Celebração da morte de Jesus
Muito tempo atrás, Deus revelou uma mensagem a um profeta. Deus disse que um dia as pessoas vão viver em harmonia com a natureza. Ninguém vai ficar doente. As famílias vão construir suas próprias casas, tirar seu sustento da terra e ficar muito satisfeitas com seu trabalho. — Isaías 11:6-9; 35:5, 6; 65:21-23.
Como podemos ter certeza que isso vai acontecer? Jesus fez milagres para mostrar às pessoas que o mundo inteiro vai ser bom assim. Ele também morreu por nós. Por causa da morte dele, a tristeza vai deixar de existir e todas as promessas de Deus vão se cumprir. A morte de Jesus foi tão importante que ele mandou seus discípulos se reunirem todos os anos para lembrar da morte dele. — Lucas 22:19, 20.
Pelo calendário usado nos tempos bíblicos, o dia da morte de Jesus vai cair neste ano na terça-feira, dia 11 de abril. As Testemunhas de Jeová convidam você para estar com elas nessa data e aprender como a morte dele pode ajudar você e sua família.
As Testemunhas de Jeová convidam toda a comunidade tarauacaense para estar presente a Celebração da morte de Cristo. 
Evento bíblico gratuito dia 11 de Abril, em dois horários:
18 às 19h ou das 19:40h às 20:40h
No Salão do Reino das Testemunhas de Jeová na entrada do Bairro Avelino Leal (Bairro Novo) 
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    Balanço Ético Global da Ásia é realizado em Nova Déli

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    O terceiro diálogo regional do Balanço Ético Global (BEG), realizado nessa segunda-feira (1º), em Nova Déli, na Índia, ouviu pessoas, empresas e governos do continente asiático a partir de reflexões éticas sobre as ações climáticas.

    O diálogo da Ásia reuniu 22 lideranças de diferentes setores e realidades diversas, sendo conduzido pelo ativista indiano e vencedor do Prêmio Nobel da Paz, Kailash Satyarthi.

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    A iniciativa é um dos quatro círculos de mobilização social para a 30ª Conferência das Partes da Convenção-Quadro das Nações Unidas sobre Mudança do Clima (COP30).

    “Ouvimos pessoas dos diferentes países da região, com recortes que têm cientistas, mulheres, juventudes, pessoas com experiências locais e o que todos têm colocado é que esse é o momento de a gente olhar para a emergência climática com o compromisso de implementar os acordos que já fizemos”, destaca a ministra do Meio Ambiente e Mudança do Clima, Marina Silva.

    Energia renovável

    No diálogo são debatidas ações climáticas desempenhadas pelos países para o cumprimento de acordos como os de triplicar energia renovável, duplicar eficiência energética, fazer a transição para o fim do desmatamento e o uso de combustíveis fósseis, além de enfrentar o problema de perdas e danos nas populações locais.

    “Nosso planeta está em chamas, e o tempo do ‘mais do mesmo’ acabou. Precisamos agir agora – mudando fundamentalmente nosso modo de vida, redefinindo o crescimento, interrompendo a injustiça climática e nos unindo em uma nova era de cooperação global”, afirma Kailash Satyarthi.

    Abertura

    Segundo a ministra Marina Silva, nos encontros do BEG os assuntos são tratados de forma aberta, democrática e transparente para que seja possível alcançar soluções inclusive sobre como serão ajudados os países que vivem os danos da emergência climática com o risco de desaparecerem do mapa mundial.

    “O que nós esperamos com o balanço ético é que no lugar da realidade reportada pelos relatórios e gráficos que são importantes, a gente possa trazer a realidade real da vivência de que está no território e está sofrendo, descobrindo e realizando”, assegura.

    Continentes

    O diálogo da Ásia foi o terceiro de seis encontros que ocorrerão em cada um dos continentes. O diálogo europeu foi realizado em Londres, sendo conduzido pela ex-presidente da Irlanda e referência na luta por justiça climática, Mary Robinson. A reunião das Américas do Sul, Central e Caribe ocorreu em Bogotá e foi coliderada pela ex-presidente  do Chile, Michelle Bachelet.

    Próximas agendas

    Os próximos diálogos serão realizados na África, sob a coliderança da ambientalista e ativista queniana Wanjira Mathai, e na América do Norte, com a estadunidense e fundadora do Center for Earth Ethics, Karenna Gore.

    Além dos diálogos regionais, organizações da sociedade civil e governos nacionais e subnacionais podem promover diálogos autogestionados, utilizando a mesma metodologia das demais iniciativas.  “Nas negociações internacionais, só os países falam. Mas, no fim das contas, o que importa são as pessoas”, declarou o presidente designado da 30ª Conferência da ONU sobre Mudanças Climáticas (COP30), embaixador André Corrêa do Lago.

    Cada diálogo produzirá um relatório regional com as contribuições debatidas visando gerar um documento final que servirá como contribuição externa para as negociações climáticas em Belém, na COP30.

    “Temos recebido muitas, excelentes e potentes contribuições que estão sendo dadas pelo Balanço Ético Global, ouvindo as diferentes regiões”, conclui a ministra Marina Silva. 

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