Celebração da morte de Jesus
Muito tempo atrás, Deus revelou uma mensagem a um profeta. Deus disse que um dia as pessoas vão viver em harmonia com a natureza. Ninguém vai ficar doente. As famílias vão construir suas próprias casas, tirar seu sustento da terra e ficar muito satisfeitas com seu trabalho. — Isaías 11:6-9; 35:5, 6; 65:21-23.
Como podemos ter certeza que isso vai acontecer? Jesus fez milagres para mostrar às pessoas que o mundo inteiro vai ser bom assim. Ele também morreu por nós. Por causa da morte dele, a tristeza vai deixar de existir e todas as promessas de Deus vão se cumprir. A morte de Jesus foi tão importante que ele mandou seus discípulos se reunirem todos os anos para lembrar da morte dele. — Lucas 22:19, 20.
Pelo calendário usado nos tempos bíblicos, o dia da morte de Jesus vai cair neste ano na terça-feira, dia 11 de abril. As Testemunhas de Jeová convidam você para estar com elas nessa data e aprender como a morte dele pode ajudar você e sua família.
As Testemunhas de Jeová convidam toda a comunidade tarauacaense para estar presente a Celebração da morte de Cristo. 
Evento bíblico gratuito dia 11 de Abril, em dois horários:
18 às 19h ou das 19:40h às 20:40h
No Salão do Reino das Testemunhas de Jeová na entrada do Bairro Avelino Leal (Bairro Novo) 
MAIS

    Mistério: trio que desapareceu após churrasco está sumido há 4 meses

    Por

    Quatro meses, 17 semanas e 123 dias se passaram desde que Vítor Juan Santiago, 18 anos, Carolina Oliveira de Lima, 19, e Pedro Henrique Di Benedetto Rodrigues, 23, saíram de casa e não retornaram mais. O trio foi visto pela última vez em 6 de abril, quando saiu de um churrasco, em Canoas, região Metropolitana de Porto Alegre (RS), após receber uma ligação misteriosa, e desapareceu.

    À coluna, a delegada Graziela Zinelli, à frente das investigações, informou que os trabalhos para localizar os jovens continuam, mas que, até o momento, não há nenhuma novidade que aponte para onde eles possam estar.

    Leia também

    Agora, a principal linha de investigação é de que eles tenham sido assassinados.

    As descobertas

    Ainda no mês do desaparecimento, algumas pistas foram descobertas pela polícia e culminaram na prisão de quatro pessoas.

    Em 8 de abril, dois dias após o sumiço, os investigadores encontraram um veículo abandonado na Zona Norte de Porto Alegre. Esse carro seria, segundo familiares, o que um dos jovens costumava dirigir.

    À época, a Delegacia de Homicídios e Proteção à Pessoa (DHPP) informou que o automóvel foi apreendido e recolhido para ser submetido à perícia.

    No carro, não foram encontrados sinais de sangue ou de algo incomum. O delegado Edimar Machado chegou a dizer que não havia sinais de que  “tivesse ocorrido algum crime ou que algum corpo tivesse sido carregado dentro do veículo”.

    Prisões

    No dia 29 de abril, surgiu a primeira esperança às famílias. Três pessoas foram presas temporariamente por estarem envolvidas no sumiço.

    As prisões foram parte de uma operação do Departamento de Homicídios. Naquela data, 12 ordens judiciais foram cumpridas.

    À época, a delegada Graziela Zinelli afirmou que “todos os presos tiveram participação com a ocultação de provas ou fraude processual, com o intuito de ludibriar o trabalho da polícia.”

    No entanto, após meses sem atualizações, ela confirmou à coluna, nessa quarta (6), que os detidos já foram colocados em liberdade, uma vez que o mandado era de prisão temporária.

    “Consideramos que eles não foram os executores”, resumiu a investigadora.

    Crime organizado

    Conforme apontado pelos investigadores, é provável que os três desaparecidos estariam envolvidos com o crime organizado e participando de uma espécie de “tele-entrega” de drogas.

    Há desconfianças de que eles tenham ido a uma área considerada pertencente a uma facção rival, para efetuar a entrega de drogas, e, a partir daí, se deu o desaparecimento.

    “Nós não descartamos encontrar essas pessoas com vida, mas, infelizmente, neste momento, a linha mais forte é que tenha acontecido um crime”, disse o delegado Mário Souza em entrevista concedida ainda em abril.

    Sair da versão mobile