Celebração da morte de Jesus
Muito tempo atrás, Deus revelou uma mensagem a um profeta. Deus disse que um dia as pessoas vão viver em harmonia com a natureza. Ninguém vai ficar doente. As famílias vão construir suas próprias casas, tirar seu sustento da terra e ficar muito satisfeitas com seu trabalho. — Isaías 11:6-9; 35:5, 6; 65:21-23.
Como podemos ter certeza que isso vai acontecer? Jesus fez milagres para mostrar às pessoas que o mundo inteiro vai ser bom assim. Ele também morreu por nós. Por causa da morte dele, a tristeza vai deixar de existir e todas as promessas de Deus vão se cumprir. A morte de Jesus foi tão importante que ele mandou seus discípulos se reunirem todos os anos para lembrar da morte dele. — Lucas 22:19, 20.
Pelo calendário usado nos tempos bíblicos, o dia da morte de Jesus vai cair neste ano na terça-feira, dia 11 de abril. As Testemunhas de Jeová convidam você para estar com elas nessa data e aprender como a morte dele pode ajudar você e sua família.
As Testemunhas de Jeová convidam toda a comunidade tarauacaense para estar presente a Celebração da morte de Cristo. 
Evento bíblico gratuito dia 11 de Abril, em dois horários:
18 às 19h ou das 19:40h às 20:40h
No Salão do Reino das Testemunhas de Jeová na entrada do Bairro Avelino Leal (Bairro Novo) 
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    Especialista revela sinais que podem indicar quadro de dislexia

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    Dados da International Dyslexia Association apontam que cerca de 5 a 10% da população mundial apresentam dislexia em algum grau. Em países de língua portuguesa, os números são semelhantes: em uma sala com 30 alunos, pelo menos 2 ou 3 podem ter a condição.

    De acordo com Andréa Chaves, mestra em psicologia e especialista em saúde mental e atenção psicossocial, a dislexia consiste em uma dificuldade específica de aprendizagem que afeta principalmente leitura, escrita e, às vezes, a compreensão de textos. “Não está ligada à inteligência, mas sim à forma como o cérebro processa as informações linguísticas”, afirma à coluna Claudia Meireles.

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    Embora seja comum, a dislexia sem diagnóstico acaba se tornando um empecilho tanto para o aluno, quanto para o professor, por exemplo. “É uma questão de formação do cérebro”, pontua a psicóloga.

    Causas da dislexia

    Segundo Andréa, as pesquisas mostram um forte componente genético associado à condição. “Se um dos pais tem dislexia, a probabilidade de o filho apresentá-la pode chegar a 40%”, diz ela.

    “Estudos de neuroimagem também revelam diferenças na ativação de áreas cerebrais ligadas à linguagem e à decodificação de palavras. E, assim como outras questões de saúde mental, a vulnerabilidade genética também tem forte influência”, conta a especialista.

    De 5 a 10% da população mundial apresentam dislexia em algum grau

    As principais características da dislexia incluem:

    • Leitura lenta;
    • Dificuldade em reconhecer palavras familiares;
    • Trocas de letras;
    • Inversões (“b” por “d”, por exemplo);
    • Erros ortográficos persistentes;
    • Dificuldade em reter sequências.

    “Aproximadamente 80% das crianças com dificuldades escolares têm, como causa principal, problemas relacionados à leitura. Mas nem todas têm dislexia. A questão aqui também é o baixo estímulo à leitura, com uso de tela desde cedo”, alerta Andréa Chaves.

    Como identificar a dislexia

    Questionada sobre os sinais mais relevantes que podem sugerir que uma pessoa tenha o quadro, a psicóloga aponta: demora para aprender a ler, leitura mais lenta que a os colegas, dificuldade para copiar do quadro, erros frequentes de ortografia, resistência em atividades que envolvem leitura e escrita e cansaço desproporcional nessas tarefas. “Em adultos, pode aparecer como dificuldade para organizar textos ou para falar em público”, acrescenta.

    Como saber se eu tenho dislexia? Especialista ensina a identificar

    Após determinada suspeita do diagnóstico, o primeiro passo é procurar uma avaliação multiprofissional. “Psicólogo, psicopedagogo e fonoaudiólogo costumam estar na linha de frente”, ressalta a especialista. “Em alguns casos, também é indicado o acompanhamento com neuropediatra ou neurologista. Para a International Dyslexia Association, a abordagem integrada é a que traz melhores resultados”, continua.

    Como tratar

    De acordo com Andréa Chaves, ainda não se fala em cura para dislexia, mas em intervenção precoce e acompanhamento contínuo. “Estudos mostram que, quando o diagnóstico é feito cedo, as chances de avanço são muito maiores. O tratamento envolve psicopedagogia, fonoaudiologia, estratégias de leitura diferenciadas e adaptações pedagógicas”, esclarece.

    “Sem diagnóstico, a dislexia pode afetar a autoestima, o rendimento escolar e até as escolhas profissionais. Pesquisas indicam que crianças com o quadro têm até três vezes mais risco de evasão escolar se não receberem apoio adequado. Com acompanhamento, a história muda: muitos adultos disléxicos são altamente criativos e bem-sucedidos. Nomes como Steven Spielberg, Agatha Christie e Leonardo da Vinci são exemplos históricos de pessoas com a condição que deixaram grande legado”, argumenta a mestra em psicologia.

    Por fim, Andréa Chaves reflete que a questão nunca será a diferença, e sim, a inclusão efetiva. “A situação de qualquer dificuldade sempre será a inclusão.”

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