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    Saiba o que Lady Di guardou em cápsula do tempo enterrada há 30 anos

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    Uma cápsula do tempo enterrada em 1991, no Great Ormond Street Hospital, hospital infantil em Londres, pela princesa Diana foi aberta nesta semana, após três décadas. A caixa fazia parte de uma campanha que buscava representar a vida na década de 1990.

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    A cápsula foi enterrada durante a construção de um dos prédios da unidade de saúde, o Variety Club Building, inaugurado em 1994. Diana, então princesa de Gales, se tornou presidente da instituição em 1989, e fez diversas visitas ao local até sua morte, em 1997.

    Princesa Diana e a pedra fundamental que marcou a construção do Variety Club Building

    Entre os objetos escolhidos pela princesa para compor a caixa, estavam um CD do álbum Rhythm of Love, de Kylie Minogue — que traz sucessos como Better the Devil You Know e Shocked —, uma calculadora solar e um passaporte.

    Além da Lady Di, uma competição da BBC selecionou outras duas crianças que tiveram o privilégio de compor os objetos. David Watson, com 11 anos na época, e Sylvia Foulkes, de 9 anos na ocasião, escolheram uma TV de bolso, um holograma de floco de neve, uma folha de papel reciclado, uma coleção de moedas britânicas, cinco sementes de árvores, uma cópia do jornal The Times do dia em que foi enterrada, e uma foto da própria princesa Diana.

    4 imagensO CD do álbum Rhythm of Love, de Kylie Minogue, foi um dos itens escolhidos por DianaTV de bolso, um marco dos anos 1990A caixa era feita de madeira e revestida de chumboFechar modal.1 de 4

    Objetos da cápsula do tempo

    Great Ormond Street Hospital/Divulgação2 de 4

    O CD do álbum Rhythm of Love, de Kylie Minogue, foi um dos itens escolhidos por Diana

    Great Ormond Street Hospital/Divulgação3 de 4

    TV de bolso, um marco dos anos 1990

    Great Ormond Street Hospital/Divulgação4 de 4

    A caixa era feita de madeira e revestida de chumbo

    Great Ormond Street Hospital/Divulgação

    A ideia original era abrir a caixa apenas daqui a centenas de anos. No entanto, ela precisou ser desenterrada em 2025 para dar lugar às obras de um novo centro de tratamento de câncer infantil no hospital.

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