Celebração da morte de Jesus
Muito tempo atrás, Deus revelou uma mensagem a um profeta. Deus disse que um dia as pessoas vão viver em harmonia com a natureza. Ninguém vai ficar doente. As famílias vão construir suas próprias casas, tirar seu sustento da terra e ficar muito satisfeitas com seu trabalho. — Isaías 11:6-9; 35:5, 6; 65:21-23.
Como podemos ter certeza que isso vai acontecer? Jesus fez milagres para mostrar às pessoas que o mundo inteiro vai ser bom assim. Ele também morreu por nós. Por causa da morte dele, a tristeza vai deixar de existir e todas as promessas de Deus vão se cumprir. A morte de Jesus foi tão importante que ele mandou seus discípulos se reunirem todos os anos para lembrar da morte dele. — Lucas 22:19, 20.
Pelo calendário usado nos tempos bíblicos, o dia da morte de Jesus vai cair neste ano na terça-feira, dia 11 de abril. As Testemunhas de Jeová convidam você para estar com elas nessa data e aprender como a morte dele pode ajudar você e sua família.
As Testemunhas de Jeová convidam toda a comunidade tarauacaense para estar presente a Celebração da morte de Cristo. 
Evento bíblico gratuito dia 11 de Abril, em dois horários:
18 às 19h ou das 19:40h às 20:40h
No Salão do Reino das Testemunhas de Jeová na entrada do Bairro Avelino Leal (Bairro Novo) 

Líbano acata pedido dos EUA e promete desarmar o Hezbollah

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O governo do Líbano acatou um pedido dos Estados Unidos, e anunciou que vai iniciar o processo de desarmamento do Hezbollah e outros grupos armados no território libanês. A medida foi divulgada pelo primeiro-ministro do país, Nawaf Salam, nesta quinta-feira (7/8).

A ação faz parte de um cessar-fogo entre Israel e Hezbollah, anunciado pela administração norte-americana em novembro de 2024. A expectativa é de que o possível desarmamento de grupos paramilitares no Líbano aconteça até o fim deste ano.

Além disso, o governo de Salam aprovou outras medidas relacionadas ao recente conflito no Líbano. Entre elas, o deslocamento do Exército do país para áreas de fronteira, negociações com Israel sobre prisioneiros, o fim das operações israelenses no território libanês e o apoio internacional militar para garantir o cessar-fogo.

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Mesmo com a aprovação das medidas, e do aceno positivo para o governo de Donald Trump, ainda não está claro como o Líbano pretende desarmar o Hezbollah e outros grupos no país.

A decisão do governo libanês tem sido criticada pelo Hezbollah, que ocupa posições no governo do Líbano e possuí o apoio de parte da população xiita do país.

Para o grupo, o anúncio do governo libanês é uma “marcha de humilhação”, por entender que a decisão significaria uma rendição do país a Israel e aos EUA.

Em discurso, o secretário-geral do Hezbollah, Naeem Qassem, acusou Israel de violar a trégua diversas vezes por meio de bombardeios recentes no Líbano. Por isso, o líder da organização política e paramilitar prometeu que o grupo não deve se desarmar no atual cenário, já que isso enfraqueceria a capacidade de defesa do país.

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