estrutural muito forte. Isso gerou inseguranças que ele mesmo relata carregar até hoje, mesmo após anos de terapia. Esse tipo de situação é comum, porque a sociedade ainda associa, de forma errada, sensibilidade à sexualidade, quando na verdade são coisas completamente distintas. Um homem pode ser hétero e sensível, uma coisa não anula a outra.”

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    Júnior Lima e Monica Benini posam juntos para as redes sociais

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    Sandy e Júnior Lima

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    Junior Lima

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    Junior Lima

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    Junior Lima lança primeiro álbum solo

    Reprodução/Breno Galtier

    Alexandre acrescenta que homens sensíveis costumam ter uma percepção mais aguçada. Em geral, são mais criativos, conectados à arte, à cultura e, principalmente, mais presentes emocionalmente em seus relacionamentos. Apesar disso, são alvos de críticas e preconceitos, quase sempre vindos de pessoas despreparadas emocionalmente.

    “A sensibilidade não vem de traumas, pelo contrário, ela é uma expressão da inteligência emocional e da capacidade de se conectar com o outro com mais humanidade. E, no fim das contas, é isso que a maioria das mulheres busca: alguém emocionalmente disponível, que saiba ouvir, acolher e se entregar”, encerra o profissional.

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