Celebração da morte de Jesus
Muito tempo atrás, Deus revelou uma mensagem a um profeta. Deus disse que um dia as pessoas vão viver em harmonia com a natureza. Ninguém vai ficar doente. As famílias vão construir suas próprias casas, tirar seu sustento da terra e ficar muito satisfeitas com seu trabalho. — Isaías 11:6-9; 35:5, 6; 65:21-23.
Como podemos ter certeza que isso vai acontecer? Jesus fez milagres para mostrar às pessoas que o mundo inteiro vai ser bom assim. Ele também morreu por nós. Por causa da morte dele, a tristeza vai deixar de existir e todas as promessas de Deus vão se cumprir. A morte de Jesus foi tão importante que ele mandou seus discípulos se reunirem todos os anos para lembrar da morte dele. — Lucas 22:19, 20.
Pelo calendário usado nos tempos bíblicos, o dia da morte de Jesus vai cair neste ano na terça-feira, dia 11 de abril. As Testemunhas de Jeová convidam você para estar com elas nessa data e aprender como a morte dele pode ajudar você e sua família.
As Testemunhas de Jeová convidam toda a comunidade tarauacaense para estar presente a Celebração da morte de Cristo. 
Evento bíblico gratuito dia 11 de Abril, em dois horários:
18 às 19h ou das 19:40h às 20:40h
No Salão do Reino das Testemunhas de Jeová na entrada do Bairro Avelino Leal (Bairro Novo) 

Barroso defende unificação de crimes em condenações do 8 de Janeiro

Por

O presidente do Supremo Tribunal Federal (STF), Luís Roberto Barroso, afirmou que é favorável à tese de que os crimes de golpe de Estado e abolição violenta do Estado Democrático de Direito contem como um só nos processos sobre os atos antidemocráticos de 8 de Janeiro.

Em entrevista à GloboNews, neste domingo (28/9), o ministro, que está prestes a deixar a presidência da Corte, declarou ser favorável que apenas um dos crimes seja computado.

Barroso lembrou que votou com esse entendimento na condenação do primeiro réu dos atos de 8 de Janeiro, em setembro de 2023 — quando as ações penais da tentativa de golpe ainda eram julgadas no plenário e não na Primeira Turma.

À época, Barroso defendeu a tese da consunção, em que o crime de golpe de Estado absorve o de abolição violenta do Estado Democrático de Direito.

“Foi o meu voto. Dei penas menores nos julgamentos do 8/1. Eu disse a eles que concordava porque me parecia a melhor solução mesmo. E aí daria uma redução de pena e aí os ‘bagrinhos’ cumpririam 2 anos e meio e sairiam da prisão — e foi o que eu achei de bom tamanho, para aqueles que não eram financiadores nem planejadores. Lá atrás, ao discutir as penas do 8/1, eu considerei razoável e talvez até desejável fundir os crimes e ser uma pena única”, disse Barroso.

Leia também

O episódio relatado pelo ministro é um encontro que ele teve, em abril, com o presidente da Câmara, Hugo Motta (Republicanos-PB), e com o do Senado, Davi Alcolumbre (União Brasil-AP), durante o funeral do papa Francisco. O tema teria sido levado pelos parlamentares a favor da redução da pena.

Barroso também defendeu ser contra a anistia total aos condenados, mas pontuou que se trata de uma medida exclusiva do Congresso. O Código Penal prevê que o crime de golpe de Estado tem pena máxima de 12 anos e mínima de 4, enquanto o de abolição violenta do Estado Democrático de Direito tem pena máxima de 8 anos e mínima de 4.

5 imagensFechar modal.1 de 5

O presidente do STF, Luís Roberto Barroso

BRENO ESAKI/METRÓPOLES @BrenoEsakifoto2 de 5

BRENO ESAKI/METRÓPOLES @BrenoEsakifoto3 de 5

O presidente do STF, Luís Roberto Barroso

BRENO ESAKI/METRÓPOLES @BrenoEsakifoto4 de 5

Presidente do STF, Luís Roberto Barroso

Reprodução5 de 5

O presidente do STF, Luís Roberto Barroso

Rosinei Coutinho/STF

Saída do STF

Em café da manhã na última sexta-feira (26/9) com jornalistas, Barroso disse que não pretende deixar o STF agora e salientou que “nem que pretendo, nem que não quero”. “Não estou pensando em deixar o Supremo prontamente”, disse.

Porém, neste domingo, o ministro pontuou que fará um retiro espiritual de uma semana, em outubro, e só depois vai decidir se continua ou não no STF.

“Eu vou fazer retiro espiritual no final de outubro. Uma semana. E aí vou decidir. Eu sou feliz no Supremo, tenho uma relação bacana com meus colegas, eu gosto do meu trabalho. Às vezes, tenho sensação de já ter cumprido um ciclo”, declarou.

Sair da versão mobile