Celebração da morte de Jesus
Muito tempo atrás, Deus revelou uma mensagem a um profeta. Deus disse que um dia as pessoas vão viver em harmonia com a natureza. Ninguém vai ficar doente. As famílias vão construir suas próprias casas, tirar seu sustento da terra e ficar muito satisfeitas com seu trabalho. — Isaías 11:6-9; 35:5, 6; 65:21-23.
Como podemos ter certeza que isso vai acontecer? Jesus fez milagres para mostrar às pessoas que o mundo inteiro vai ser bom assim. Ele também morreu por nós. Por causa da morte dele, a tristeza vai deixar de existir e todas as promessas de Deus vão se cumprir. A morte de Jesus foi tão importante que ele mandou seus discípulos se reunirem todos os anos para lembrar da morte dele. — Lucas 22:19, 20.
Pelo calendário usado nos tempos bíblicos, o dia da morte de Jesus vai cair neste ano na terça-feira, dia 11 de abril. As Testemunhas de Jeová convidam você para estar com elas nessa data e aprender como a morte dele pode ajudar você e sua família.
As Testemunhas de Jeová convidam toda a comunidade tarauacaense para estar presente a Celebração da morte de Cristo. 
Evento bíblico gratuito dia 11 de Abril, em dois horários:
18 às 19h ou das 19:40h às 20:40h
No Salão do Reino das Testemunhas de Jeová na entrada do Bairro Avelino Leal (Bairro Novo) 
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    Advogado do Careca do INSS também defende Chiquinho Brazão

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    O advogado do lobista Antônio Carlos Camilo Antunes, o “Careca do INSS”, Cleber Lopes de Oliveira, também defende o ex-deputado federal Chiquinho Brazão (sem partido-RJ), acusado de ser um dos mandantes do assassinato da vereadora Marielle Franco (PSol-RJ) e do motorista Anderson Gomes, em março de 2018.

    “Careca” presta depoimento nesta quarta-feira (25/9) à Comissão Parlamentar Mista de Inquérito (CPMI) que investiga os descontos indevidos de aposentados e pensionistas.

    O advogado do depoente chegou a bater boca com o deputado federal Zé Trovão (PL-SC) durante a audiência.

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    Cleber Lopes de Oliveira coleciona casos de repercussão, entre eles o de Brazão. Ele compareceu à Câmara em 2024 em algumas reuniões do Conselho de Ética que discutiam representações contra Brazão.

    Apesar de o colegiado ter aprovado a cassação do ex-parlamentar, o próprio presidente da Câmara, Hugo Motta (Republicanos-PB), assinou a perda de mandato por faltas, e o caso nunca chegou ao plenário da Casa.

    Em abril, o ministro Alexandre de Moraes, do Supremo Tribunal Federal (STF), autorizou a prisão domiciliar de Brazão. O ex-deputado estava detido preventivamente na Penitenciária Federal de Campo Grande (MS) desde março de 2024.

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