Celebração da morte de Jesus
Muito tempo atrás, Deus revelou uma mensagem a um profeta. Deus disse que um dia as pessoas vão viver em harmonia com a natureza. Ninguém vai ficar doente. As famílias vão construir suas próprias casas, tirar seu sustento da terra e ficar muito satisfeitas com seu trabalho. — Isaías 11:6-9; 35:5, 6; 65:21-23.
Como podemos ter certeza que isso vai acontecer? Jesus fez milagres para mostrar às pessoas que o mundo inteiro vai ser bom assim. Ele também morreu por nós. Por causa da morte dele, a tristeza vai deixar de existir e todas as promessas de Deus vão se cumprir. A morte de Jesus foi tão importante que ele mandou seus discípulos se reunirem todos os anos para lembrar da morte dele. — Lucas 22:19, 20.
Pelo calendário usado nos tempos bíblicos, o dia da morte de Jesus vai cair neste ano na terça-feira, dia 11 de abril. As Testemunhas de Jeová convidam você para estar com elas nessa data e aprender como a morte dele pode ajudar você e sua família.
As Testemunhas de Jeová convidam toda a comunidade tarauacaense para estar presente a Celebração da morte de Cristo. 
Evento bíblico gratuito dia 11 de Abril, em dois horários:
18 às 19h ou das 19:40h às 20:40h
No Salão do Reino das Testemunhas de Jeová na entrada do Bairro Avelino Leal (Bairro Novo) 
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    Vídeo: parlamentar denuncia abordagem racista de GCM na Câmara de SP

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    A codeputada pelo PSol na Assembleia Legislativa de São Paulo (Alesp), Ana Laura Pretas, postou um vídeo nas suas redes sociais denunciando um caso de racismo na Câmara Municipal da capital na última segunda-feira (4/8). Ela diz ter sido hostilizada por agentes da Guarda Civil Metropolitana (CGM) que atuam na Casa.

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    Ana Laura conta no vídeo (veja abaixo) que foi ao local visitar o gabinete da vereadora Luana Alves (PSol), sua colega de partido, quando foi até a área externa para fumar. Ao retornar, os agentes da GCM teriam impedido o seu retorno para o gabinete, solicitando que ela passasse novamente pelo detector de metais, apesar de já ter sido identificada e não ter saído da Câmara.

    

    A parlamentar se recusou a realizar o procedimento, e foi seguida pelos GCMs enquanto retornava ao gabinete. A cena dos guardas solicitando para que ela volte ao detector de metais aparece no vídeo publicado por ela nas redes.

    “Sempre usei o fumódromo. Nunca passei por esse tipo de constrangimento. Mas esse dia, me senti vigiada, perseguida. Em que momento eu fui uma ameaça? Já havia passado pelo detector. Estava identificada. E, mesmo assim, fui tratada como suspeita — como se não tivesse dignidade”, escreveu Ana Laura em suas redes.

    A parlamentar faz parte do SP Pretas, que reúne cinco mulheres em um mandato coletivo na Alesp. A principal pauta do movimento, liderado por Mônica Seixas, é o feminismo antirracista.

    O Metrópoles aguarda uma posição da Câmara Municipal e da Guarda Civil Metropolitana.

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