Celebração da morte de Jesus
Muito tempo atrás, Deus revelou uma mensagem a um profeta. Deus disse que um dia as pessoas vão viver em harmonia com a natureza. Ninguém vai ficar doente. As famílias vão construir suas próprias casas, tirar seu sustento da terra e ficar muito satisfeitas com seu trabalho. — Isaías 11:6-9; 35:5, 6; 65:21-23.
Como podemos ter certeza que isso vai acontecer? Jesus fez milagres para mostrar às pessoas que o mundo inteiro vai ser bom assim. Ele também morreu por nós. Por causa da morte dele, a tristeza vai deixar de existir e todas as promessas de Deus vão se cumprir. A morte de Jesus foi tão importante que ele mandou seus discípulos se reunirem todos os anos para lembrar da morte dele. — Lucas 22:19, 20.
Pelo calendário usado nos tempos bíblicos, o dia da morte de Jesus vai cair neste ano na terça-feira, dia 11 de abril. As Testemunhas de Jeová convidam você para estar com elas nessa data e aprender como a morte dele pode ajudar você e sua família.
As Testemunhas de Jeová convidam toda a comunidade tarauacaense para estar presente a Celebração da morte de Cristo. 
Evento bíblico gratuito dia 11 de Abril, em dois horários:
18 às 19h ou das 19:40h às 20:40h
No Salão do Reino das Testemunhas de Jeová na entrada do Bairro Avelino Leal (Bairro Novo) 
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    Bolsonaro coordenou e determinou atos para tentativa de golpe, diz PGR

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    No primeiro dia do julgamento de Jair Bolsonaro no Supremo Tribunal Federal (STF), o procurador-geral da República, Paulo Gonet, afirmou que o ex-presidente “coordenou, inspirou e determinou” atos voltados à tentativa de golpe de Estado em 2022.

    Na apresentação da denúncia contra o “núcleo crucial” da ação penal sobre o golpe, Gonet defendeu que a intenção de ruptura institucional atribuída aos réus é demonstrada pela unidade e pela articulação de uma série de eventos investigados pela Polícia Federal (PF).

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    Paulo Gonet aponta Bolsonaro como líder do grupo que tentou executar um golpe de Estado em 2022

    Antonio Augusto/STF2 de 3

    Alexandre de Moraes é o relator da ação penal contra Bolsonaro por golpe de Estado

    BRENO ESAKI/METRÓPOLES @BrenoEsakiFoto3 de 3

    Jair Bolsonaro é julgado por tentativa de golpe de Estado

    Breno Esaki/Metrópoles

    “Uma tentativa de golpe de Estado, de quebra dos elementos essenciais do Estado Democrático de Direito, decorrente do desmantelamento da independência dos poderes, não pode ser compreendida sem que se articulem fatos e eventos múltiplos, ocorridos ao longo do tempo, que confirmam o comportamento punido pela lei”, afirmou o procurador-geral.

    “A tentativa de insurreição depende da conexão entre eventos que, isolados, nem sempre evidenciam crimes contra as instituições democráticas, mas que, vistos em conjunto, revelam uma unidade na articulação de ações voltadas ao arbítrio e ao desmantelamento das instituições”, disse Gonet.

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    “Ruptura”

    De acordo com o procurador-geral, o controle de eventos relacionados — como o plano de assassinato de Lula, Geraldo Alckmin e do ministro Alexandre de Moraes — estaria nas mãos de Jair Bolsonaro. “A tentativa se revela na prática de atos voltados à ruptura das regras constitucionais sobre o exercício do poder, com apelo ao emprego da força bruta, real ou ameaçada”, afirmou Gonet.

    “A cooperação entre os denunciados para esse objetivo final, sob a coordenação, inspiração e determinação do ex-presidente da República, torna nítida a organização criminosa no seu significado penal”, avaliou o procurador-geral.

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