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Zelador incendiou prédio antes de espancar moradora. Veja vídeo

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Zelador incendiou prédio antes de espancar moradora. Veja vídeo

Câmeras de segurança de um condomínio registraram o momento em que o zelador Osvaldo Conceição Ferreira provoca um incêndio em um prédio no Rio Vermelho, em Salvador (BA). O homem é suspeito de atear fogo de forma criminosa no local e agredir brutalmente uma moradora do edifício.

O caso ocorreu nessa quarta-feira (27/8) e é investigado pela Polícia Civil, que prendeu o suspeito.

Veja o vídeo:

No vídeo, é possível ver o zelador chegando ao prédio com um galão de gasolina e subindo pelo elevador no início da manhã de terça (26/8), às 6h30. Depois que o homem sai do elevador, as imagens mostram uma explosão, seguida de fumaça.

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Segundo o Correio 24 Horas, parceiro do Metrópoles, depois de atear fogo ao 1º andar, o zelador subiu até o apartamento da moradora, no quarto piso, e a agrediu com socos no rosto. Após espancá-la, Osvaldo tentou fugir, pulando de uma altura considerável e sofrendo ferimentos.

“Quando chegamos ao local, havia um princípio de incêndio no corredor do primeiro andar. Os próprios moradores iniciaram o combate e contiveram as chamas. Fizemos o rescaldo e, logo depois, fomos informados de uma vítima de trauma no quarto andar”, explicou o major André Moreira, do 3º Batalhão do Corpo de Bombeiros.

Nenhum morador ficou ferido por causa do fogo.

Possível motivação do crime

De acordo com as investigações, o zelador pode ter incendiado o prédio e espancado a moradora devido ao medo de ser demitido do condomínio. A vítima o havia denunciado por assédio no livro de ocorrência do condomínio.

Ele era funcionário do prédio há mais de 10 anos e há indícios de que ele estava revoltado com a possibilidade de ser desligado, informação que ele teria visto em um grupo de mensagens entre moradores.

“Tudo indica que existia uma conversa de que ele seria demitido do condomínio. Isso nos faz entender que havia uma espécie de revolta, raiva, ódio e vingança”, afirmou o major Moreira.

O zelador vivia com a família em um cômodo no térreo, cedido a ele durante a pandemia da Covid-19.

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