Celebração da morte de Jesus
Muito tempo atrás, Deus revelou uma mensagem a um profeta. Deus disse que um dia as pessoas vão viver em harmonia com a natureza. Ninguém vai ficar doente. As famílias vão construir suas próprias casas, tirar seu sustento da terra e ficar muito satisfeitas com seu trabalho. — Isaías 11:6-9; 35:5, 6; 65:21-23.
Como podemos ter certeza que isso vai acontecer? Jesus fez milagres para mostrar às pessoas que o mundo inteiro vai ser bom assim. Ele também morreu por nós. Por causa da morte dele, a tristeza vai deixar de existir e todas as promessas de Deus vão se cumprir. A morte de Jesus foi tão importante que ele mandou seus discípulos se reunirem todos os anos para lembrar da morte dele. — Lucas 22:19, 20.
Pelo calendário usado nos tempos bíblicos, o dia da morte de Jesus vai cair neste ano na terça-feira, dia 11 de abril. As Testemunhas de Jeová convidam você para estar com elas nessa data e aprender como a morte dele pode ajudar você e sua família.
As Testemunhas de Jeová convidam toda a comunidade tarauacaense para estar presente a Celebração da morte de Cristo. 
Evento bíblico gratuito dia 11 de Abril, em dois horários:
18 às 19h ou das 19:40h às 20:40h
No Salão do Reino das Testemunhas de Jeová na entrada do Bairro Avelino Leal (Bairro Novo) 
MAIS

    Ao vivo: STJ julga recursos sobre a condenação de Adriana Villela

    Por

    A Sexta Turma do Superior Tribunal de Justiça (STJ) voltou a julgar os recursos sobre a condenação da arquiteta Adriana Villela, na tarde desta terça-feira (2/9). Assista a sessão ao vivo:

    Adriana Villela foi condenada a 61 anos de prisão como mandante do triplo homicídio dos pais e da empregada da família, em 2009. O caso ficou conhecido como Crime da 113 Sul, em referência ao endereço onde ocorreram os assassinatos.

    A Sexta Turma retomou o julgamento após dois pedidos de vista. Como não é mais possível haver adiamento, o desfecho dos recursos deve ser divulgado ainda nesta tarde.

    Até o momento, o placar está 1 x 1: 

    • O relator, ministro Rogério Schietti, que se posicionou a favor da prisão imediata de Adriana Villela.
    • Sebastião Reis Júnior, que opinou pela anulação do Tribunal do Júri e por toda a instrução da ação penal que levou à condenação da arquiteta.

    Os ministros Og Fernandes, Antônio Saldanha Pinheiro e Otávio de Almeida Toledo também vão apresentar os votos nesta terça-feira.

    Estão em discussão no STJ os recursos da defesa e da acusação. Por um lado, advogados pedem a anulação do júri que condenou Adriana Villela. A defesa alega que o crime foi um latrocínio e que as investigações falharam ao não considerar os álibis da arquiteta que a deixariam distante do local do crime no fatídico dia.

    O Ministério Público, por outro lado, pede a prisão imediata da arquiteta, que recorreu da sentença em liberdade. Para a acusação, o crime foi cometido devido a desavenças financeiras entre a filha e os pais. O ex-porteiro do Bloco C da 113 Sul foi acusado de receber dinheiro da arquiteta para simular um assalto à casa da família, antes de matar as vítimas a facadas.

    5 imagensFechar modal.1 de 5

    Adriana Villela, condenada como mandante do assassinato dos pais e da funcionária do casal, é arquiteta e mestre em desenvolvimento sustentável

    Igo Estrela/Metrópoles2 de 5

    Nos dias de julgamento, Adriana desenhava em alguns papéis

    Rafaela Felicciano/Metrópoles3 de 5

    O advogado de defesa, Kakay, chega ao STJ. Sexta Turma – julgamento do Crime da 113 Sul Adriana Villela

    VINÍCIUS SCHMIDT/METRÓPOLES @vinicius.foto4 de 5

    Carolina Villela no STJ. Sexta Turma – julgamento do Crime da 113 Sul Adriana Villela

    BRENO ESAKI/METRÓPOLES @BrenoEsakiFoto5 de 5

    Promotor de Justiça Marcelo Leite Borges, que atuou no caso de Adriana

    VINÍCIUS SCHMIDT/METRÓPOLES @vinicius.foto

    Crime da 113 Sul

    • Em agosto de 2009, José Guilherme, Maria e Francisca foram mortos no apartamento da família, no 6º andar de um prédio na 113 Sul.
    • As vítimas foram golpeadas com mais de 70 facadas pelos autores do crime.
    • No julgamento de 2019, o porteiro do prédio à época, Paulo Cardoso Santana, foi condenado a 62 anos de prisão por ter matado as vítimas. Considerados coautores, Leonardo Campos Alves e Francisco Mairlon tiveram penas fixadas em 60 e 55 anos, respectivamente.
    • Metrópoles contou o caso com riqueza de detalhes no podcast Revisão Criminal. Em sete episódios, as teses da defesa e da acusação foram explicadas com profundidade.
    Sair da versão mobile