Celebração da morte de Jesus
Muito tempo atrás, Deus revelou uma mensagem a um profeta. Deus disse que um dia as pessoas vão viver em harmonia com a natureza. Ninguém vai ficar doente. As famílias vão construir suas próprias casas, tirar seu sustento da terra e ficar muito satisfeitas com seu trabalho. — Isaías 11:6-9; 35:5, 6; 65:21-23.
Como podemos ter certeza que isso vai acontecer? Jesus fez milagres para mostrar às pessoas que o mundo inteiro vai ser bom assim. Ele também morreu por nós. Por causa da morte dele, a tristeza vai deixar de existir e todas as promessas de Deus vão se cumprir. A morte de Jesus foi tão importante que ele mandou seus discípulos se reunirem todos os anos para lembrar da morte dele. — Lucas 22:19, 20.
Pelo calendário usado nos tempos bíblicos, o dia da morte de Jesus vai cair neste ano na terça-feira, dia 11 de abril. As Testemunhas de Jeová convidam você para estar com elas nessa data e aprender como a morte dele pode ajudar você e sua família.
As Testemunhas de Jeová convidam toda a comunidade tarauacaense para estar presente a Celebração da morte de Cristo. 
Evento bíblico gratuito dia 11 de Abril, em dois horários:
18 às 19h ou das 19:40h às 20:40h
No Salão do Reino das Testemunhas de Jeová na entrada do Bairro Avelino Leal (Bairro Novo) 
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    Julgamento de Bolsonaro repercute na imprensa internacional

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    Com início marcado para a manhã desta terça-feira (2/9), o julgamento do ex-presidente Jair Bolsonaro (PL) já repercute internacionalmente. As sentenças de Bolsonaro, que cumpre prisão domiciliar desde o dia 4 de agosto, e dos outros sete réus apontados como membros do núcleo crucial da trama golpista, devem ser apontadas até o dia 12 de setembro.

    Fora do Brasil, a imprensa tem se concentrado em realizar uma retrospectiva da situação atual de Bolsonaro e em relembrar as tentativas de interferência de Donald Trump no processo legal. Apesar disso, as atuações do ministro Alexandre de Moraes e do próprio STF também foram questionadas.

    O julgamento

    • Bolsonaro será julgado nesta terça, junto com Alexandre Ramagem, ex-diretor da Abin; Almir Garnier Santos, ex-comandante da Marinha; Anderson Torres, ex-ministro da Justiça; general Augusto Heleno, ex-ministro do Gabinete de Segurança Institucional da Presidência da República; Mauro Cid, ex-ajudante de ordens de Bolsonaro e delator do caso; Paulo Sérgio Nogueira, ex-ministro da Defesa; e Walter Souza Braga Netto, ex-ministro da Casa Civil.
    • Eles são acusados de pelo menos seis crimes pela Procuradoria- Geral da República (PGR), incluindo organização criminosa armada, tentativa de abolição violenta do Estado Democrático de Direito, golpe de Estado, dano qualificado pela violência e grave ameaça contra o patrimônio da União.
    • O início do julgamento de Bolsonaro deve acontecer com o presidente da Primeira Turma do STF, ministro Cristiano Zanin, abrindo a sessão que dá início ao processo do ex-presidente.
    • Após a abertura, o ministro da Suprema Corte Alexandre de Moraes deve apresentar o “resumo do caso”.
    • Depois da apresentação de Moraes, relator do processo, o procurador-geral da República, Paulo Gonet, terá até duas horas para sustentar a acusação da Procuradoria-Geral da República (PGR), que pede a condenação de Bolsonaro e de sete aliados.
    • Em seguida, as defesas de Bolsonaro e dos outros indiciados devem iniciar os trabalhos. O julgamento começa na terça e deve se estender até o dia 12 de setembro.

    O New York Times destacou que o Brasil está fazendo algo que os Estados Unidos não conseguiram: levar um ex-presidente a julgamento por tentar se manter no poder após perder uma eleição. Nesta segunda-feira (1°/9), o jornal se concentrou nas medidas de restrição de Bolsonaro, citando a preocupação das autoridades com uma possível tentativa de fuga do ex-presidente.

    “O dilema democrático brasileiro: como julgar um presidente”, afirma reportagem do New York Times

    Entretanto, o NYT também levantou dúvidas sobre o papel do STF e o poder da Corte. “O juiz Moraes ordenou batidas policiais, censurou contas online, bloqueou redes sociais e, em alguns casos, prendeu pessoas sem julgamento”, diz o texto.

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    Na última semana, o julgamento de Bolsonaro também foi destaque principal da revista britânica The Economist, que avaliou o processo como uma “lição de democracia para os Estados Unidos”. A revista ainda classificou a tentativa de golpe de 8 de janeiro de 2023 como “esquisita e bárbara”.

    Capa da revista The Economist

    No também britânico The Guardian, o destaque foi colocado sob a vigilância policial constante de Bolsonaro, por risco de fuga. O jornal francês Le Monde também destacou que Bolsonaro foi classificado como “risco de fuga” e passou a ser monitorado 24 horas por dia.

    3 imagensFechar modal.1 de 3

    The Guardian2 de 3

    Le Monde3 de 3

    The Washington Post

    Já no The Washington Post, uma reportagem de título “No julgamento de Bolsonaro, o Brasil confronta Trump — e seu passado autoritário”, publicada nesta segunda, analisa como o julgamento de Jair Bolsonaro pelo Supremo Tribunal Federal (STF) representa um momento histórico para o Brasil, sendo o primeiro caso em que um ex-presidente é processado por tentativa de subversão democrática.

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