Celebração da morte de Jesus
Muito tempo atrás, Deus revelou uma mensagem a um profeta. Deus disse que um dia as pessoas vão viver em harmonia com a natureza. Ninguém vai ficar doente. As famílias vão construir suas próprias casas, tirar seu sustento da terra e ficar muito satisfeitas com seu trabalho. — Isaías 11:6-9; 35:5, 6; 65:21-23.
Como podemos ter certeza que isso vai acontecer? Jesus fez milagres para mostrar às pessoas que o mundo inteiro vai ser bom assim. Ele também morreu por nós. Por causa da morte dele, a tristeza vai deixar de existir e todas as promessas de Deus vão se cumprir. A morte de Jesus foi tão importante que ele mandou seus discípulos se reunirem todos os anos para lembrar da morte dele. — Lucas 22:19, 20.
Pelo calendário usado nos tempos bíblicos, o dia da morte de Jesus vai cair neste ano na terça-feira, dia 11 de abril. As Testemunhas de Jeová convidam você para estar com elas nessa data e aprender como a morte dele pode ajudar você e sua família.
As Testemunhas de Jeová convidam toda a comunidade tarauacaense para estar presente a Celebração da morte de Cristo. 
Evento bíblico gratuito dia 11 de Abril, em dois horários:
18 às 19h ou das 19:40h às 20:40h
No Salão do Reino das Testemunhas de Jeová na entrada do Bairro Avelino Leal (Bairro Novo) 
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    Pastor brasileiro liberta mais de 50 escravos no Paquistão

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    Cerca de 50 milhões de pessoas ainda vivem sob escravidão moderna ao redor do mundo, entre elas famílias inteiras no Paquistão, onde regimes de servidão persistem apesar de o trabalho forçado ser proibido no país há décadas. Alguns destes paquistaneses, contudo, encontraram em um pastor brasileiro a esperança de serem livres novamente.

    Escravidão moderna no Paquistão

    • Estimativas recentes apontam que 2,3 milhões de pessoas enfrentam escravidão moderna no Paquistão.
    • De acordo com o relatório Global Slavery Index 2023, o tipo mais comum de escravidão no país é a servidão por dívida. Isso acontece quando uma pessoa, ou família inteiras, pegam dinheiro emprestado e são forçadas a trabalhar para seus credores como forma de pagamento. Muitas vezes, essa “troca” não é baseada em nenhum contrato, o que abre brechas para abusos.
    • Os casos de escravidão moderna no Paquistão são relatados principalmente em fábricas de tijolos e em setores ligados à agricultura.

    Missionário com experiência em 23 países, o pastor Claudinei Vicente, começou o trabalho humanitário no Paquistão em 2020. Desde então, realizou o resgate de mais de 50 pessoas e de 9 famílias diferentes.

    “Existem milhares de pessoas morrendo de fome no Paquistão, e eles se sujeitam a trabalhar por comida, ou para pagar empréstimos que fizeram com empresários da região”, explica o pastor Claudinei Vicente.

    As vítimas  moderna foram resgatadas na cidade de Lahore, a segunda maior do Paquistão, em olarias de tijolos. Tais fábricas, assim como áreas ligadas à agricultura, são os locais onde está concentrada a maioria dos escravos do país.

    Ao Metrópoles, o missionário de 52 anos, morador de São Paulo, revela que o trabalho de resgate é feio em parceria com líderes religiosos cristãos no Paquistão. Enquanto realiza campanhas de doações no Brasil, por meio de vaquinhas virtuais, uma equipe atua nas negociações diretas com os “donos de escravos” no país asiático.

    O valor da liberdade gira em torno dos US$ 3 mil (cerca de R$ 16 mil reais), mas pode variar dependendo da quantidade de pessoas que serão resgatadas, e do tempo em que vivem sob escravidão.

    Veja o momento de um dos resgates:

    Além de retirar pessoas do regime de servidão moderna, Claudinei revela que o projeto Recomeçar a Vida busca dar oportunidades para que os resgatados não voltem a ser escravizados novamente.

    “Depois de resgatá-los, procuramos dar moradia e alimentação para essas pessoas por cerca de seis meses, além de realizar um trabalho de educação financeira com eles. Também usamos as doações na compra tuk-tuks [meio de transporte bastante popular em países asiáticos], que são doados para os resgatados terem uma chance de recomeçarem suas vidas por meio de um trabalho digno”, explica Claudinei.

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    Escravidão em dados

    Em março deste ano, o governo do Paquistão ratificou três instrumentos da Organização Internacional do Trabalho (OIT), com o objetivo de erradicar o trabalho forçado no país.

    Apesar disso, os dados sobre a escravidão na nação asiática ainda são alarmantes, com mais de 2,3 milhões de pessoas afetadas.

    Ao todo, estimativas recentes apontam que a cada mil habitantes 10,6 vivem regimes de servidão forçada no Paquistão.

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