Celebração da morte de Jesus
Muito tempo atrás, Deus revelou uma mensagem a um profeta. Deus disse que um dia as pessoas vão viver em harmonia com a natureza. Ninguém vai ficar doente. As famílias vão construir suas próprias casas, tirar seu sustento da terra e ficar muito satisfeitas com seu trabalho. — Isaías 11:6-9; 35:5, 6; 65:21-23.
Como podemos ter certeza que isso vai acontecer? Jesus fez milagres para mostrar às pessoas que o mundo inteiro vai ser bom assim. Ele também morreu por nós. Por causa da morte dele, a tristeza vai deixar de existir e todas as promessas de Deus vão se cumprir. A morte de Jesus foi tão importante que ele mandou seus discípulos se reunirem todos os anos para lembrar da morte dele. — Lucas 22:19, 20.
Pelo calendário usado nos tempos bíblicos, o dia da morte de Jesus vai cair neste ano na terça-feira, dia 11 de abril. As Testemunhas de Jeová convidam você para estar com elas nessa data e aprender como a morte dele pode ajudar você e sua família.
As Testemunhas de Jeová convidam toda a comunidade tarauacaense para estar presente a Celebração da morte de Cristo. 
Evento bíblico gratuito dia 11 de Abril, em dois horários:
18 às 19h ou das 19:40h às 20:40h
No Salão do Reino das Testemunhas de Jeová na entrada do Bairro Avelino Leal (Bairro Novo) 
MAIS

    Brilho e veneno: quem são as golpistas mais temidas da noite carioca

    Por

    Trajadas com vestidos brilhantes, salto alto e perfumes sedutores, elas saem da Baixada Fluminense rumo aos pontos turísticos mais badalados do Rio de Janeiro (RJ) com um único objetivo: roubar.

    É na Pedra do Sal, nos Arcos da Lapa e nas areias da praia de Copacabana que as golpistas fisgam os turistas, principalmente estrangeiros, e, como num passe de mágica, os colocam para “dormir”, arrancando todo o dinheiro disponível em suas contas bancárias.

    Leia também

    Amanda Couto Deloca, de 23 anos, Mayara Ketelyn Américo da Silva, 26, Paloma Cristina Cavalcanti Bacalhau, 37, e Rayane Campos de Oliveira, 27, são velhas conhecidas da polícia quando o assunto é o “Golpe do Boa Noite, Cinderela.”

    Com dezenas de passagens pela polícia, o quarteto faz do crime uma profissão e lucra milhares às custas de turistas que visitam o Brasil na expectativa de viver um conto de fadas.

    Elas estão na mira da Delegacia Especial de Apoio ao Turismo (DEAT) e figuram no centro de investigações. À coluna, a delegada Patrícia Alemany, titular da unidade policial, detalhou as ações e o perfil dos integrantes da quadrilha.

    Cheias de si

    Para chegar ao ponto principal da ação, quando as transações bancárias são efetuadas, as golpistas seguem um percurso previamente desenhado e milimetricamente calculado.

    A ferramenta mais poderosa para obter êxito na ação criminosa é a aparência. Segundo a delegada, as criminosas sabem disso e, quando presas, fazem questão de afirmar que se garantem na função.

    Produzidas com maquiagens e roupas extravagantes, elas se aproximam dos turistas e iniciam o roteiro. Enquanto uma joga charme, puxa conversa e atrai os estrangeiros, as outras observam atentamente e aguardam a hora de agir.

    Convencidos, geralmente, convidam a dupla ou o trio para visitar os apartamentos em que estão hospedados. Enquanto uma continua a sessão de sedução, a segunda prepara drinks — na maioria das vezes caipirinhas — “batizados”.

    Conforme apontado pela delegada, entre as substâncias utilizadas pelas “Cinderelas” está o clonazepam — medicamento comercialmente conhecido como Rivotril, que atua no sistema nervoso central para induzir efeitos sedativos, tranquilizantes e relaxantes musculares. Quando a vítima “apaga”, a “festa” começa.

    Audaciosas e reincidentes

    A Polícia Civil do Estado do Rio de Janeiro (PCERJ) aponta Amanda Couto Deloca como envolvida no golpe aplicado contra dois turistas britânicos.

    Segundo a investigação, as vítimas foram dopadas e tiveram os celulares roubados. O prejuízo foi avaliado em cerca de R$ 116 mil.

    A suspeita foi denunciada na última quarta-feira pelo Ministério Público do Rio (MP-RJ). Mayara e Rayane também participaram do crime.

    Paloma Cristina foi identificada como autora de diversos roubos por meio desse golpe. Ela foi identificada em pelo menos seis inquéritos, que apuram crimes praticados contra turistas estrangeiros e nacionais, somente no último ano.

    Já Rayane acumula mais de 20 anotações criminais, tendo sido condenada a seis meses de prisão pela Justiça do Rio por envolvimento em um golpe aplicado em 2023, quando um turista inglês relatou ter sido dopado e roubado ao visitar o estado fluminense.

    Em maio deste ano, Haina Rocha da Cruz, de 19 anos, foi presa por aplicar o golpe, em dezembro de 2024, em um turista francês. Ela foi flagrada em ação.

    Veja:

    À polícia, a vítima contou que após perder a consciência, foi roubada e arremessada de um veículo em movimento. A mulher contou com a ajuda de criminosos, que transferiram cerca de R$ 50 mil das contas bancárias do francês.

    O perfil

    A delegada já esteve frente a frente com as golpistas diversas vezes. Em sua análise, trata-se de mulheres frias e ambiciosas, que estão dispostas a fazer qualquer coisa por dinheiro.

    Na delegacia, apesar de caladas, não demonstram arrependimento. Recentemente, uma das presas questionou Alemany se apareceria em reportagens transmitidas na televisão. Isso porque, de acordo com a criminosa, a veiculação de sua imagem na imprensa nacional contribuiria para o aumento do valor de seus programas sexuais.

    “São mulheres jovens, que têm 20 e poucos anos, mas que já são mães de dois, três filhos. São garotas de programa, mas também são especializadas nesse golpe”, detalhou.

    Atualmente, três criminosas estão atrás das grades. Amanda foi presa em 18 de agosto, Mayara em 5 de setembro e Paloma em 23 de setembro. Rayane segue foragida.

    Alemany destaca que após as últimas prisões, os registros dos golpes diminuíram consideravelmente. No entanto, a delegada reclama que as suspeitas costumam ser soltas pouco tempo após serem presas e voltam a agir quase que imediatamente.

    “São colocadas em regime domiciliar, com o uso da tornozeleira, especialmente por serem mães. Depois, rompem o dispositivo de monitoramento e retornam aos golpes”, disse.

    Ela cita Rayane como exemplo, uma vez que a mulher havia sido solta em julho deste ano e em agosto teve seu nome anexado ao inquérito que apurava o crime contra os dois britânicos.

    2 imagensFechar modal.1 de 2

    Rayane Campos

    Reprodução/Web2 de 2

    O trio acusado de dopar os britânicos

    Sair da versão mobile