Celebração da morte de Jesus
Muito tempo atrás, Deus revelou uma mensagem a um profeta. Deus disse que um dia as pessoas vão viver em harmonia com a natureza. Ninguém vai ficar doente. As famílias vão construir suas próprias casas, tirar seu sustento da terra e ficar muito satisfeitas com seu trabalho. — Isaías 11:6-9; 35:5, 6; 65:21-23.
Como podemos ter certeza que isso vai acontecer? Jesus fez milagres para mostrar às pessoas que o mundo inteiro vai ser bom assim. Ele também morreu por nós. Por causa da morte dele, a tristeza vai deixar de existir e todas as promessas de Deus vão se cumprir. A morte de Jesus foi tão importante que ele mandou seus discípulos se reunirem todos os anos para lembrar da morte dele. — Lucas 22:19, 20.
Pelo calendário usado nos tempos bíblicos, o dia da morte de Jesus vai cair neste ano na terça-feira, dia 11 de abril. As Testemunhas de Jeová convidam você para estar com elas nessa data e aprender como a morte dele pode ajudar você e sua família.
As Testemunhas de Jeová convidam toda a comunidade tarauacaense para estar presente a Celebração da morte de Cristo. 
Evento bíblico gratuito dia 11 de Abril, em dois horários:
18 às 19h ou das 19:40h às 20:40h
No Salão do Reino das Testemunhas de Jeová na entrada do Bairro Avelino Leal (Bairro Novo) 
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    Rede Américas reúne 1.800 especialistas em SP para debater oncologia

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    Uma verdadeira imersão nos avanços da oncologia. Essa foi a entrega para mais de 1.800 profissionais de saúde que participaram do 1º Congresso de Oncologia da Rede Américas, entre os dias 7 e 9 de agosto, no Hotel Grand Hyatt, em São Paulo. O evento foi promovido pela segunda maior rede de hospitais privados do Brasil, que conta com 27 hospitais, está presente em oito estados e no Distrito Federal e, em oncologia, tem 42 unidades especializadas.

    “A Oncologia Américas está na vanguarda do que há de mais moderno em termos de pesquisa, equipamentos e tratamentos para o câncer. E fazer parte da Rede Américas, com sua ampla distribuição geográfica, significa ter mais escala e capacidade para cuidar dos pacientes e atrair especialistas renomados, além de gerar protocolos melhores e atendimento a casos especiais”, frisou Gustavo Fernandes, vice-presidente de Oncologia da Rede Américas, que hoje conta com mais de 50 mil atendimentos mensais e um time de 1.500 colaboradores, uma das estruturas oncológicas mais robustas da América Latina.

    O evento teve início com uma aula magna de Drauzio Varella, que falou sobre a importância da medicina humanizada e da necessidade dos médicos também olharem para a própria saúde.

    Drauzio Varella, entre Gustavo Fernandes, à esquerda e, Romualdo Barroso, à direita: referências na oncologia e na saúde do país

    Entre os destaques científicos do Congresso, debates sobre biópsia líquida, ADCs (conjugados anticorpo-droga), oncologia de precisão e novos métodos de imagem.

    Além disso, a programação contou com 12 módulos temáticos abrangendo pulmão, mama, Trato Gastrointestinal (TGI), ginecologia, sistema nervoso central, sarcomas, hematologia, em uma imersão clínica que promove integração entre especialidades e troca de experiências multidisciplinares.

    Especialistas discutem avanços no tratamento do câncer de mama e cabeça e pescoço

    Nas salas de aprendizagem, a de Mama recebeu grandes nomes nacionais e internacionais, como o francês François-Clement Bidard, que publicou, recentemente, um artigo na revista científica New England, uma das mais importantes publicações científicas do mundo, sobre uma nova estratégia para tratar câncer de mama avançado HR+ / HER2-negativo.

    Para Romualdo Barroso, presidente do Congresso, esse foi um dos destaques do evento. “Bidard é um especialista e pesquisador visionário. Trazê-lo para o Brasil para trocar experiências foi muito significativo. A ciência nos inspira, mas é a paixão por cuidar que nos move. Nosso congresso é um reflexo dessa filosofia, unindo excelência técnica com sensibilidade humana, em um ambiente de imersão clínica que favorece a integração entre especialidades.”

    O tumor do intestino, que vem sendo um ponto de atenção para a comunidade médica, também foi destaque. Para esse aspecto, o especialista argentino Juan Manuel O’Connor foi convidado a falar, apresentando os biomarcadores e a terapia-alvo direcionadas em câncer de cólon metastático. O palestrante também ressaltou a importância da avaliação minuciosa para as melhores escolhas terapêuticas e indicações mais assertivas na busca de melhores resultados para os pacientes.

    Outro ponto alto foi a Sala de Cabeça e Pescoço, coordenada por Tiago Kenji, líder da oncologia do Hospital Santa Paula, em São Paulo, e que presidiu o congresso do ano passado. “É extremamente gratificante acompanhar a evolução deste congresso, que se consolida cada vez mais como um espaço de referência para atualização em uma especialidade tão desafiadora. As inovações que discutimos têm impacto direto na forma como tratamos e cuidamos dos pacientes, oferecendo diagnósticos mais precisos, terapias mais eficazes e melhores perspectivas de qualidade de vida”.

    Tiago Kenji, que atua na liderança da oncologia do Hospital Santa Paula (SP) e coordenou os debates sobre tumores malignos de Cabeça e Pescoço

    Olhar para o futuro

    De acordo com Gustavo Fernandes, duas áreas vêm transformando a oncologia: terapias-alvo e imunoterapia. “Quase todos os tratamentos mudaram nos últimos 10 anos, e dois campos são os que mais avançam e têm potencial de crescimento nos próximos anos”, afirmou.

    Para 2026, a presidência do congresso será assumida por Ana Paula Victorino, especialista já à frente da diretoria científica do Instituto Américas de Ensino e Pesquisa, entidade que desenvolve pesquisas e educação no campo da oncologia, projeta uma nova edição ainda mais abrangente. “Manteremos a qualidade científica e ampliaremos o networking. O Congresso Oncologia Américas é um momento de troca e atualização que impacta diretamente o cuidado com os pacientes, no sentido que promove atualização científica, bem como apresenta as novidades no trato desse problema que acomete mais de 700 mil pessoas, conforme aponta o Instituto Nacional de Câncer (INCA). Esse tipo de evento reforça nosso compromisso no sistema médico em atender pacientes oncológicos com qualidade, excelência e, acima de tudo, paixão por cuidar”, conclui.

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