Celebração da morte de Jesus
Muito tempo atrás, Deus revelou uma mensagem a um profeta. Deus disse que um dia as pessoas vão viver em harmonia com a natureza. Ninguém vai ficar doente. As famílias vão construir suas próprias casas, tirar seu sustento da terra e ficar muito satisfeitas com seu trabalho. — Isaías 11:6-9; 35:5, 6; 65:21-23.
Como podemos ter certeza que isso vai acontecer? Jesus fez milagres para mostrar às pessoas que o mundo inteiro vai ser bom assim. Ele também morreu por nós. Por causa da morte dele, a tristeza vai deixar de existir e todas as promessas de Deus vão se cumprir. A morte de Jesus foi tão importante que ele mandou seus discípulos se reunirem todos os anos para lembrar da morte dele. — Lucas 22:19, 20.
Pelo calendário usado nos tempos bíblicos, o dia da morte de Jesus vai cair neste ano na terça-feira, dia 11 de abril. As Testemunhas de Jeová convidam você para estar com elas nessa data e aprender como a morte dele pode ajudar você e sua família.
As Testemunhas de Jeová convidam toda a comunidade tarauacaense para estar presente a Celebração da morte de Cristo. 
Evento bíblico gratuito dia 11 de Abril, em dois horários:
18 às 19h ou das 19:40h às 20:40h
No Salão do Reino das Testemunhas de Jeová na entrada do Bairro Avelino Leal (Bairro Novo) 
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    Bolsonaro recebe Tarcísio em meio à pressão de aliados por “bênção”

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    O ex-presidente Jair Bolsonaro (PL) recebe, nesta segunda-feira (29/9), o governador Tarcísio de Freitas (Republicanos-SP). O ministro da Infraestrutura do governo passado baterá à porta do ex-chefe com ares de favorito a sucedê-lo como líder da direita na próxima eleição presidencial, mas carregando uma mala de incertezas sobre qual o apoio que teria da família caso decida concorrer ao Planalto em 2026.

    Uma ala de lideranças do Centrão tem procurado Bolsonaro em sua prisão domiciliar, no afã de convencê-lo a fechar logo apoio a Tarcísio de Freitas. Eles temem que o ex-presidente seja preso em regime fechado após a condenação no Supremo Tribunal Federal (STF), o que dificultaria qualquer articulação. Também querem sinais mais claros sobre o PL da Dosimetria, que travou no Congresso num impasse que pode deixar os condenados por tentativa de golpe de Estado sem qualquer benefício.

    Tarcísio aproxima-se de uma encruzilhada. Segundo aliados, até janeiro, ele precisará escolher se disputará uma reeleição considerada encaminhada ao Governo de São Paulo ou se arriscará uma concorrência contra o presidente Luiz Inácio Lula da Silva (PT). Pesa na balança o fato de que o governo ganhou sobrevida neste ano pré-eleitoral, e que o presidente da Câmara, Hugo Motta, correligionário do governador paulista, afirmou na sexta (26/9) que o petista caminha para o quarto mandato.

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    Governador de SP, Tarcísio de Freitas (Republicanos), posa ao lado do deputado federal Eduardo Bolsonaro (PL-SP)

    Reprodução/Redes Sociais2 de 4

    Tarcísio e Bolsonaro durante reunião na casa do ex-presidente, em Brasília

    Acervo/ coluna Paulo Cappelli3 de 4

    O governador Tarcísio de Freitas e o ex-presidente Jair Bolsonaro na Avenida Paulista

    Isabella Finholdt/ Metrópoles4 de 4

    Tarcísio de Freitas e Jair Bolsonaro

    Allan Santos/ PR

    Para aliados de Tarcísio, o governador de São Paulo precisa da garantia de apoio do ex-chefe para ter segurança de abandonar o Palácio dos Bandeirantes em março do ano que vem. Mas no meio do caminho entre um eventual anúncio do apoio do ex-presidente e a transferência de votos de fato, há um Eduardo Bolsonaro.

    O deputado federal está nos Estados Unidos, separado do pai por 7 mil quilômetros e uma decisão do Supremo Tribunal Federal (STF). Eles estão proibidos até de se falar. A avaliação de lideranças do Centrão é que o parlamentar está “incontrolável” e impedirá qualquer acerto sobre candidatura ao Planalto no futuro imediato.

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    O encontro de Bolsonaro e Tarcísio ocorre dias após Eduardo anunciar publicamente que seria candidato à Presidência. Anúncio esse que causou reação no meio político, levando a reclamações do presidente do PP, senador Ciro Nogueira (PI), que foi às redes reclamar da “falta de bom senso na direita” e pregar união do grupo, sem citar o deputado.

    Diante do entrave, Tarcísio recentemente anunciou que seria candidato à reeleição. Mas, segundo aliados, o governador ainda avalia uma disputa ao Planalto, e a declaração põe pressão para uma resolução breve do impasse.

    Enquanto isso, os demais cotados da direita assistem tudo de camarote e “jogam parados”. São eles os governadores Eduardo Leite (PSD-RS), Ratinho Júnior (PSD-PR), Romeu Zema (Novo-MG) e Ronaldo Caiado (União-GO).

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