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    PCDF prende foragido da “Gangue do Rolex” por roubos no DF

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    Policiais civis da Coordenação de Repressão aos Crimes Patrimoniais (Corpatri) prenderam um dos integrantes da “Gangue do Rolex“, nessa quinta-feira (28/8), em Paraisópolis, São Paulo. O grupo é especializado em roubos de relógios de luxo em várias capitais brasileiras.

    Mais detalhes:

    • O criminoso, de 31 anos, estava foragido desde novembro de 2024.
    • Na época, o bandido conseguiu escapar de uma grande operação policial batizada de “Cartada Final”, deflagrada no Distrito Federal.
    • A prisão dele foi realizada com o apoio do 16º Batalhão da Polícia Militar do Estado de São Paulo.

    Imagens da prisão: 

    3 imagensFoto do bandidoPrisãoFechar modal.1 de 3

    Criminoso, integrante da Gangue do Rolex preso

    Reprodução / PCDF2 de 3

    Foto do bandido

    Reprodução / PCDF3 de 3

    Prisão

    Reprodução / PCDF

    Organização criminosa interestadual

    Segundo investigações da Corpatri, o criminoso fazia parte de uma quadrilha altamente estruturada e perigosa.

    O grupo é responsável por pelo menos cinco assaltos a vítimas no Distrito Federal em 2023, sempre com foco em relógios de luxo, especialmente da marca Rolex.

    A atuação da quadrilha é itinerante e criteriosa. Os criminosos escolhem regiões de alto poder aquisitivo em diferentes capitais do país.

    A operação é dividida em funções:

    • Os “olheiros” observam e escolhem as vítimas.
    • Os “executores” realizam os assaltos com extrema rapidez e violência.
    • Para facilitar a fuga e despistar as autoridades, os bandidos costumam usar motocicletas com placas adulteradas.
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    Perigo constante e alcance internacional

    A forma de atuação da gangue é considerada extremamente perigosa pelas autoridades. A velocidade e agressividade com que os roubos são executados aumentam o risco de evolução para latrocínio (roubo seguido de morte), especialmente se a vítima tenta reagir.

    Os relógios roubados são rapidamente repassados a uma rede de receptadores, com ramificações que podem chegar ao mercado internacional, o que dificulta a recuperação dos bens pelas vítimas.

    Com essa prisão, a PCDF segue no encalço dos demais integrantes da organização criminosa. A operação continua em andamento, e novas prisões não estão descartadas.